segunda-feira, 14 de julho de 2014

A NOVELA DO EMPRESTIMO SIMPLES


Milhares de Colegas, inquietos e angustiados, continuam aguardando decisão da Diretoria sobre a suspensão da cobrança das prestações do empréstimo simples por mais algum tempo, para que ajustem seus orçamentos, agravados pela suspensão do BET antes do tempo programado e retomada das contribuições, suspensas desde 2007.
Já divulguei algumas vezes que no início de junho, logo depois da posse, sugerimos alongar o prazo das dívidas, para quem desejasse e carência de 6 meses para  retomada da cobrança das prestações. Registrei a sugestão na reunião do Conselho.
Sabemos que amanhã, 15 de julho, haverá reunião da Diretoria e que está prevista decisão a respeito deste tema que vem se arrastando e causando desgastes. Sabemos da luta dos Diretores Cecilia Garcez e Decio e acreditamos na sensibilidade dos demais Diretores para uma decisão favorável.
Continuamos atentos e acompanhando o desenrolar deste processo, repassando informações assim que surgirem.
Leia, abaixo, parte do texto publicado no Blog de Cecilia Garcez, dia 13/07 às 21.17 hs.

Abraço,

Carvalho.

 

“Em relação ao Empréstimo Simples, a decisão ficará para a próxima semana, porém adianto que houve um avanço nas negociações e estamos tentando construir uma alternativa que atenda a maioria dos colegas, sem criar impasse na decisão. Todos estão se empenhando para que consigamos chegar a um consenso”.  

15 comentários:

Jorge Teixeira - Araruama disse...

Seja qual for a alternativa que deverá surgir após a reunião de diretoria de hoje, 15.07.14, com certeza o final dessa novela não será feliz para os integrantes do “PB-1”. Alguns poderão ganhar uma sobrevida, sabe-se lá até quando, caso o ES seja apresentado com uma nova configuração que não penalize tanto o bolso dos associados. Mas uma possível cura para o problema só virá quando os benefícios forem reajustados, fruto de um realinhamento digno do plano com a correção de flagrantes injustiças contidas em seu bojo. Todos sabemos que esse sonhado e desejado realinhamento só será possível quando houver saldo suficiente na rubrica reserva especial para revisão do plano. Ou também caso houvesse uma flexibilização do percentual de 25% hoje vigente para formação da reserva de contingência. O “PB-1”, maduro e fechado, não precisa de um colchão de liquidez com essa magnitude de 25%, principalmente porque o problema ora vivenciado não é de natureza estrutural e sim eminentemente circunstancial. É duro e óbvio, mas não podemos perder de vista, em função dos termos da malfadada e “inderrubável” resolução 26, que o patrocinador tornou-se dono de 50% da tão almejada reserva especial para revisão do plano.

Anônimo disse...

Carvalho,
Pouco adiantou essa novela do ES.Apenas aumentou de l3O mil para l45 mil.Só flexibilizou para a faixa etária de 5l a 86 anos.Tenho 70 e já devo l43.000,00 mil.Pegar 2 mil pouco adianta e nem margem prá isso tenho.Estou negativo l4l,00 reais.O melhor seria maior dilatação do prazo para diminuir as prestações com a carência de 6 meses para começar a pagar conforme vc. disse. Estamos fritos. As dívidas continuam e a comida da mesma continua racionada enquanto esse Marcel nada de braçada no dinheiro.
Lourival

Anônimo disse...

Em se falando em novela, o final desta, ou seja, do ES, não se compara às da Globo, mas, sim, às das emissoras menores, que detem menos recursos. Decisão pífia que não atende em nada aos mais endividados. Sem menosprezar o trabalho de nossos eleitos, nem mesmo se compara a uma vitória de Pirro. Houve, isto sim, perda total.

Anônimo disse...

As alterações anunciadashoje 15.07 não alterarão o quadro dos que se encontram em situação de maior fragilidade, pela inexistência de margem consignável tendo em vista o retorno da cobrança das contribuições à Previ.É preciso desconsiderar - no cálculo da margem consignável - o impacto da contribuição à Previ e à Capec. Caso contrário, a aflição dos que mais precisam permanecerá. Será que ninguém pensou nisso...Santo DEUS.É preciso retomar a discussão buscando sensibilizar os diretores

Anônimo disse...

Há de se reconhecer o esforço da senhora Cecília e do Sr Décio, no entanto, a presente medida não alcançará as pessoas que se encontram em situação de maior fragilidade, que aliás, é grande e esmagadora maioria. A medida é seletiva, e que pese a elevação do valor e flexibilização dos prazos. A razão: a total inexistência de MARGEM CONSIGNÁVEL pelos IMPACTOS decorrentes da cobrança das CONTRIBUIÇÕES À PREVI E Á CAPEC. È inacreditável que ninguém tem pensado nisso Algo absolutamente elementar. É preciso voltar à mesa e sensibilizar a Diretoria mostrando que a medida é inócua se não forem desconsiderados os impactos da Contribuição à Previ e à Cape, na apuração da margem Consignável,principalmente da Contribuição à Previ..

Anônimo disse...

Carvalho,
Entendo, compreendo os esforços e empenho de vocês da chapa 3, na Previ, para a qual, também no sucesso da eleição, trabalhei um pouquinho, na minha cidade, região e até Brasil.
A ampliação do prazo para 108 meses, nada resolverá, pois acontece que o impacto da contribuição à Previ deixa a margem consignável negativa, já que a Capec, segundo fui informado não vai onerar. Quem já tinha um empréstimo, não consegue renovar, mesmo com 6 prestações pagas antes da suspensão, isto posto, a PREVI atendeu vocês diretores (Chapa 3) pelo reclamo e não atendeu os associados pela necessidade, então TROCOU 6 POR MEIA DÚZIA.
Penso que a solução é não deixar as contribuições à Previ impactarem a margem consignável, pelo menos por esta renovação, e até 20/janeiro/2015, data do próximo aumento do benefício.
Lembro que as contribuições estavam suspensas a algum tempo e novos empréstimos como renovações foram feitos em cima desta situação. Por analogia óbvia: quem tem margem consignável, está se vendo, que não precisa de empréstimo, o problema resume-se exatamente em quem não tem a margem consignável.
Oxalá, tenhamos ainda novidades de sua parte sobre este assunto até 22/07/2014.

CELSO BERNARDES
FORMIGA-MG


jurandir waltrich disse...

Colega Carvalho!

O que foi informado pela Previ, com relação a renovação do ES, não atende a maioria que ganha pouco, por duas razões:
a) retorno das contribuições e retirada do BET tornou a MC negativa para muitos;
b) os que já estavam endividados com a Previ, tinham dois emprés-
timos, o A e o B, sendo que o B
foi criado do MC do BET, que não existe mais;
c) a solução seria um alongamento maior, para que se possa adequar a parcela mensal e dois retornaria ao normal.
Abraços;

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

Há um consenso geral de que as alterações feitas no ES não irão atender às expectativas e necessidades daqueles que mais estão precisando neste momento. A causa principal é a falta de margem consignável para acesso ao novo produto. Essa ausência de margem teve como causa principal a volta das contribuições a partir de janeiro. Entendo que esse problema deveria ter sido levado em consideração, e não foi, pelos responsáveis em elaborar a nova configuração. Do jeito que está se tornou um produto “elitizado”, acessível apenas àqueles detentores de um maior poder aquisitivo que são, imagino, os que não necessitam fazer uso de empréstimos. Mais uma vez, tal qual aconteceu com o benefício especial de renda certa, a Previ faz opção pelos amigos do rei em detrimento da grande maioria que se encontra em situação financeira instável. De hoje até o dia 22, data prevista para abertura de novas contratações, ainda há tempo para que seja apresentada uma proposição desvinculando, se possível, o valor das contribuições para efeito de cálculo da margem consignável.

NIVALDO ELIAS DOS SANTOS disse...

DR.MEDEIROS POSTOU SEGUINTE HOJE, DIA 16:
"O que posso dizer é que vou continuar lutando por melhores condições para o ES e vou analisar com mais profundidade os números agora que participo como suplente do CD.

Tenho a certeza de que os nossos diretores eleitos se empenharam ao máximo para encontrar soluções para o ES que conseguisse atingir a todos os necessitados. Não obtendo êxito total, sei que estarão dispostos a ouvir sugestões, propostas, críticas e debater com os participantes excluídos uma maneira de aperfeiçoar os parâmetros anunciados.

Sinceramente, é o que eu acho. Agradeço a compreensão e a todos que tem enviado sugestões coerentes e factíveis a respeito do assunto. Recebam o meu abraço e a minha solidariedade. E, por favor, não se desesperem. Vamos continuar lutando para tentar sensibilizar a diretoria de que é preciso aprovar, de uma vez por todas, a fórmula 180/180."
ENTAO EU LHE PERGUNTEI SE HA A POSSIBILIDADE DE UMA REABERTURA DAS NEGOCIACOES SOBRE O E.S. E ELE PRONTAMENTE ME RESPONDEU QUE SIM.
A AFABB-RS ESTAH ENTRANDO COM UM PEDIDO FORMAL HOJE PARA QUE A PREVI REVEJA OS PARAMETROS DO DIA 15 P.P. QUE REALMENTE NAO RESOLVEU NADA PARA NINGUEM A NAO SER PARA ELA PROPRIA.
ESPEREMOS COM ESPERANCA. ACHO QUE A ENORMIDADE DE POSTAGENS INDIGNADAS NOS VARIOS BLOGS JAH POR SI SOH MOSTRA PARA A PREVI A NOSSA SITUACAO.

Anônimo disse...

Prezado Carvalho, esclareça por favor, pois os dados não batem:Primeiro 24.000 suspenderam as prestações do ES, agora afirmam que menos de 3000 estão com margem negativa, essa estatística é sigilosa?creio , quem suspendeu foi por falta de poder de pgto. portanto um endividado e ainda assim continuou com margem positiva?

Anônimo disse...

Carvalho,essa novela continua por que não queremos entender que a boa novela é a da recuperação dos nossos salários. Não temos margem consignável nem para conversar com a Previ, e a culpa é nossa que descuidamos de nossos salários. Queríamos dinheiro fácil, e por certo pensando que não pagaríamos. A conta esta aí, sendo cobrada, e a única solução que vejo é recuperar os salários, mas não entendo o porque de ninguém querer falar sobre isso.

Anônimo disse...

O ES precisa de uma renegociação urgente caso contrário muitos não terão o mínimo para sobreviver e só depende da Previ. Após a estabilização dos endividados a recuperação dos benefícios evitaria o uso do ES que levou os aposentados ao fundo do poço.

Antonio Carvalho disse...

Colegas:
Todos os comentários sobre o empréstimo simples tem muito de verdade. De fato não vai aliviar muito a situação dos endividados. Lamentável que a Diretoria de Seguridade, ao elaborar proposta, não contemplou a sugestão que enviei, ou seja, aumentar o prazo para reduzir o valor da prestação e conceder carência de 6 meses para a retomada das prestações. Sabemos do esforço que Cecilia e Decio fizeram para agregar alguma melhoria no que foi aprovado. Os Colegas desejam é um fôlego financeiro. Aumentar a dívida pode ser pior.
Jorge: (15/07 - 5.13 hs). Seus argumentos procedem. É verdade que, enquanto não for debelada a ilegal resolução 26/2008 continuamos atados, mesmo que haja reserva, será repartida com o Banco. A resolução 26/2008 impõe reserva de contingência de 25% da reserva matemática. A Lei 109/2001 diz até 25%.
Anônimo: (16/07 - 8.17 hs).
Desconheço dados técnicos da proposta mas acredito que milhares pediram para suspender a cobrança das prestações, mesmo tendo margem consignável. O ideal seria que todos fossem contemplados e foi neste sentido que sugerir elevação de prazo e carência, para quem desejasse.
Vamos continuar lutando.
Abraço,
Carvalho

Anônimo disse...

Carvalho, o que mais me preocupa é o descaso que vocês demonstram com outras alternativas que nos tirem deste buraco. Vocês se esquivam ou ignoram todas as vezes que eu falo na recuperação de nossos salários. É justamente ai que os oponentes vem atacando há anos, haja vista a promessa de incorporação do BET e seu imediato corte. Atualmente existem muitos, acuados no pé da parede, sem margem consignável para nada, e se não cuidarmos esse número vai aumentar, pois sem salário só resta o famigerado ES. Gostaria que fizesse uma análise sobre o que fazer para melhorar nossos vencimentos. Tenho certeza que a solução passa por ai.

Anônimo disse...

Alguem tentou acessar o extrato do ES no Auto Atendimento da Previ?
Não consigo, coloco a matricula e a senha e da SENHA INVALIDA.
Já tentei 5 vezes e nada;;;;;;