quinta-feira, 27 de março de 2014

PREVI - APRESENTAÇÃO DE RESULTADO - O GRITO DE SALVADOR

COLEGAS:
Para conhecimento, disponibilizo, abaixo, pronunciamento feito pelo Colega e Amigo aposentado BEZERRA, como é conhecido, por ocasião da apresentação do resultado da PREVI realizada no Hotel Fiesta de Salvador no dia 19/03/2014. A intervenção foi feita antes da fala do Diretor Marcel e 90% dos mais de 200 presente deixaram o auditório, após a fala do BEZERRA.
Abraço,
Antonio J. CARVALHO
E-MAIL: ajccarvalho@bol.com.br
Visite o blog do Carvalho.

“UM MOMENTO, POR FAVOR, UMA QUESTÃO DE ORDEM

Meu nome é José Bezerra Rodrigues – matrícula no BB – 5.320.820-X.

Do alto dos meus 78 anos de idade, dos quais 20.836 dias, como sócio da PREVI e há pouco tempo integrante do grupo “Meia Dúzia de Três ou Quatro”, guardando na sua nomenclatura inicial, se tratar de coisa raquítica, mas que pode ser amanhã um fiel da balança, quem sabe?
1 - São muitos os colegas, espalhados por este Brasil afora, que demonstram inquietude e descontentamento pelo que vem ocorrendo com a nossa PREVI, contando com a complacência e beneplácito dos dirigentes, tanto pelos escolhidos do rei, quanto os nomeados por nós, através do voto, que não estão sabendo honrar a outorga. Vejamos:
A) Transformaram nossa condição de associados, que é o mesmo que sócios, em meros assistidos. Segundo o Aurélio, assistidos é o mesmo que socorridos. Socorridos coisa nenhuma, nós somos os legítimos e verdadeiros donos da PREVI.
B) Em eventos como este, gostaríamos, isto sim, na qualidade de sócios, não apenas engolir de goela abaixo, a apresentação de uma peça pronta e acabada, quase sempre ricamente encadernada e cheia de gráficos bem elaborados, porém discutir esses balanços, ainda na forma de rascunho, quando poderíamos questioná-los, pedir esclarecimentos e apresentar sugestões, para posteriormente serem fechados e publicados; será que agora não estamos fazendo apenas o papel de inocentes úteis, permitindo que saiam por aí apregoando, para Deus e o mundo de que os sócios da PREVI tomaram prévio conhecimento daquilo que poderíamos qualificar como malfeito?;
C) Permitiram, ao arrepio da lei, que uma simples resolução alterasse sua legitimidade, dando uma de João Sem Braço;
D) Esqueceram que os estatutos de uma sociedade, é uma lei orgânica que expressa formalmente os princípios que remem a mesma, razão pela qual, não podendo, nem mesmo o rei, macular esta assertiva. Corre a boca pequena, que o tal Teto de Benefícios, pode ser elevado a patamar comprometedor e danoso as finanças do nosso fundo de pensão, estendendo também estas benesses aos dirigentes da PREVI, que podem se acovardar e fingir que estão com os olhos fechados, diante de tamanha anomalia;
E) Permitiram que conselheiros, que têm a função pura e tão somente de aconselhar, referendassem, a mando de quem quer que seja, dispensa do pagamento de mensalidades, tanto do chamado patrocinador, quanto do pessoal da ativa, uma vez que as mesmas se destinariam à formação de um fundo de reserva para ser utilizado quando das futuras aposentadorias, evitando assim subtrair dos recursos suadamente pagos pelos colegas que o fizeram ao longo de muitos e muitos anos. Quem executa um comando errado, se responsabiliza pelas conseqüências, tanto civil, com criminalmente, correndo às suas expensas, os gastos com o processo. Quem pariu Mateus que o embale.

2 – Temos bem presente de que esses desmandos se passaram diante dos nossos olhos, sem que saíssemos da letargia, alimentando o saudosismo em pensar que o compreensivo empregador de outrora, seja o mesmo ganancioso de agora; b) – Que boa parte, se não a totalidade dos dirigentes da PREVI, escolhidos por nós através do voto, se deixaram picar pela mosca azul do poder, preferindo se ombrear com os escolhidos do rei, em detrimento dos legítimos e sadios interesses de seus eleitores, sempre esbanjando boa fé. Eleições vêm aí, quando poderemos corrigir falhas do passado e alterar fumos para o futuro.

3 – Já estão apregoando aos quatro cantos, de que quem decide as eleições da PREVI, são os colegas da ativa, que quase sempre votam sob pressão, chegando próximo a assédio moral, pois com renitência fica estampada na tela do computador de trabalho de cada qual, a expressão “Você ainda não votou”. Irritados, mas não subjugados, os pobres coitados dos funcionários, que até para se verem livres da infernização, devem ter engrossado o caldo da coluna dos 18 mil insatisfeitos da última eleição, que votaram em branco ou anularam o voto. Não perdem por esperar, pois quem ainda está vivo, não está morto.

4 – Na oportunidade queremos agradecer à empresa que nos brindou com este excelente desjejum, com quitutes tão deliciosos, que não temos por hábito saboreá-los com frequência, mas deixando claro que fomos nós aqui presentes, verdadeiros donos da PREVI, que patrocinamos o evento, encarregando os nossos administradores de fazê-lo.

5 – Tudo isto considerado, me sinto no direito de meu ausentar do ambiente, deixando os nossos administradores, inteiramente à vontade, para venderem o seu peixe, da forma melhor que lhes aprouver. Obrigado.

Salvador (B), 19/03/2014.”

sábado, 22 de março de 2014

FUNCIONÁRIOS DA ATIVA NÃO PODEM USAR O BET PARA PAGAR CONTRIBUIÇÕES

Leia abaixo, abaixo, informações sobre a negativa de utilização do BET dos Funcionários Ativos para Pagamento de Contribuições.
O que mais intriga é que o Banco pode usar os recursos da PREVI que foram creditados num fundo Previdencial, por força da abusiva Resolução 26/2008, quando e como desejar.
De outro lado, até o momento a PREVI não respondeu pedidos que enviei nos dias 07 de janeiro e 17 de março, com sugestões para criar alternativas para minimizar o impacto financeiro decorrente da extinção do BET um ano antes do prazo previsto e acordado em 2010. Continuo no aguardo da resposta.

Antônio J. CARVALHO

“Previc informa que SIBET não pode ser utilizado para pagamento das contribuições de funcionários da ativa
O Saldo Individual do Benefício Especial Temporário (SIBET) não pode ser utilizado para pagar as contribuições dos funcionários que ainda estão na ativa. Essa é a resposta da Superintendência Nacional da Previdência Complementar, a Previc, para a consulta realizada pela PREVI.

Outro tópico abordado pela PREVI na consulta ao órgão fiscalizador foi a possibilidade da utilização do SIBET como garantia em uma linha de crédito, que teria como fim específico o pagamento das contribuições mensais. O pedido também foi refutado pela Previc.

No ofício de resposta, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar esclarece que os recursos do SIBET já foram apropriados como patrimônio previdenciário individual dos participantes, e que a destinação deverá ser atrelada ao pagamento de benefícios, ao resgate ou à portabilidade. De acordo com a Previc, a utilização do SIBET pelos funcionários da ativa no pagamento das contribuições mensais contraria o disposto no Regulamento do Plano 1 e não pode ser efetuada.

Considerando o teor da resposta do órgão fiscalizador, chega-se a conclusão de que o uso do Saldo Individual para o pagamento de parcelas de operações de empréstimo simples e de financiamento imobiliário também é antecipação de benefício e, portanto, não pode ser permitido.

O que é o SIBET?

Os participantes do Plano 1 que estão na ativa tiveram entre fevereiro de 2011 e dezembro de 2013 o Benefício Especial Temporário (BET) creditado em uma conta individual, denominada SIBET. Para aposentados e pensionistas, o valor referente ao BET foi creditado mensalmente na folha de pagamento.

O extrato do SIBET pode ser visualizado no Autoatendimento do portal, nas opções Simulador de Aposentadoria, Saldo de Reservas ou Desligamento do Banco.

A consulta à Superintendência Nacional de Previdência Complementar foi uma iniciativa da Diretoria Executiva da PREVI, para minimizar os impactos do fim do período de distribuição de superávits, a exemplo da decisão tomada em 7/1 de facultar aos participantes do Plano 1 a suspensão das cobranças das prestações de Empréstimo Simples dos meses de janeiro, fevereiro e março de 2014”

segunda-feira, 17 de março de 2014

PREVI - PEDIDO DE SOCORRO

Abaixo, pedido de socorro que enviei hoje para a Diretoria e Conselho Deliberativo da PREVI

"Senhores Presidentes da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo
Senhores Diretores e Conselheiros:

1 - No dia 7 de janeiro enviei mensagem solicitando a continuidade do BET. Nas justificativas citei a Resolução 13 do CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar - de 4/11/2013. Outros 9.702 assistidos, relação anexa, fizeram solicitações semelhantes. Não houve resposta.
2 – Sei que a PREVI solicitou autorização para os funcionários da ativa usarem o saldo individual do BET para pagamento das contribuições. Porém, para os aposentados e pensionistas a PREVI limitou-se a suspender o pagamento das prestações os empréstimos simples por 90 dias. O Banco não é beneficiário, mas, usa recursos do BET repassados por força da abusiva resolução CGPC 26/2008, contabilizado em fundos previdenciais, da forma que lhe convém. Esta prática não é de hoje.
3 - Diante da angustia de milhares de aposentados e pensionistas, proponho solicitar aos Órgãos Reguladores autorização para pagamento do BET até dezembro de 2014, conforme acordado em 2010, com base, por analogia, nos princípios da referida resolução 13 do CNPC, que concedeu prazos aos fundos de pensão deficitários para equacionar déficits, sem onerar os participantes. Conforme admitido pela PREVI, ABRAPP e analistas, 2013 foi um ano atípico. Diante da conjuntura adversa os fundos de pensão registraram resultados pífios. Mesmo assim, a PREVI registrou um superávit técnico de R$ 24,7 bilhões, equivalente a 22% das reservas matemáticas, valor este destinado à reservas de contingência. A lei 109/2001 admite destinar até 25% da reserva matemática para compor a reserva de contingência. A PREVI optou por cumprir a abusiva resolução 26, questionada na Justiça e no Senado pelo PDS 275/2012. Ressalto que o Banco não assumiu o BET dos pré-67, cerca de R$ 2 bilhões, conforme acordo de 1997.
4 – Em sendo negada a continuidade do BET, proponho a concessão de empréstimo especial, independente do empréstimo simples, equivalente a 12 parcelas mensais do BET, para pagamento em 120 meses, a partir de janeiro de 2015, corrigido pelo INPC mais meta atuarial. Citamos como exemplo: Um aposentado que recebia R$ 1.000,00 de BET se desejar, teria um empréstimo especial de R$ 12.000,00 (R$ 1.000,00 X 12 meses). A prestação nominal a partir de janeiro de 2015 seria de R$ 100,00. Ressalto que se todos utilizassem este tipo de empréstimo, o desembolso total da PREVI seria em torno de R$ 120 milhões, ou seja, 4,8% do superávit registrado em dezembro de 2013, o que não colocaria o plano em risco. Ademais, com a volta das contribuições houve aumento no fluxo de caixa para honrar compromissos junto aos assistidos.

Atenciosamente,
Antonio Jose de Carvalho – 0.983.371-4"

segunda-feira, 10 de março de 2014

PREVI - ELEIÇÃO 2014 - VALOR ECONOMICO

CORRENTE MAJORITÁRIA DO PT ENFRENTA ENFRENTA OPOSIÇÃO NA DISPUTA DA PREVI

Pela primeira vez desde que chegou à diretoria da Previ, em 2000, a tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), do PT, antes conhecida como Articulação, corre o risco de perder uma eleição e a maioria das posições eleitas da diretoria e dos conselhos do maior fundo de pensão da América Latina. Estão em disputa as diretorias de Planejamento e Administração e seis vagas nos conselhos, todos eleitos pelos funcionários e aposentados do Banco do Brasil.
O fundo é o maior da América Latina, com participação nas principais empresas do país e com presença relevante em negócios do porte das fusões entre Oi e Portugal Telecom e ALL e Rumo. Pelo estatuto, as diretorias mais nobres ficam com os indicados pelo governo, mas as decisões importantes, inclusive desses grandes projetos empresariais, vão à votação. Como a divisão entre eleitos e indicados é paritária, já aconteceu até de o governo intervir no fundo, o que é sempre um desgaste político. Há ainda o acesso a informações, que fora dos conselhos e da diretoria é mais difícil. O momento mais crítico ocorreu no final do segundo governo FHC (PSDB), quando as diretorias eleitas estavam nas mãos de grupos ligados ao PT.
A tendência CNB é a mais próxima ao Sindicato dos Bancários de São Paulo e, no fundo de pensão, atua como um elo entre os representantes eleitos pelos participantes e o Palácio do Planalto. Foi dela que saiu o primeiro presidente indicado pelo governo do PT para o fundo, Sérgio Rosa. Primeiro diretor eleito da Previ ligado ao grupo, ainda no governo do PSDB, Rosa era próximo ao ex-ministro Luiz Gushiken, morto em 2013, e ao deputado Ricardo Berzoini.
Ele e Berzoini, porém, teriam perdido um embate com o ministro Guido Mantega, o que teria alçado o novo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, recém-saído da diretoria do Banco do Brasil, ao posto de principal elo entre o governo, a Previ e outros grandes fundos de pensão, como Petros e Funcef. "Sérgio Rosa e Berzoini perderam influência, mas continuam se alinhando com o governo", afirma uma fonte, lembrando que o caso de Henrique Pizzolato - diretor eleito da Previ na mesma época que Rosa - pode ser explorado no debate eleitoral do fundo. "O Pizzolato foi da diretora da Previ e depois do Banco do Brasil, favorecendo o partido do governo. É a imagem de que não queremos que aconteça", diz essa fonte.
Há dois anos, quando estava em jogo a terceira diretoria eleita, a de Seguridade, o grupo ligado à CNB venceu a eleição por menos de 600 votos. Na época, porém, a oposição estava dividida em outras cinco chapas e o fundo vivia um período de pujança econômica. A próxima eleição, cujo resultado sairá em maio, acontece logo depois de um corte nos benefícios dos aposentados e retomada do pagamento de contribuições pelos participantes da ativa, benefícios que haviam sido concedidos em função de superávits passados da instituição.
Um dos coordenadores da chapa da CNB, a Unidade e Segurança, o presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo, diz que os funcionários vão entender que a decisão de suspender a divisão do superávit foi a atitude mais responsável possível. "Se fosse para fazermos algo eleitoreiro, manteríamos os benefícios até depois da eleição. Mas queremos discutir a perenidade do plano, sem tomar medidas populistas", afirma.
O impacto do discurso da oposição nos eleitores, diz Araújo, não vai ser pequeno, mas deve se concentrar nos aposentados, que foram os que perderam mais renda com a extinção do benefício. "Esse discurso certamente pode atingir quem está aposentado, mas não é este o público que define a eleição. E a presidente da maior associação dos aposentados do país, a AAFBB (Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil), está na nossa chapa, o que mostra que eles compreenderam que foi uma medida necessária", afirma.
Dessa vez, apenas quatro chapas se inscreveram. Duas delas - a União e Participação e a Ética e Transparência - dividem os apoios que em 2012 estavam dispersos em quatro chapas e alcançaram quase 40% dos votos. Na época, a chapa 6, da CNB, agora agrupada na Unidade e Segurança na Previ, ganhou com 22,5% dos votos, uma diferença de apenas 600 votos para a chapa 1, formada por antigos aliados, que agora também buscam se fortalecer na chapa Previ Livre, Forte e de Todos.
"É difícil saber se haverá transferência de votos. Na Previ, as pessoas definem o voto pelas plataformas e pelos apoios. Mas essa é a expectativa", diz uma fonte que participou de negociações que tentaram unir toda a oposição em uma chapa única.
Na tentativa de garantir uma maior coalizão da oposição, houve conversas entre quase todos os blocos de oposição. O primeiro grupo a se destacar e a optar por um caminho independente foi a Previ Livre, cujos envolvidos alcançaram cerca de 21% dos votos em 2012. No fundo, o grupo, do qual faz parte a ex-diretora Cecília Garcez, é apontado como aliado ao PPS e chegou a disputar outros pleitos em coligação com a CNB, mas desde 2012 está na oposição.
"O quadro de diretores da Previ está muito de um lado só. Não existe troca de ideias quando surge confronto. Não existe diálogo com os diretores eleitos. Eles não procuram as entidades porque estão do lado do governo", diz o ex-conselheiro da Previ, Jose Medeiros Neto, candidato da chapa ao Conselho Deliberativo.
A chapa que acabou surgindo das negociações em prol de uma coalizão é a 'União e Participação'. Em todos os grupos há um esforço para não ressaltar vinculações partidárias. Esse grupo, porém, reuniria correntes sindicais ligadas ao PSOL (Intersindical), ao PSTU (Conlutas) e ao PT do Rio Grande do Sul ("Bancários podem mais"), além de funcionários que entraram depois de 1998 e que fazem parte do plano 2 (contribuição definida). Os dois candidatos a diretores pela chapa foram gerentes da Previ.
Já a Ética e Transparência foi criada nos últimos dias do prazo para inscrição, que terminou em 28 de fevereiro, e reúne grupos ligados a duas associações de aposentados do Banco do Brasil - a Associação Nacional dos Aposentados do Banco do Brasil (Anabb) e a Associação dos Antigos Funcionários do BB. Os dois candidatos a diretores do Fundo são ex-diretores do Banco do Brasil.
Entre os ex-aliados da CNB que agora estão na oposição, há os insatisfeitos com a política de alianças adotada pelo grupo nos últimos anos. Alguns, ligados a outras tendências do PT, outros ao PPS, e ao corpo técnico do banco, foram preteridos pela tendência, que fortaleceu sua aliança com o Sindicato dos Bancários de São Paulo e com o PC do B. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) também é apontada como uma aliada prioritária do grupo.
"No último processo, eles estavam muito fortalecidos e não fizeram composição com ninguém. Quase perderam, embora o cenário para a situação fosse muito melhor. Mas agora estão com toda a máquina na mão", diz a ex-diretora Cecília Garcez.

FONTE: VALOR ECONÔMICO
Por Renata Batista, Raphael Di Cunto e Edna Simão | Do Rio e de Brasília

domingo, 9 de março de 2014

TODO DIA É DIA DAS MULHERES. O DIA 8 É ESPECIAL.

Parabéns, mulheres, pelo seu dia. Todo dia é igual, mas este é especial.
Dia de Flores, perfumes e de amores.
Mulher guerreira e capaz.
Mulher que luta, que busca e que faz.
O Dr. Medeiros lembrou que na Diretoria da PREVI não existem mulheres.
Observo que no Banco é igual. Dos 36 Dirigentes Estatutários ( 1 Presidente, 9 Vices e 26 Diretores) não existem mulheres. Discriminação ! ??? Sabemos e reconhecemos que existem mulheres competentes e comprometidas que podem e devem exercer cargos importantes em qualquer organização, podendo até fazer a diferença.
Abraço,
Carvalho

segunda-feira, 3 de março de 2014

PREVI DIVULGA INSCRIÇÃO DE CHAPAS PARA ELEIÇÃO 2014


Foram inscritas 4 chapas para eleição da PREVI que ocorrerá no período de 16 a 28 de maio de 2014. O prazo para validação das chapas é até 10 de março. Os perfis dos candidatos serão divulgados posteriormente. As campanhas serão realizadas a partir do dia 7 de abril. Veja abaixo as chapas inscritas cargos e nomes dos candidatos:
Nome da Chapa: ÉTICA E TRANSPARÊNCIA
Conselho Deliberativo
Titular: Saulo Sartre Ubaldino
Suplente: Aldo Bastos Alfano
Conselho Fiscal
Titular: José Branisso
Suplente: Marcelo Batista Escocard
Diretor de Administração
Italo Lazarotto
Diretor de Planejamento
Arnaldo Jose Vollet
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Leopoldina Maria Correa Freitas
Suplente: Helio Gregorio da Silva
Titular: Claudio Eduardo Cardoso Marra
Suplente: Oraida Laroque Medeiros
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: Lavinia Oliveira Bittencourt
Suplente: Airton Tomé Junior
Titular: Rosineia Diana Balbino
Suplente: Marcello da Silva
Nome da Chapa: PREVI LIVRE, FORTE E DE TODOS
Conselho Deliberativo
Titular: Antonio José de Carvalho
Suplente: José Bernardo de Medeiros Neto
Conselho Fiscal
Titular: Williams Francisco da Silva
Suplente: Iris Carvalho Silva
Diretor de Administração
Cecilia Mendes Garcez Siqueira
Diretor de Planejamento
Décio Bottechia Júnior
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Angelo Raphael Celani Pereira
Suplente: Ari Zanella
Titular: Luiz Carlos Teixeira
Suplente: Paulo Roberto Pavão
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: Felipe Garcia Nazareth
Suplente: Flavia Casarin Nunes
Titular: Lissane Pereira Holanda
Suplente: Eduardo Henrique de Resende Cunha
Nome da Chapa: UNIÃO E PARTICIPAÇÃO
Conselho Deliberativo
Titular: Sérgio Faraco
Suplente: Macilene Rodrigues de Oliveira
Conselho Fiscal
Titular: Fernando Luiz Lima Saraiva
Suplente: Jorge Stein Lopes
Diretor de Administração
Leonardo Faletti
Diretor de Planejamento
Amir Gonçalves dos Santos
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Ebenézer Walter Araujo do Nascimento
Suplente: Maria Lizete da Silveira
Titular: Elaine Michel
Suplente: Carlos Vitor Cerqueira Fernandes
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: Manoel Pereira de Lima Júnior
Suplente: Gisele Crisóstimo Brandão de Sousa
Titular: Cristiana Silva Rocha Garbinatto
Suplente: Bruno Rodrigues Chermont Vidal
Nome da Chapa: UNIDADE E SEGURANÇA NA PREVI
Conselho Deliberativo
Titular: José Ricardo Sasseron
Suplente: Gilberto Matos Santiago
Conselho Fiscal
Titular: Reinaldo Fujimoto
Suplente: Sandra Regina de Miranda
Diretor de Administração
Wagner de Sousa Nascimento
Diretor de Planejamento
Célia Maria Xavier Larichia
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Fernanda Duclos Carisio
Suplente: Antonio Carlos Lima Rios
Titular: Jurandi Pereira do Nascimento Filho
Suplente: José Luiz Barboza
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: Rosalina do Socorro Ferreira Amorim
Suplente: Kleytton Guimarães Morais
Titular: Pablo Sérgio Mereles Ruiz Diaz
Suplente: Paulo Vinícius Santos da Silva