domingo, 23 de junho de 2013

BENEFICIOS IRREGULARES - ELEITOS QUEREM CONFUNDIR

Colegas:
Abaixo comentário que fiz a respeito da pergunta do Flávio e da resposta da ANABB sobre o teto de benefícios e sua implantação, que circulou nas redes da internet.
Prezado Flavio:

De tudo que a ANABB escreveu para responder para responder a sua consulta, podemos resumir:

1 – PREVI e BB dificultaram à aprovação do teto de benefícios aprovado pelo Conselho da PREVI e pela Diretoria do Banco em 2008, pressionando a PREVIC para alterações espúrias.

2 – Os eleitos da PREVI demonstram que não entenderam ou se entenderam discordam da decisão da PREVIC, que legalmente tem os poderes para supervisionar, fiscalizar, determinar correções de irregularidades e de punir os infratores das Leis que tratam de Fundos de Pensão.

3 – Entendem os nossos eleitos, especificamente os Diretores que ainda estão na ativa, legislando em causa própria, que os reajustes dos salários de contribuição e benefícios fiquem à mercê de reajustes de honorários que os Acionistas do Banco aprovarem. Um absurdo! No decorrer deste processo conturbado que foi conduzido o tempo todo na “surdina”, até o momento em que o Ex-Conselheiro William Bento protocolou denúncia na PREVIC, o próprio Banco reivindicou como teto o valor de R$ 81.000,00! Mais um abuso, na minha opinião!

4 – O entendimento detalhado da ANABB, a meu ver está correto. A ANABB foi questionada oficialmente pelo Diretor Paulo Assunção, a quem foi confiado o voto e vai buscar esclarecimentos da PREVIC.

5 – Tenho o mesmo entendimento da ANABB, conforme já divulguei no Blog: WWW.ajccarvalho.blogspot.com.br, no site da ANABB e que estou enviando por e-mail. Ou seja: As contribuições e benefícios dos Dirigentes Estatutários do Banco, com os contratos de trabalho suspensos, estão limitados a 90% do maior salário de referência do Banco que 2008 era cerca de R$ 28.000,00 e hoje é de R$ 31.800,00. Devem ser corrigidos com os mesmos índices que forem corrigidos os salário dos demais colegas da ativa, em dissídio coletivo. Querer implantar outro índice de correção, conforme desejam os eleitos Paulo Assunção e Marcel e possivelmente outros Diretores, eleitos, que ainda não se pronunciaram, é ABUSO, é infringir à Lei. Com jogo de palavras como "EFEITO NULO E DESEMPILHAMENTO" eleitos sugerem um teto de R$ 41.000, legislando em causa própria. Devemos repudiar e vigiar atentamente iniciativas da espécie e cobrar providências por parte da PREVIC para o pronto cumprimento do quanto foi determinado, responsabilizando e punindo os infratores.

Abraço
Antonio J. CARVALHO

Um comentário:

Unknown disse...

Permitam os colegas remeter suas atenções para o artigo "Previ - Teto para Estatutários", de autoria do ex-Contador Geral do Banco do Brasil, ilustre colega aposentado Pedro Carlos de Mello:
http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=635
É, no meu humilde entendimento, de uma clareza e lucidez à toda prova.

Luiz Faraco