quarta-feira, 21 de maio de 2014

A VERDADE SOBRE O TETO DE BENEFICIOS


A verdade sobre o Teto de Benefícios

Em março de 2008, o Banco rompeu os contratos de trabalho de seus executivos e os transformaram em "estatutários". Os Diretores deixaram de receber salários, passando a receber honorários de 28.943,00 reais, após a incorporação de férias, licença prêmio, cesta alimentação e 13º, entre outros.

Diante da situação, em 24/03/2008, o Conselho Deliberativo da PREVI aprovou o teto de 22.023,00 reais.  Porém, no momento da implantação, o Banco voltou atrás, reivindicando um TETO de 81.000,00 reais. Em 25/11/2010, depois de muitas protelações, o então Diretor da PREVI e atual candidato da chapa 4, Sr. Jose R. Sasseron enviou ofício à PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar - solicitando desistência do processo.

Em 04.05.2011, o nosso candidato Luiz Carlos Teixeira fez denúncia formal à PREVIC da não implantação do teto. Estamos em 2014 e até agora não houve a implantação do TETO. Foram descumpridas: A decisão do Conselho de 2008 e mais 3 decisões da PREVIC, sendo a última de junho de 2013. 

Os Diretores Eleitos, Srs. Marcel Juviniano e Paulo Assunção e o Conselheiro Rafael Zanon, desclassificaram a decisão da PREVIC, dizendo que não foi estipulado o TETO. Legislando em causa própria, reivindicam TETO de 45.000,00 reais.  Já são mais de 140 privilegiados sangrando a PREVI em milhões. É de se observar, também, omissões. As promessas de campanha da chapa vencedora, na última eleição da PREVI, que se repetem nestas eleições de 2014.

 
Agora me diz: Dá para acreditar nesse pessoal?
E não para por aí! Depois das eleições será votado no CD, um bônus de 10 salários para cada Diretor!

Não se enganem, colegas, votem na CHAPA 3, que tem condições reais de virar o jogo e iniciar processos de mudanças na PREVI.
 
obs:
além  dos documentos destacados, existem outros relacionados ao assunto.
Contra os fatos não há argumentos.
Abraço,
Antônio J. Carvalho

5 comentários:

Anônimo disse...

Caro Carvalho, apesar de não concordar com esta discordia da oposição, votei e fiz campnha para chapa 3. Espero que vença.
Cláudio - Piracicaba - SP

WILSON LUIZ disse...


AGORA É NÓIS CONTRA ELES, ESFORÇO FINAL

A campanha para a eleição da PREVI entra na reta final, é hora de fazermos um último esforço, até o dia 28. Creio que será mais proveitoso concentrarmos nosso trabalho no convencimento do imenso contingente de aposentados e pensionistas que ainda não votaram. Minha cidade tem quatro agências do Banco, na de meu relacionamento e mais uma, consegui relação, com telefones, de aposentados e pensionistas; nas outras duas, quando perguntei se tinham a lista, me olharam como se fosse um extra-terrestre, dizendo que não tinham tempo de fazer este controle de seus aposentados. Das duas listas, liguei para mais de cem aposentados e pensionistas, com excelente receptividade, pelo menos em termos de promessa. Alguns vieram à minha casa para que eu os auxiliasse a votar, depois vou mandar para a chapa 3 a conta das cervejas.
Quem não conseguir a relação, pode consultar a lista telefônica ou, caso não a tenha, acessando www.telelistas.net conseguirá o número com facilidade, já tenho mais de vinte para ligar.

Juarez Barbosa disse...

Prezado Carvalho e colegas,

ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS 1 DA PREVI
PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DE UM REDUTOR A SER APLICADO NAS APOSENTADORIAS DOS ESTATUTÁRIOS DO BB E PREVI A FIM DE CORRIGIR A DESPROPORCIONALIDADE EXISTENTE ENTRE O RENDIMENTO MENSAL ATUAL DA RESERVA MATEMÁTICA FORMADA POR TAIS BENEFICIÁRIOS E SEUS BENEFÍCIOS REAIS DE APOSENTADORIA PAGOS NA ATUALIDADE
Colegas,
Antevendo vitória de uma das chapas de oposição, será hora de nossos reais representantes trabalharem propostas de alteração no Regulamento de nossos Planos de Benefícios (1 e Futuro), apresentadas formalmente para serem apreciadas pelo Conselho Deliberativo da PREVI (com assinaturas de pelo menos 1% dos participantes).
Com relação ao Plano 1, além da prioritária proposta de elevação do percentual das pensionistas (no mínimo de 60% para 80%), a criação de um redutor para as aposentadorias dos marajás estatutários, a meu ver e salvo melhor juízo, seria uma medida bastante razoável de combate a citada desproporcionalidade explicitada no título em epígrafe desta postagem.
Imagino uma regra na qual fosse calculado uma média aritmética das maiores 2000 (duas mil) mais altas aposentadorias pagas pela PREVI e estabelecida esta como valor máximo. Quem estivesse recebendo acima desta média seria aplicado o redutor para igualar o valor da aposentadoria a este valor máximo. A argumentação para a adoção deste redutor seria o de aproximar o valor da aposentadoria do valor do rendimento das reservas matemáticas constituídas por cada um ao longo de seu período contributivo. Acho bastante lógico.
Outrossim, barrar qualquer iniciativa da noticiada pretensão de abono de 10 salários anuais para a Diretoria. Acho esta medida absurda, enquanto a maioria de nossos pares têm tido suas aposentadorias achatadas em virtude dos índices anuais de correção não espelharem a inflação real.
Para os participantes do PreviFuturo, talvez uma proposta interessante seria a do resgate das quotas patronais em eventual saída deste Plano.
O que vocês acham desta linha inicial de atuação? Temas para nosso debate.
Um fraterno abraço a todos.
“Nossa união é a nossa força necessária para conquistarmos novos tempos de tranquilidade”.

Antonio Carvalho disse...

Caro Juarez:´
Boa a sua contribuição.
Tenho várias ideias e planos na cabeça e no papel. Outra alternativa seria a média de 240 contribuições.
Nossa agenda será muito ampla e vamos precisar, sim, de sugestões e contribuições.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Wilson Luiz:
Tenho um comentário seu para publicar excelente. Segurei para não expor Você e as agências que Você visitou. Sua estratégia é louvável. Gentileza mandar um e-mail para: ajccarvalho@bol.com.br, urgente para nos comunicar e ajustar um pouquinho a sua redação.
Aguardo.
Carvalho.