domingo, 27 de janeiro de 2013


Colegas:

Continuo batendo na tecla de que houve contribuições semelhantes e benefícios diferentes, causando distorções elevadas. Ainda existem colegas que procuram negar esta dura realidade. Sobre o tema, transcrevo, abaixo, resposta que enviei ao Faraco e compartilhei nos grupos de discussão.
Estou aguardando somente que a PREVI divulgue a rentabilidade de 2012 para concluir e enviar ao Grupo Temático da ANABB, proposta sugerindo mudança nos critérios de reajustes da PREVI.
Abraço,

Carvalho

"Prezado Faraco:

Você insiste em defender o indefensável. Já cansei de divulgar exemplos hipotéticos e reais. Já elaborei e divulguei planilhas imensas.
Sempre admitir que o achatamento salarial contribuiu muito para a redução dos benefícios. Eu fui vítima da mudança de política salarial do Banco.
Tenho registrado e você insiste em negar que mudanças de estatutos e regulamento também contribuíram para discrepâncias nos benefícios.
Basta observar e isto eu tenho registrado, insistentemente, que foram criados 4 plano diferentes, dentro do plano I.
Quem se aposentou até dezembro de 1997 o benefício é complementar, ou seja, se mantém, independente de oscilações da Parcela PREVI e de elevação ou achatamento do benefício do INSS, diferente de quem se aposentou depois..
Até novembro de 2005 todos que se aposentaram pós 1997 perderam com a Parcela PREVI, que era reajustada por critérios diferentes do benefício PREVI e do INSS. Tudo que foi perdido, se capitalizado ao longo da permanência do benefício, tem implicação  maior do que você imagina. Você é matemático, deve saber dos reflexos do presente ao longo do tempo.
Em dezembro de 2005 houve redução da parcela PREVI. A maioria dos aposentados teve melhoria de benefícios, outros neutralizaram os efeitos.Ainda existem os que continuam no prejuízo, como seria o seu caso.
Em 2005, mais uma vez a PREVI cometeu um equívoco ao admitir o reajuste da Parcela PREVI o mesmo concedido aos funcionários da ativa. Os  aposentados voltaram a perder benefícios. Vejamos:
- De 2006 a 2012 o índice de reajustes do Banco acumulado foi de 61%
- De 2006 a 2012 o índice de reajustes do INSS acumulado foi de 58%
Neste caso a perda acumulado foi de 3% que projetada até o final do benefício pode ser significativa.
Mantenho a minha tese de que houve contribuições semelhantes para benefícios diferentes. Vejamos:
João, Maria e Jose,  contribuíram durante 27 anos com a mesma base.
Em 2005 todos tinham a mesma comissão. O vencimentos padrão era R$ 3.000,00 e proventos totais de R$ 5.000,00. Contribuiam sobre R$ 4.080,00 (136% do VP)
João se aposentou em junho de 2007 recebendo R$ 4.080,00 sendo R$ 950,00 do INSS e R$ 3.130,00 da PREVI.
Maria perdeu a comissão em 2006, também se aposentou em 2007 com R$ 3.000,00, sendo R$ 950,00 do INSS e R$ 2.050,00 da PREVI. Por ter contribuído 27% a menos que João em 1 ano, teve seu benefício reduzido em 27%. Este é um exemplo  claro de Contribuições semelhantes, benefícios diferentes, mesmo tendo se aposentado no estatuto antigo. Ou não?  
Jose continuou comissionado, se aposentou em 2001. Como não teve reajustes, seu benefício foi calculado em R$ 4.080,00 (136% do VP). A parcela PREVI era de R$ 1.330,00. Valor estimado do INSS R$ 1.150,00. Jose recebeu suplemento da PREVI de  R$ 2.750,00 (4.080,00 – 1.330,00). Somado a R$ 1.150,00 do INSS , totaliza benefício de R$ 3.900,00. Por conta dos reajustes da PREVI (1998 a 2001) João estava recebendo R$ 5.800,00 e Maria R$ 4.290,00. A reserva de poupança de todos foi rentabilidade com o mesmo índice. Jose, mesmo tendo contribuído mais começou a receber 33% menor que João e 10% menor que Maria.
Outro indicativo: O benefício médio pago pela PREVI em 1999, corrigido pelo IGPDI, em 2011 era de R$ 12.498,00. O benefício médio pago pela PREVI em 2011 foi de R$ 7.155,00, ou seja sofreu uma redução de 43%.
É com base neste exemplos,  meu caro Faraco, que continuo afirmando que para contribuições semelhantes houve benefícios diferentes. Costumo chamar  de distorção e injustiça que precisam ser corrigidas, fazendo o sonhado alinhamento do Plano. Paim discorda e depois chamou de erro. Foi tendencioso ao identificar somente 3 situações que prejudicaram os aposentados pré-67. Prefere ver a parte, esquecendo do todo.
E Você, que nome atribui a este fenômeno?
Abraço,

Carvalho


Prezado Carvalho,
 Discordo que haja benefícios diferentes para contribuições iguais. Isso é impossível de ocorrer porque o cálculo do benefício é feito com base nos salários de participação corrigidos e as contribuições incidem sobre o salário de participação. Não há amparo matemático para sua afirmativa.
 Você continua menosprezando os efeitos negativos do achatamento salarial, este sim o maior (não único) responsável pelas discrepâncias de benefícios. Para você ter uma idéia, aposentei-me no cargo de Gerente Geral de agência recebendo um benefício inicial equivalente a 71% de minha remuneração na ativa. Se tivesse aposentado pelas regras de 1997, o benefício seria de 75% daquela remuneração (depois elevado para 90% sem qualquer contribuição adicional). Ocorre que 71% da remuneração total que recebi de setembro/90 a agosto/91 é maior do que 75% de parte da remuneração de quem ocupou meu posto no período em que não houve reajuste salarial. Digo parte porque receberam verbas remuneratórias que eu não recebi, sobre as quais não contribuíram.
 Do meu benefício, a PREVI não abate R$ 1.858,80 referente à Parcela Previ (27/30 de R$ 2.065,33 se não estiver enganado) mas abate integralmente  os R$ 1.699,56 que recebo do INSS. Portanto, se me fosse aplicada a regra de 97, eu estaria perdendo R$ 159,23 (1.858,80 – 1.699,56) em razão da Parcela Previ. Veja que é um valor pequeno para ser apontado como causa das discrepâncias entre benefícios concedidos em épocas diferentes, quando as remunerações e consequentemente as contribuições eram muito diferentes.
 A PREVI contribuiu em parte para as discrepâncias na medida em que excluiu do salário de participação os abonos, as participações no lucro e parte de outras verbas, como o Diferencial de Mercado, por exemplo. Todavia, é preciso entender que essas remunerações não carrearam recursos para o Plano 1. Assim sendo, se for realizada uma revisão dos benefícios incluindo essas verbas sem que tenha havido contribuições estarão sendo transferidos recursos de uns para outros, o que em termos técnicos se denomina “transferência entre gerações”. Isso não faz parte da filosofia dos planos de benefícios e não encontra amparo legal porque caracteriza “apropriação indébita”.
 Repito que na época os sindicatos deveriam ter lutado pela inclusão de todas as formas de remuneração no salário de participação e, consequentemente, nos benefícios. Não o fizeram. Agora não é possível transferir o custo para os demais, que recebem exatamente pelo que contribuíram. E cujas contribuições geraram superávit, que lhes pertence e não pode ser utilizado por outros.
 Abs
 Faraco – São Paulo SP

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

PREVI - SUPERAVIT - BET

COLEGAS

Conforme divulgado hoje no site da PREVI, em evento com representantes de Associações, o Presidente Dan Conrado adiantou que a PREVI apresentou em 2012 um superavit de cerca de R$ 1 bilhão e com isto está garantido o pagamento do BET em 2013.
Conforme previsto em lei, a PREVI será obrigada a rever benefícios. Significa dizer que este valor será novamente repartido com o Banco.
Como as contribuições (BB e participantes) estão suspensas até dezembro de 2013, por conta do superavit de 2009, acredito que o valor do BET de 2012 poderá ser usado para manter suspensas as contribuições no ano de 2014.
A nós, resta aguardar a divulgação oficial do resultado e os encaminhamentos necessários.

OBS: Estou aguardando a divulgação de mais informações, para conclusão e encaminhamento de minha sugestão para revisão dos critérios de reajuste dos benefícios.
Abraço,

Antonio J. CARVALHO

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

SUPERAVIT - BB - MUDANÇAS

COLEGAS:

Repasso, abaixo, informação divulgada pela ABRAPP sobre mudanças na contabilização de superavits de fundos de pensão pelo patrocinador.
Historicamente, o BB usa critérios diferentes da PREVI para apuração do superavit e reconhecimento de parte no resultado.
Com esta mudança e ainda com a mudança da Baliséia III, acredito que o Banco reduzirá o apetite pelo superavit/Resultados.
Estas alterações favorecem nossa luta para alteração nos critérios de reajustes dos benefícios e melhor equilíbrio do plano I, deixando de produzir elevados "lucros" para o Banco. Aguardar para ver!

Abraço,

Carvalho

"A partir do balanço deste ano, ganhos e perdas atuariais gerados por planos de pensão passarão a ser registrados apenas no patrimônio líquido das empresas, na conta "outros resultados abrangentes", acabando a possibilidade de contabilização no resultado ou o uso do método "corredor". A mudança pode ter impacto relevante no balanço de algumas empresas. Com base nas premissas atuariais - e dentro do método "corredor" (ver mais ao lado) -, o BB deve reconhecer R$ 1,35 bilhão no resultado de 2012, referente ao saldo positivo no plano 1 da Previ (parcelas mensais de R$ 130 milhões no primeiro semestre e de R$ 96 milhões no segundo). A partir deste ano, com a mudança de regra, esse reconhecimento deixa de existir. As variações serão registradas no PL. Outra mudança que vale a partir de 2013 tem relação com expectativa de retorno dos ativos, que afeta apenas o registro do resultado nos balanços trimestrais, antes que se faça o acerto anual. Essa premissa de rendimento dos ativos não poderá ser superior à taxa de desconto usada pela empresa para calcular o passivo. Ao fim de 2011, a taxa média de retorno usada pelas 15 empresas identificadas pelo Valor era de 7,2% (ou 6,6% excluindo duas companhias fora da curva), ante 5,6% da taxa de desconto. "Se a empresa descasa as taxas do investimento e da obrigação, ela gera superávit. Então é salutar e prudente usar a mesma taxa", afirma Josias O. B. Neto, sócio da Baker Tilly. Valor"

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

RESPOSTA AO PAIM


Resposta que enviei ao Paim, conforme seus comentários abaixo, postados em diversos grupos, a respeito da mensagem PREVI - BENEFICIOS -  SUGESTÕES. Ler de baixo para cima.

Prezado Paim.

Marque o dia e o horário  que irei com maior prazer.
Fico surpreso você desconhecer distorções nos benefícios da PREVI.
Referidas distorções e injustiças vêm sendo debatidas na ANABB desde 2005, conforme foi divulgado em várias revistas AÇÃO. Você foi Diretor Estadual da ANABB.
Observo que em junho de 2008 a ANABB constituiu grupo de Trabalho composto por representantes da ANABB, CONTEC, FAABB, AAFBB, AAPBB e AFABBs, conforme divulgado no jornal AÇÃO número 201 – junho – julho de 2008. Nos dias 8, 9 e 10 de julho o Grupo se reuniu com a Diretoria e com o Grupo Assessor da ANABB, com o objetivo, dentre outros, de reduzir as desigualdades entre diferentes grupos de participantes do mesmo plano. Foram construídas 10 propostas para serem discutidas com o Banco e PREVI. A matéria pode ser relida nas páginas 10 a 12 do referido jornal. O que me surpreende, meu caro Paim,  é que você integrou o Grupo, representando a AFABB da Bahia conforme pode ser comprovado através de foto na pagina 12. Ou estou equivocado?
As negociações não avançaram, pelo que se sabe, por causa da crise nos Estados unidos, com refexos negativos nas economias mundiais e no Brasil. A PREVI teve rentabilidade negativa em 2008 de (-11,4%). A reserva Especial acumulada em 2007 que era de R$ 37,5 bilhões caiu  em 2008 para R$ 9,8 bilhões. Também em 2008 foi editada a  maldita Resolução CGPC 26/2008, com repasse de R$ 7,5 bilhões para o Banco em 2010. O Banco vai continuar se beneficiando com 50% das reservas, enquanto perdurar a resolução. Perdeu-se em 2006 e 2007 a grande oportunidade de se corrigir todas as injustiças que continua imperando na PREVI e a  cada dia são construídas novas frentes de distorções. Em 2010  novo Grupo foi formado. No acordo o Banco admitiu alterar o regulamento. Houve algumas reuniões em 2011, interrompidas em maio, após a crise na Europa que mais uma vez afetou a rentabilidade da PREVI que foi de 7,7%, bem abaixo da meta atuarial.
Há algum tempo, este assunto também vem sendo debatido nas redes sociais.
De minha parte, desde de 2010 venho divulgando informações com simulações de perdas evidenciadas em planilhas. Com o incentivo de vários colegas retomei, o assunto e em 5/12/2012 enviando sugestão ao Grupo Assessor Temático da ANABB para fazer estudos para rever os critérios de reajustes dos benefícios e  o alinhamento do Plano. O título da mensagem é: PREVI – RETRATO DO PLANO I SUGESTÃO. Você leu? Por sugestão da colega Isa Musa, Presidente da FAABB, membro do grupo temático e conselheira da ANABB, estou ultimando sugestão para encaminha ao Grupo Temático para o devido aprofundamento. Irei compartilhar com os colegas por e-mail e no meu blog. Com minha sugestão inicial, que ficou bem definida a existência de 4 grupos dentro do Plano I inaugurei o meu blog: ajccarvalho.bolgspot.com onde estou postando esta nossa discussão, contendo sua pergunta e minha resposta. Não tenho acesso a alguns destes grupos endereçados. Se desejar, reproduza
Aguardo retorno.
Abraço,

Carvalho.


"Caro Carvalho,

  Se estão acontecendo as distorções que você relacionou, com certeza o PB-1 precisa de severa "intervenção cirúrgica".

Sinceramente, nunca tive notícia de que alguns estejam recebendo "o dobro de que outros recebem", mesmo tendo contribuições próximas.
Convido-o para fazer uma exposição sobre o assunto em nossa AFABB BA (a partir da segunda quinzena de fevereiro).
Fico no aguardo de sua resposta.

abraços,

Paim"

  Em Ter 15/01/13 09:52, Milton Bertoco escreveu:

Concordo com todas as sugestões do colega Carvalho enumeradas abaixo.

Abraços

Milton
  
Caro Paim:
Alinhar benefícios seria:
- Corrigir as grandes e injustas distorções em que uns recebem o dobro do que outros recebem, mesmo tendo efetuado contribuições próximas ao longo do período de contribuições;
- É nivelar os critérios de contribuições e benefícios ao longo do tempo;
- É conceder o BET proporcional às contribuições e não aos benefícios;
- Neutralizar, em definitivo, os efeitos da parcela PREVI;
- É evitar a formação de reservas, mediante reajustes injustos e irreais de benefícios e partilhar estas reservas (lucros) com o Banco;
- É diminuir as distâncias entre os 6 grupamentos criados dentro do plano I;
- É criar tetos para evitar grandes disparidades de benefícios;
- É evitar que uns contribuam mais de 40 anos e recebam menos que outros contribuirão menos 20 anos;
- É evitar que se perpetue as contribuições dos participantes e do Banco com reservas, e etc. etc.
Abraço,
Carvalho

Assunto: Re: [analistabb] Re: PREVI – BENEFÍCIOS - SUGESTÕES
 "Caro Carvalho,
Gostaria que você nos explicasse o que seria "ALINHAMENTO DE BENEFÍCIOS".
Abraços,
Paim"


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

PREVI - REAJUSTE DE BENEFICIOS


Colegas,

Em novembro de 2012 a PREVI aprovou alteração do mês para reajuste de nossos benefícios que ao invés de junho serão reajustados em janeiro. O processo está tramitando no Governo e PREVIC.  Após a provação e alteração do Regulamento, acredito que a PREVI fará os ajustes retroativo a janeiro de 2013.
O INPC acumulado de junho a dezembro de 2012 é de 3,82%. Com esta mudança, o próximo reajuste será somente em janeiro de 2014.
Na minha opinião a mudança de junho para dezembro é mais coerente, pois vai coincidir com o fechamento do balanço e relatório da Administração da PREVI e com o reajuste do INSS.
Conforme prometi, ainda esta semana enviarei ao Grupo Assessor Temático da ANABB que trata do Plano I da PREVI, sugestão para mudança nos critérios de reajustes. Sei que não será fácil convencer o Banco e o Governo, mas, vale a pena tentar.
OBS: A PREVI ainda não divulgou a rentabilidade de dezembro e nem se manifestou oficialmente sobre a continuidade do pagamento do BET em 2013. Porém, como previ, não tenho dúvidas sobre a continuidade, sem que haja interrupção em janeiro.
Abraço,

Carvalho

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

RESPOSTA AO ZÉ WALTER


Carvalho,

Parabenizo-lhe por sua contribuição. Ela nos informa o quê está ocorrendo. E é simples e entendida. Gostaria que mensalmenete  a Previ nos atualizasse de forma simples, seguindo seu exemplo voluntário. Sem gastar dinheiro com grandes consultorias (que a gente sabe que é tudo maracutaia).
Como sou um homem médio (zé povim) fico a pensar?... quer dizer que se ocorrer déficit, incontinenti, a norma do estauto é aplicada (autoaplicável), porém quando ocorre superávit para ser cumprida, a mesma norma,  a interpretação é extensiva. E sua aplicação necessita de autorização até da mãe de calor de figo?... Isso é que eu não entendo... Ora esse estatuto tem força normativa, ora é folha de papel?...
Os dirigentes maiores  (presidentes), segundo a mídia, estou passando o peixe no mesmo preço que comprei, tanto da previ(ex-presidente) e do BB guardam dinheiro em casa. E eu como homem médio (zé povim) posso acreditar nesses números?... Falo assim porque quem guarda dinheiro em casa não acredita no mercado financeiro...
Repito o chavão: "estamos aos sabores do vento"... Com BET ou sem BET estamos sendo roubados, digo, assim, porque se ocorrer o BET o BB leva o dele, ao arrepio da lei.
E quem está no poder é o partido dos trabalhadores... pense quando chegar o partido dos patrões?... Estamos no córrego... E as Roses mandando no BB e os aposentados e o pessoal que trabalha nas agências vivendo  sob medicação de: rivotril, paroxetina, respiridona, oxcarbazepina, donaren, etc. 
Se você quiser , autorizo, publicar essa resposta no seu blog, que tentei acessar e não consegui.

ZW.

Prezado Zé welto:

Grato pelo incentivo.
Entendo seu comentário e desabafo.
Vou tentar esclarecer.
O desejável de qualquer fundo de pensão é que haja o equilíbrio. Nem superávit e nem déficit.
A PREVI nos último 8 anos tem apresentado superávit, isto por conta de aplicações de recursos na bolsa de valores, por conta do não pagamento integral da reserva de poupança dos pedevistas que se desligaram do Banco até 1997 e por conta do achatamento dos nossos benefícios.
A lei 109/2001 diz que, havendo superávit deve ser contabilizado em reservas de contingência, (25% das provisões matemáticas). O que passar das reservas de contingência é considerado reserva especial que se repetir 3 anos sequenciais deve ser usada para revisão do plano que começa com isenção de contribuições e o que sobrar seria destinado aos participantes. Desde de 2007 que nem o Banco e nem os participantes contribuem para a PREVI e está garantido até 2013. Em 2008 foi editada a resolução 26 que determina que havendo reservas especiais esta deve ser partilhada com o patrocinador.
Para o uso da reserva é obrigatório alterar o regulamento e neste caso tem de haver concordância do Banco, do Governo, que é o controlador do Banco e da PREVI que é o Órgão Regulador dos fundos de pensão.
Em 2010 a PREVI contabilizou R$ 15 bilhões de reservas em um fundo previdencial, sento R$ 7,5 bilhões para o Banco e R$ 7,5 bilhões para os participantes, previsto para durar até 2014. O saldo atual do fundo suporta o pagamento até 2014. Porém, a lei determina que se o superávit foi inferior a reserva de contingência (25% das provisões matemáticas) que é o valor contabilizado para garantir o pagamento dos benefícios até o final do plano, a PREVI deverá resgatar do fundo previdencial o valor suficiente para recompor a reserva de contingência. É lei. A PREVI está pagando o Banco na mesma proporção que nos paga. Se for necessário recompor a reserva de contingência será usado tanto o saldo do Banco como dos participantes em partes iguais.
Apesar de a PREVI ainda não ter divulgado o desempenho de novembro e nem a rentabilidade de dezembro, o continuidade do pagamento do BET em 2013 está garantida, considerando as previsões até novembro. Acredito que em 2014 também teremos o BET, pois 2013 deverá ser um ano melhor para a PREVI. Se houver reserva especial em 2012, acredito que será muito pequena,  a PREVI será obrigada a distribuir e novamente em partes igual com o Banco. Na hora que acabar a reserva especial voltaremos a contribuir para a PREVI, nós e o Banco. Se um dia houver déficit, o que não acredito, pois temos um colchão de R$ 25 bilhões de reserva de contingência, o plano poderá ser revisto, com elevação de contribuições para nós e para o Banco, em partes iguais ou redução de benefícios, possibilidade muito remota.
Quanto aos Presidentes guardar dinheiro no colchão não li nada a respeito. Alias, circulam na internet muita informação sem sentido, sem fundamento, sem fonte confiável, que não merecem credibilidade. Costumo deletar.
Observe que em novembro a PREVI aprovou a mudança do mês de reajuste dos benefícios de junho para janeiro. O processo está transitando no Governo, porque deve ser alteado o regulamento e ainda não foi aprovado.
Em 2013 continuaremos acompanhando.
Vou postar sua mensagem e meu comentário no blog. O acesso é fácil. No campo onde se digita um site ou e-mail, digite: ajccarvalho.blogspot.com
Espero ter contribuido

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PREVI - BENEFÍCIOS - SUGESTÕES


COLEGAS:

Em 26/11/2012 enviei ao Grupo Assessor Temático da ANABB que trata do Plano I da PREVI as seguintes sugestões:
1)– Elaborar estudos para mudança nos critérios de reajustes dos benefícios da PREVI, com alteração no Regulamento do Plano I.
- Sobre este tema, dia 22/03/2012, o ex-Conselheiro da PREVI Sr. William Bento apresentou proposta ao Conselho Deliberativo que encaminhou à Diretoria para análise e não se teve mais conhecimento do seu desfecho.
- Minhas sugestões foram publicadas na inauguração do meu blog e através de e-mail  e embora tenha chegado ao Grupo Temático no dia da reunião, foi bem aceita.
- Posteriormente a colega Isa Musa, Presidente da FAABB, Conselheira Deliberativa e membro do Grupo Temático da ANABB, comentou sobre os desafios para a aprovação da proposta de William Bento. Abordou aspectos técnicos, políticos e legais e pediu que EU fizesse um paralelo com a proposta de William e apresentasse uma sugestão de reajustes.
- Em seguida, a Colega Daisy que coordena os grupos SOS e Acorda BB sugeriu que buscássemos a adesão de 1% dos associados, conforme estatuto, para propor alteração no regulamento e pediu que EU elaborasse o modelo de adesões.
 - O Colega Aldo Alfano, Conselheiro Fiscal da PREVI, Presidente do Conselho Fiscal da AAFBB e Coordenador do Grupo Temático da ANABB entende que, dada a complexidade do assunto e para evitar a queima de um abaixo assinado, este tema deve ser antes equacionado técnica, jurídica e politicamente e prometeu que oportunamente será pautado na reunião do Grupo Temático. Isa também entende que antes do abaixo assinado deve ser formatada uma proposta concreta. Concordo.
- É bom lembrar que alterações no Estatuto e no Regulamento da PREVI, mesmo contando com a manifestação dos associados, (1% no mínimo), vai depender, sempre, da concordância do Banco, dos Ministérios do Planejamento e Fazenda e da PREVIC.
- Atendendo aos pedidos, até o dia 15 de janeiro, pretendo apresentar uma sugestão ao Grupo Temático que é composto, além de Aldo e Isa pelos experientes e competentes Colegas William Bento, Cecilia Garcez, Maria do Céu e dos Diretores Regionais Erivanda Medeiros e Julia Farias. Acredito no comprometimento de todos. Após o encaminhamento ao Grupo Temático, postarei em meu blog ajccarvalho.blogspot.com e depois nos e-mails dos grupos de discussões, das Associações, Diretorias Regionais da ANABB e dos colegas do meu grupo, para comentários, críticas, contribuições.
- Disponibilizo os seguintes canais de comunicação:
a)- Email: ajccarvalho@bol.com.br. Também envio mensagens através outros e-mails.
b)- Blog: ajccarvalho.blogspot.com. Este canal recém criado é mais dinâmico.
c)- Telefone: 71-88736105.
2 – Elaborar estudos para ALINHAMENTO DE BENEFÍCIOS. Proponho que o ponto de partida seja o ano de 1995, quando a PREVI concedeu reajuste “ZERO”, passando pelos achatamentos, redução da Parcela PREVI e melhoria das pensões. Sobre este tema, como subsídio, proponho que seja resgatado importantes trabalhos divulgados pela ANABB entre 2007 a 2011. Em 2008 a ANABB coordenou Grupo de Trabalho composto por representantes da ANABB, FAABB, AAFBB, AAPBB, AFABBs e CONTEC para tratar do superávit. No segundo semestre ecludiu a crise mundial e em seguida a criação da Resolução CGPC 26/2008. Estes eventos contribuíram para interromper o movimento. No início de 2010 foi formado novo grupo composto por representantes da ANABB, AAFBB, FAABB, CONTEC e CONTRAF para tratar do realinhamento do Plano, que também não prosperou.
3) - OBSERVAÇÕES:
A) - No dia 25/11/2010 a PREVI, BB, CONTRAF, ANABB, AAFBB e FABB, assinaram Memorando de Entendimento para utilização de 50% das reservas especiais, sendo 50% do Banco, conforme a Resolução 26/2008, questionada na justiça.
B) - No inicio de 2011 teve início novas negociações com o Banco, conforme acertado na assinatura do Memorando, interrompidas em maio de 2011, com alegação da crise na Europa. O Jornal ANABB Ação 211 – março – abril – maio de 2011 registrou que embora o Banco tenha acordado, seus representantes afirmaram que somente aceitam alterações no regulamento do plano I, para contemplar reivindicações de associados se forem custeadas pelas reservas especiais, cuja metade, enquanto vigorar a resolução 26/2008 é do Banco. Registrou que várias propostas foram rejeitadas e que o Banco aceitou analisar elevação do teto para 100% da remuneração da ativa, nova redução da parcela PREVI, aumento do valor do benefício mínimo e abono anual para os aposentados. Não se tem notícias de novas negociações.
C) - Sobre o BET, conforme já havia previsto, embora a PREVI não tenha divulgado o desempenho de novembro e nem a rentabilidade de dezembro, a ANABB divulgou informação do Diretor Marcel, confirmando a continuidade em 2013. Ainda não sabemos como ficarão as reservas especiais. Vamos acompanhar e se ligar em 2013 que promete ser um ano melhor para continuidade do BET em 2014.

Abraço,

Antonio J. CARVALHO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PREVI - SUGESTÃO REAJUSTE BENEFICIOS



Prezada Daisy e demais colegas:

1 - Inicialmente, também espero que todos tenham passado UM ÓTIMO NATAL, ao tempo em que desejo UM EXCELENTE 2013.
De fato é hora de retomarmos os assuntos relacionados à PREVI, em especial as mudanças nos critérios de reajustes dos benefícios, pois, todos os salários estão sendo reajustados acima da inflação, inclusive os benefícios da previdência oficial e o nosso benefício continua limitado ao INPC, acumulando perdas.
2 - Este tema foi levantado inicialmente pelo Ex-Conselheiro Sr. William Bento, encaminhado pelo Conselho da PREVI para a Diretoria para exame e não se teve mais notícias. Como você bem resgatou, após trocas de mensagens encaminhei sugestão ao Grupo Temático da ANABB que trata de assuntos relacionados ao Plano I, no sentido de se buscar mudanças nos critérios de reajustes do nosso benefícios. Mesmo tendo o Grupo Temático recebido minha sugestão no dia da reunião, fiquei sabendo que foi bem aceita pelos integrantes do grupo e que será retomada na próxima reunião. Em meu blog ajccarvalho.bogspot.com criado em 02/12/2012, recebi comentários da colega Isa Musa em 6/12/2012 sugerindo que eu faça um paralelo com a proposta do ex-Conselheiro Wiliam Bento e apresente sugestões. Sei que o grupo temático é composto de colegas qualificados e comprometidos. Porém, agora que passaram as festividades do final do ano e já com a certeza de que o BET vai continuar em 2013, prometo que vou continuar oferecendo minha contribuição especificamente sobre este tema que é de grande interesse coletivo.
3 – Esta sua sugestão de se conseguir as assinaturas, que seriam em torno de 1.300 no mínimo, para pleitear alterações no Regulamento, entendo como muito interessante e viável. Havendo mobilização dos colegas, acredito que podemos conseguir mais de 10 vezes este número. Havendo mobilização da ANABB, podemos conseguir muito mais, pois são 5 Diretores, 21 Conselheiros Deliberativos, 6 Conselheiros Fiscais e 63 Diretores Regionais. Acredito que é simples: Basta criar um modelo, com cabeçalho e contendo espaços para matrículas, nomes e assinaturas. O modelo seria enviado para os e-mails dos colegas para impressões e em seguida capturar as assinaturas. Após estas providências, as relações seriam enviadas para o Coordenador do Grupo Temático, em endereço a ser definido, que poderia ser o da própria ANABB.
3 – Com uma proposta tecnicamente embasada e factível, sem ferir a legislação e de posse das relações contendo assinaturas e com o apoio Institucional de Associações a exemplo da ANABB, FAABB, AAFBB,  AFABBS e demais Associações, teríamos mais força e legitimidade para conseguir mudanças que nos sejam mais favoráveis. Porém, não vamos nos enganar. Mesmo com os embasamentos técnicos e legais, tudo vai depender de duras negociações com a PREVI e BB num primeiro momento, além da aprovação dos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e da PREVIC que é o Órgão regulador dos fundos de pensões. Nada obstante, podemos e devemos continuar lutando pelos  nossos interesses e combate às injustiças.
4 – Estou enviando cópias para os demais integrantes do Grupo Temático e postando no meu blog: ajccarvalho.blogspot.com para buscas de comentários e sugestões.
Abraço,

Antonio J. CARVALHO
Salvador - BA

Abaixo, mensagem da Daisy:

"Carvalho,

Antes de mais nada espero que tenha passado excelente natal e incício de ano junto a seus familiares.

Já estamos no ano novo e não podemos perder tempo para reiniciar nossas tratativas e nossa luta pelos direitos que estamos perdendo dia a dia. Por este motivo gostaria de retomar um tema que estava engatinhando em 2012 e precisa começar a andar/galopar em 2013.

Quero recapitular o diálogo abaixo transcito (em especial a mensagem grifada em azul) que transitou no grupo rede-sos em nov/2012, com várias considerações sobre a possibilidade de um estudo para indicação de novo indice e/ou nova sistemática para os reajustes de nossos benefícios, uma vez que, apresentando sucessivos "superavits" , fica muito clara a situação de que o plano 1 da PREVI está em desequilíbrio.

Gentilmente você respondeu muito rápido e fez um estudo sobre o assunto, que tb veiculou no grupo posteriormente. Ele foi submetido ao grupo assessor temático da ANABB que ficou de fazer nova análise e iniciar tratativas com a PREVI.

Na minha mensagem de 02/11/2012, coloquei 5 itens para expor meu ponto de vista. Volto ao assunto qto ao item 5 para perguntar novamente se não seria interessante utilizar a prerrogativa existente no estatuto da PREVI, sobre o acolhimento de assinaturas (1% do corpo social
Volto a repetir que desconheço as formalidades jurídicas implicadas p/ forma de validade no acolhimento das assinaturas neste caso. No meu entendimento, p/ seguirmos em frente, seria interessante, antes de mais nada o acolhimento das assinaturas. Aguardo seus comentários e sugestões de como poderíamos proceder p/ colher as assinaturas dos colegas (não menos de 1%) e serem levadas ao grupo temático da ANABB p/ que este pudesse levar a reivindicação juntamente com as assinaturas conf. estatuto da PREVI.

Remeto cópia desta mensagem, para a colega Isa Musa, conselheira eleita do conselho deliberativo da ANABB, presidente da FAABB que congrega 32 associações, inclusive a AAFBB, que é a 2a. mais representativa das nossas entidades.

Novamente agradeço a você, a Isa Musa pela atenção que puderem dar a este assunto e aos colegas do grupo temático da ANABB, em especial o integrante Aldo Alfano, a quem tb encaminho cópia desta mensagem.
Abçs
Daisy -Sp - Sp
colaboradora voluntária
SEMENTE DA UNIÃO – MSU
Acorda-BB, Rede-SOS, Unap-BB"