quinta-feira, 25 de agosto de 2016

PREVI - ELEIÇÃO DO DIRETOR DE PLANEJAMENTO - DEBATE DOS CANDIDATOS

A eleição para o Diretor de Planejamento da PREVI, mandato até maio de 2018, teve início hoje e acaba dia 15 de setembro. Já fiz minha opção.  Voto e apoio no candidato 5 AMIR SANTOS, entendendo que é o melhor para o momento.
A ANABB promoveu no dia 23 de agosto um debate entre os candidatos, transmitido pela internet. Os 7 candidatos resumiram suas propostas e responderam questionamentos. Abaixo, registro algumas manifestações:
a) – O candidato número 1, Satoru, aposentado, centrou seu discurso e suas propostas na necessidade de busca do equilíbrio técnico e compromisso com os participantes.
b) – O candidato número 2 – André, da ativa, do Plano 2 – PREVI Futuro, teve boa postura nas respostas e destacou sua qualificação e competências técnicas.
c) A candidata número 3 – Elaine, aposentada, destacou que não basta a competência técnica e evidenciou a relevância e a necessidade da representação e representatividade.
d) - O candidato número 4 – Sylvio, da ativa, com postura técnica e respostas coerentes, destacou sua carreira profissional, experiência em previdência e as suas qualificações acadêmicas.
e) – O candidato número 5 – Amir Santos, aposentado, respondeu os questionamentos de forma técnica, com clareza e equilíbrio.  Destacou a necessidade de união para mudanças e transparência na PREVI. Registrou que participou da chapa HORA DE MUDANÇA, a segunda mais votada na última eleição e agradeceu os apoios recebidos dos candidatos e apoiadores das chapas Plural e Independente e Semente da União que disputaram a eleição passada, com expressivas votação.
f) – O candidato número 6, José Carlos (Zeca), recém-aposentado como Diretor do Banco destacou sua carreira profissional. Concorda com o pagamento de Bônus a Diretores da PREVI.  Questionado sobre o uso de banco de dados (e-mail e telefones), admitiu que possui 5 mil telefones de administradores do Banco. Diante de insinuações de que seria o 4 Diretor do Banco, criticou a postura de candidatos que fazem campanha maculando outros candidatos. Observo que esta postura de macular pessoas é própria de profissionais da CONTRAF-CUT.
g) O candidato número 7, Marcio, da ativa, atual gerente de benefícios, orgulhou-se de ser indicado pelos Sindicatos, CONTRAF-CUT, grupamento que, via de regra, se alinha com o Patrocinador, em detrimento dos participantes. Adotou uma postura meramente política.  Perguntado sobre a Parcela PREVI foi evasivo. Disse que vai lutar pelo TETO de BENEFÍCO equivalente ao salário do NRF1. Ocorre que este assunto já passou pela Diretoria onde os eleitos em 2014 se posicionaram pelo TETO NRF1 aprovado em 2008, cujo processo se encontra no Conselho, aguardando Parecer Jurídico, para decisão final.  Acusou de forma descabida os eleitos em 2014 que, sistematicamente, lutam pela implantação do TETO aprovado em 2008 e combatem o pagamento de bônus aos Diretores da PREVI. O candidato Não foi verdadeiro. Registro que, no Conselho, sobre estes temas,não mudarei o meu posicionamento e o meu voto.
Acredito que os votos dos ativos serão pulverizados. Os aposentados podem fazer a diferença, votando. Devemos exercer o nosso direito de escolha, votando.
Não devemos permitir que outros escolham os nossos representantes, votando.
Voto e apoio o candidato número 5 AMIR SANTOS. É o melhor para o momento.
Autorizo divulgar esta mensagem, preservando a fonte e o conteúdo.
Antonio J. CARVALHO.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PREVI DIVULGA RESULTADO DO PRIMEIRO SEMESTRE 2016

Em substituição à mensagem anterior.
A PREVI divulgou em seu site o resultado do primeiro semestre de 2016 e perspectivas.
Veja os principais números do Plano 1 (junho 2016 e dezembro de 2015):
a) – Ativos totais R$ 155,5 bilhões. Em dezembro de 2015, R$ 148,8;
b) – Provisões matemáticas R$ 142,4 bilhões. Em dezembro 2015 R$ 135,8 bilhões;
c) – De janeiro a junho de 2016, a rentabilidade total foi de 7,3%, próximo da meta Atuarial de 7,6%. Do total dos investimentos, 41,8% está em renda fixa e 47,2% em renda variável.  A renda fixa rentabilizou em 9,4%, superior à meta de 7,9%. As aplicações em renda variável renderam 6,6%, bem inferior aos 17,7% apresentados pelo IBRX (índice da BOLSA, composto pelas ações das 100 maiores empresas). Do total da renda variável, 49% estão na VALE, NEOENERGIA e INVEPAR. Para o desempenho da PREVI, estas empresas independem da BOLSA;
d) - Já em 2015, com a meta atuarial de 16,8%, a rentabilidade foi (-2,8%). As aplicações em renda fixa renderam 14,6%, inferior à meta que era de 17,4% e a renda variável foi negativa em (-17,2%), também menor que o IBRX (-12,4%).
e) – No Primeiro semestre de 2016, o déficit foi de R$ 1,7 bilhões. Logo, o déficit acumulado subiu para R$ 17,8 bilhões. Na apuração deste resultado foi considerado o valor econômico de 2015 da VALE, NEONERGIA E INVEPAR. Estas empresas somente serão avaliadas no final do ano;
f) Em dezembro de 2015, numa conjuntura adversa, com a bolsa aos 43.349 pontos o Déficit do ano foi de R$ 28,6 bilhões, resultando num um déficit acumulado de R$ 16,1 bilhões. Somente a VALE impactou o resultado negativamente em R$ 7,8 bilhões. Em junho de 2016 a BOLSA fechou com 51.526; a VALE ainda não foi avaliada;
2 – O Plano PREVI Futuro, com um perfil diferente do Plano 1 na composição das carteiras apresentou melhor desempenho.  A rentabilidade total do primeiro semestre foi 12,2%, sendo 17,2% oriundo de renda variável e 11% de renda fixa. Em 2015 a rentabilidade total foi 3,7% bem superior a do Plano 1;
3  Em julho de 2016, com a bolsa em 57.308 pontos os ativos do Plano 1 subiram para R$ 159 bilhões. A rentabilidade foi de 11%, superando a meta. De janeiro a julho houve superávit de R$ 1,6 bilhões, o que reduziu o déficit acumulado para R$ 14,4 bilhões. 
4 - Para o não equacionamento do déficit de 2015 previsto para a partir de março de 2017, se for o caso, é necessário que o déficit acumulado em 2016 seja inferior a R$ 11 bilhões (8% das provisões matemáticas). A BOLSA, que ronda os 60 mil ponto em agosto, é um importante sinalizador do desempenho da PREVI, mas que o resultado de 2016 vai depender muito da avaliação da VALE, NEOENERGIA e INVEPAR, que ocorrerá no final do ano. Logo, ainda é cedo para se ter certeza que não haverá elevação de contribuições. Continuarei acompanhando e informando.

Autorizo divulgar por qualquer meio, preservando a fonte e integridade do texto.

Antonio J. CARVALHO.
  


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

CASSI E PREVI – ENCONTRO DAS AFABB DO SUL


No de 6 agosto ocorreu em Balneário Camboriu o 8 encontro das AFABB – Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil - região Sul, (PR, RS, SC, Itapema e Joinville). Foram abordados por Diretores assuntos da CASSI e PREVI. Compareceram, também, dirigentes das AFABB de Brasília e Natal, AAFBB e ANABB.
O Diretor eleito Humberto Almeida, apresentou a situação extremamente crítica da CASSI, diante de déficits crônicos desde 2011, (R$ 252 milhões em 2015), oriundos dos descasamentos entre receitas e despesas, provocados pela inflação médica, demandas judiciais, multas da ANS, redução de qualidade de vida e doenças crônicas dos associados. O Diretor da CASSI disse que em agosto terá dificuldades para pagar os compromissos. Vê como alternativa o rateio temporário do déficit de R$ 300 milhões previstos para 2016, na proporção de 60% para o Banco e 40% para os Associados. O Banco discorda do rateio, alegando limitações legais.
Como divulgado em redes sociais, o Diretor eleito William Mendes propõe que o Banco faça um adiantamento e que sejam elevadas as contribuições dos Associados de 3,5% para 4% e as do Banco de 4% para 6% e mais 0,5% para investimentos, durante 5 anos.
Destaque-se que, desde 2014, arrastam-se negociações entre Entidades e o Banco, na busca de uma solução, enquanto a situação da CASSI se agrava a cada dia.
Circulam informações de que na reunião 01/08/2016 o Banco solicitou tempo para apresentar proposta em meados de agosto. O Banco alega que uma solução perene depende de um diagnóstico contemplando regulação, política de negociação e processos internos, dentre outros, mediante avaliação técnica.
O Diretor Humberto foi cobrado a “fazer o dever de casa” com ações concretas. Foi lembrado que as despesas em 2015 cresceram 16%. A quantidade de funcionários aumentou de 950 em 2013 para 1.980 em 2015. A Conselheira Loreni informou que desde 2015 a CASSI está em contingência e que havendo mudanças a aprovação final será dos Associados, após passar pelo Conselho Deliberativo.
Pontuei a necessidade de se rever estruturas, processos, contratos, controles, verificando possíveis evasões de receitas, em sintonia com a PREVI, se necessário.
Sobre a PREVI o Diretor Marcel falou do déficit de 2015, com possível equalização de R$ 2,8 bilhões a partir de março 2017, caso o déficit de 2016 seja maior que 8% das reservas matemática, cerca de R$ 11 bilhões. Disse que a perspectiva hoje é de não ser necessário equalização, mas depende da avaliação da VALE, INVEPAR e NEOENERGIA.
Marcel falou da Política de Investimentos, do PLP 268/2016, da Governança como exemplo, reconhecida na CPI dos Fundos de Pensão. Abordou a venda da carteira composta por 4 mil contratos imobiliários inadimplentes, no valor de R$ 2,1 bilhões, já provisionados, cujo valor da venda está em negociação, considerando que não existe interesse da PREVI de tomar os referidos imóveis, dada as dificuldades de administração.
Sobre empréstimo simples, Marcel disse que o saldo devedor se eleva diante da inflação alta e das suspensões temporárias de cobrança das prestações, adiantando, que é contra a suspensão de contribuições no final do ano.
Questionado, o Diretor Marcel disse que a remuneração dos funcionários da PREVI é igual a do Banco, por força de contrato de cessão. Sobre o teto de benefício disse que não foi implantado porque o Banco discorda. Falou, ainda, que a comunicação da PREVI é ruim, os sistemas estão defasados, mas já existem providências para modernização, com expectativas de melhorias.
Na oportunidade, Pontuei informando que os honorários dos Diretores da PREVI já foram desvinculados do Banco em maio de 2015 e a definição é de responsabilidade do Conselho Deliberativo e que, mesmo diante de um déficit de R$ 28 bilhões em 2015 e R$ 16 bilhões acumulados, foram pagos 6 honorários de PLR aos Diretores da PREVI, com o meu voto contrário, conforme já foi divulgado. Quanto ao teto de benefício, informei, mais uma vez que continuo defendendo o que foi aprovado em 2008 pelo Banco, PREVI e Governo, não implantado, mesmo com a determinação da PREVIC de junho de 2013. Finalmente, sobre o PLP 268/2016, lamentei mais uma vez, a falta de apoio das grandes Associações originárias do Banco à emenda 13 que propõe relevantes mudanças historicamente reclamadas pelos participantes da PREVI.
Autorizo a divulgação, preservando a fonte e o conteúdo.
Antonio J. CARVALHO
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

PREVI – ELEIÇÃO DO DIRETOR DE PLANEJAMENTO.

No período de 26/08 a 15/09/2016 será realizada eleição para o Diretor de Planejamento da PREVI, com mandato tampão até 31/05/2018
Para este pleito foram inscritos 7 candidatos. Haverá grande disputa. Optei por votar e apoiar o candidato número 5 – AMIR SANTOS, por entender, que, além das competências técnicas e do seu elevado grau de independência, o AMIR se identifica muito com os participantes da PREVI (Ativos, Aposentados e Pensionistas).
Lembramos que o AMIR SANTOS, na última eleição da PREVI, fez parte da chapa que foi a segunda mais votada, o que sinaliza sua aceitação.
Por oportuno, lembro que, defendi a realização do segundo turno, caso o candidato mais votado consiga menos de 50% dos votos. Seria muito apropriado para esta eleição.  Não conseguindo convencer meus pares no Conselho, votei contra a aprovação do Regulamento da forma como apresentado ao Conselho. Continuarei defendendo esta mudança e a possibilidade de votação, também, através dos terminais de atendimento do Banco.
Como de costume, os participantes ativos votam no SISBB das Agências do Banco. Aposentados e pensionistas votam pelos telefones: 0800-0310505 e 0800-7290505, utilizando a senha da PREVI.
Entendo oportuno e necessário que todos os participantes exerçam o seu direito de voto, não delegando aos outros o seu direito de cidadania e a sua responsabilidade na escolha do nosso representante.
Vote no número 5 – AMIR SANTOS.
Autorizo divulga a divulgação por todos os meios desejados, mantendo a fonte.
Antonio J. CARVALHO

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domingo, 31 de julho de 2016

PREVI - INVESTIMENTOS CONCENTRADOS - VALE DIVULGA RESULTADO SEMESTRAL


A PREVI tem R$ 24 bilhões na VALE, a valor econômico em 2015, equivalentes a 15,7% do total dos investimentos do Plano 1 e 32,6% da renda variável. Este investimento, não passível de desfazimento por força de acordo de acionistas que vencerá em maio de 2017, foi feito na privatização em 1997, por meio da Litel, acionista da Valepar, controladora da VALE.
A participação na VALE impactou em R$ 7,8 bilhões o déficit de R$ 28 bilhões da PREVI em de 2015.  O impacto seria pior, tivesse considerado o valor de mercado, descasado do valor econômico, usado para efeito contábil na PREVI.

O jornal “O Estado de São Paulo” edição de 28/07/2016, dentre outros informe, divulgou que a VALE:
A) - Reverteu prejuízo e apresentou lucro líquido de R$ 9,8 bilhões no primeiro semestre de 2016. O EBITDA (Lucro antes de juros, impostos e depreciações) foi de R$ 16 bilhões, aumento de 40% em relação ao primeiro semestre de 2015. Já a receita líquida do semestre, R$ 45 bilhões, registrou alta de 15%.
B) - Apresentou recorde de produção de minério de ferro, cuja meta é de 340 a 350 milhões de toneladas em 2016; Menor custo (US$ 30 a tonelada entregue na China, maior compradora, ante US$ 40 em 2015); Melhor preço (US$ 54 a tonelada, contra US$ 45 em 2015). No passado o minério já foi vendido a US$ 190 a tonelada.
C) – Contabilizou lucro de R$ 3,5 bilhões no segundo trimestre, afetado pela provisão de R$ 3,7 bilhões, (acidente ocorrido em Mariana), responsabilidade secundária da VALE que detém 50% do capital da Sanmarco, dada à reduzida expectativa de retorno das operações da Sanmarco em 2016, pela incerteza dos processos de licenciamento ambiental. O valor provisionado poderá ser revertido no futuro, diante da expectativa de que a Sanmarco volte a operar em 2017.

O Diretor de Finanças da VALE informou que concluiu o ciclo de grandes investimentos estratégicos iniciados em 2008, tornando-se mais competitiva e que está buscando a redução de dívidas para, a partir de 2017, com mais caixa e menos gasto, voltar a distribuir melhores resultados aos sócios.

Constata-se um bom desempenho da PREVI em 2016, motivado pela melhoria da bolsa de valores, mas que, o déficit acumulado continua elevado. Destaque-se que a PREVI considera nos balanços intermediários os valores econômicos da VALE, Neoenergia e INVEPAR, posição em dezembro de 2015, pois, as avaliações destas empresas são realizadas ao final de cada exercício.

Antonio J. CARVALHO.
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terça-feira, 26 de julho de 2016

ELEIÇÃO NA PREVI

No período de 26/08 a 15/09 será eleito o novo Diretor de Planejamento da PREVI (mandato tampão, até 31/05/2018), em substituição ao ex-diretor Décio Botechia que renunciou, justificando motivo de saúde, conforme divulgado no site da PREVI no dia 16/06/2016, registrando que Décio aprimorou metodologia para o desenvolvimento e acompanhamento das políticas de investimentos e discussões do projeto ciclo de vida.
Para a nova eleição foram inscritos sete candidatos. A homologação será feita até 12 de agosto, quando se iniciará a campanha. Conheça os inscritos: Amir Santos; André Fraga; Elaine Michel; Jose Carlos; Luis Satoru; Marcio de Souza; Sylvio Eugênio.
Diferente de outras eleições, os currículos, propostas e programas dos candidatos somente serão divulgados no final de agosto, em revista digital a ser disponibilizada no site da PREVI, oportunamente.
Como de costume, os ativos votarão no SISBB das agências do Banco. Os aposentados e pensionistas votarão pela internet e pelo telefone 0800, usando a senha da PREVI. 
Por oportuno, informo que defendi a realização do segundo turno, caso o mais votado obtenha menos de 50% dos votos, para garantir maior legitimidade aos eleitos. Não conseguindo êxito Votei contra o regulamento na forma como aprovado.
Acredito que esta eleição será muito disputada. Será de relevante importância a participação dos aposentados. Devemos exercer, pois, o nosso direito, votando, não permitindo que outros decidam por nós.
Autorizo divulgação por qualquer meio, preservando a fonte e a integridade deste conteúdo.
Antonio J. Carvalho.
Email: ajccarvalho72@gmail.com; ajccarvalho@bol.com.br
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

PLP 268 e EMENDA 13 – DEBATE COM O RELATOR


Em reunião conjunta, agendada pelo Deputado Augusto Carvalho, participante da PREVI e Autor da Emenda 13, debatemos com o Relator do PLP 268/2016, Deputado Marcus Pestana, que admitiu incluir no substitutivo de sua relatoria, propostas da Emenda 13, além das que já foram contempladas. Na oportunidade, entregamos ao Relator, relação com o envio de 8.444 e-mails às lideranças, pedindo aprovação da Emenda 13, que contém 13 propostas, recebidas com simpatia pelos parlamentares que abordamos, por aglutinar os PLPs que tramita na Câmara dos Deputados, tratando de Fundos de Pensão. 
Reunimo-nos, também, com os Deputados: Efraim Filho, Presidente da CPI dos Fundos de Pensão, que indiciou 146 dirigentes; Edinho Bez, participante da FUNCEF; Rômulo Gouveia; Pompeu de Matos, participante da PREVI e Gilberto Almeida, Chefe do Gabinete do Líder do Governo, Deputado André Moura que não pode estar presente. Também estivemos com Senadores.
A votação do PLP foi adiada, possivelmente para agosto. Teremos mais fôlego para outras mobilizações e busca de mais apoios.
Em sendo aprovado na Câmara com alterações, o citado PLP 268/2016 será devolvido ao Senado para finalização. Porém, não há garantia de que o Senado concordará com modificações, motivo porque devemos demandar apoio, proativamente, aos Senadores.
Participaram da intensa mobilização, nos dias 5 e 6 de julho:
- Antonio J. Carvalho, Conselheiro da PREVI e da ANABB;
- Arnaldo Meneses, Presidente da AFABB – DF, acompanhado do Assessor especial, Mário Tavares;
-  Williams Francisco, Presidente dos Conselhos Fiscais da PREVI e ANABB;
- Augusto Miranda e Élvio, Diretores da FUNCEF, também representado o FIDEF - Fórum Independente dos Dirigentes Eleitos que hoje conta com 28 integrantes dos maiores F.de Pensão, do qual participamos desde a criação em novembro de 2014, juntamente com Cecilia Garcez, Williams Francisco, Décio, Medeiros e Ari;
- Paulo Martins, Presidente da AUDITAR – Associação dos Auditores do TCU e também Conselheiro do FUNPRESP – Fundo de Pensão dos Servidores Federais;
- Gilberto Vieira, Secretário Geral da CONTEC,
- Cristiano Amarante, Diretor da ASABB – Associação dos Advogados do Banco do Brasil;
- Carlos Castro, Diretor da ADVOCEF – Associação dos Advogados da Caixa Econômica Federal.
Volto a disponibilizar link com o formulário, para quem desejar apoiar a Emenda 13:
Veja, em 2 minutos, pronunciamentos dos Deputados Pompeu de Matos e Augusto Carvalho, participantes da PREVI.

Pompeu:
 Augusto: 

Autorizo divulgar esta mensagem por todos os meios, citanda a fonte e preservando a integridade do conteúdo.
Antonio J. CARVALHO

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