domingo, 7 de setembro de 2014

AÇÃO IMPOSTO DE RENDA 1/3 PREVI


Compartilho informações prestadas pela Vice-Presidência de Relações Funcionais da ANABB, em resposta a sugestão feita pelo Colega Marco Antonio postada neste blog, que consiste na liquidação de ações de 1/3 Imposto de Renda PREVI via valores incontroversos, citando como referência ações do FGTS.

Para entendimento:

No período de 1989 a 1995 não abatíamos na declaração de imposto de renda nossas contribuições para a PREVI que eram de 1/3 do nosso salário de contribuição, logo recolhíamos imposto sobre estas contribuições. Ao nos aposentar pagamos imposto de renda sobre o benefício recebido, caracterizando bi tributação. Em 2010 a ANABB ajuizou ação vencida na primeira instância que se encontra em grau de recursos na segunda instância. Desde setembro de 2012 a PREVI deposita em juízo 1/3 do imposto de renda sobre os benefícios pagos para ser utilizado no final da ação, se vencedora, evitando o Governo efetuar o pagamento com o uso de precatórios.

Em 2013 a Receita Federal admitiu a bi tributação e expediu a Instrução Normativa 1.343/2013 admitindo, administrativa, a compensação do imposto pago em duplicidade, retroativo, para quem se aposentou a partir de 2008.

Além de ações coletivas existem ações individuais, como é o caso do colega Marco Antonio que está buscando a alternativa de liquidação incontroversa.

Transcrevo, abaixo, informações prestadas pela ANABB.

 

“Prezado Sr. Carvalho,

Cons. Fiscal

 

A ação coletiva de IR PREVI (14460-60.2010.4.01.3400) foi ajuizada pela ANABB em mar/2010 e distribuída para a 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. Em 09/12/2011 o pedido da ação foi julgado parcialmente favorável, para, observada a prescrição qüinqüenal (5 anos), declarar a inexistência de relação jurídico tributária que obrigue os associados ao recolhimento de IR incidente sobre a complementação de aposentadoria, referente às contribuições vertidas a PREVI (1/3), no período de 1/1/89 a 31/12/95 e condenar a Fazenda ao pagamento dos valores indevidamente recolhidos a esse título.

 

A Fazenda Nacional e a ANABB não interpuseram recurso, porém, conforme o disposto no artigo 475 do Código de Processo Civil, por se tratar de sentença proferida contra a União, a decisão só produzirá efeitos após a confirmação pelos Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e julgamento de eventuais recursos aos Tribunais Superiores (STJ e STF). Assim, a execução só será possível após o trânsito em julgado da decisão favorável, quando não são mais cabíveis recursos, inviabilizando pedido de cumprimento provisório de sentença.

 

No caso das ações individuais de IR 1/3 PREVI, para verificar a viabilidade de execução da parte incontroversa é necessário analisar a situação de cada processo. Isso porque grande parte das ações já está em fase de execução, na qual serão feitos os cálculos para pagamento. No entanto, nos embargos opostos pela Fazenda Nacional, via de regra, é atribuído efeito suspensivo previsto no art. 739-A, § 1º do CPC, que interrompe o curso da execução.  

 

Nos embargos, a Fazenda Nacional poderá alegar os fundamentos previstos no art. 741 CPC:

 

I – falta ou nulidade da citação, se o processo correu à revelia;

 

II - inexigibilidade do título;

 

III - ilegitimidade das partes;

 

IV - cumulação indevida de execuções;

 

V - excesso da execução, ou nulidade desta até a penhora;

 

Vl - qualquer causa impeditiva, modificativa ou extintiva da obrigação, como pagamento, novação, compensação com execução aparelhada, transação ou prescrição, desde que supervenientes à sentença;

 

V – excesso de execução;

 

VI – qualquer causa impeditiva, modificativa ou extintiva da obrigação, como pagamento, novação, compensação, transação ou prescrição, desde que superveniente à sentença;

 

Vll - incompetência do juízo da execução, bem como suspeição ou impedimento do juiz.

 

Por se tratar de processo incidente no curso da execução, os embargos serão decididos por sentença, da qual poderá ser interposto recurso de apelação com efeito suspensivo da decisão (Art. 520 CPC). Dessa forma, poderá haver óbice processual para execução da parte incontroversa, ou mesmo possibilidade de que decisão posterior nos embargos altere os cálculos/valores apresentados inicialmente, acarretando risco de devolução de eventuais valores já recebidos. Todavia, conforme citado pelos associados, a solicitação foi levada ao conhecimento do escritório responsável para verificar a possibilidade em seus processos.

 

No caso das ações de FGTS, citadas pelo associado, nas quais houve pedido de execução provisória, a situação era diversa. Havia recurso pendente apenas em relação aos honorários advocatícios, vez que a CEF foi isentada do pagamento da sucumbência devida ao advogado dos autores. Assim, não havendo mais discussão quanto ao direito dos autores de recomposição das contas de FGTS, foi promovida a execução provisória, restando pendente apenas a discussão em relação ao recurso dos honorários, que em nada afetaria o direito ou os valores a serem recebidos pelos associados.

 

Atenciosamente”,

 


De: Tereza Godoy [mailto:tereza@anabb.org.br]

31 comentários:

rafael campagnoli disse...

Resolvi desistir da ação proposta pela Anabb e outra individual. Requeri a devolução bis is idem VIA ADMINISTRATIVA, conforme a Resolução 1.343 da Receita. CAI NA MALHA FISCAL ( FINA ), e tive que apresentar todos os documentos de deduções ou abatimentos. Como não tinha alguns, a Receita glosou em torno de 25% dos valores a que tinha direito. Como tinha pago imposto no ano calendário ( 2011, entregue em 2012 ) o auditor que me atendeu não soube responder se o valor do imposto pago viria automaticamente junto com a restituição automática ( nos lotes mensais ) ou eu teria que fazer um pedido ( PER ) via internet para reaver o imposto pago. Em princípio a Receita devolve inicialmente apenas o "imposto retido" quando do pagamento da Previ. Detalhe: quando mandei a Declaração Retificadora, inicialmente apareceram "pendências" no site; eu não sabia, mas nesse momento ( fica uns 2 dias assim ) eu poderia ter feito nova retificação e incluído valores corretos de recibos etc ... Como não fiz isso, ela fechou as pendências e mandou a intimação de malha ... tive que correr, senão tinha multas etc em 20 dias. Como eu tinha direito de incluir despesas da Cassi de um dependente, o auditor disse que quando está na Malha "ele só pode tirar e não pode incluir nada" ...Uma pena; se quiser reaver o desconto da Cassi, tenho que fazer nova retificadora. Agora estou rezando para ver se recebo o mais rápido possível ...

Anônimo disse...

E quem se desassociou da ANABB, como fica?

Marco Orlando disse...

Amigo Carvalho,
Mais uma vez voce mostrou o seu comprometimento com os colegas/participantes.
Muito obrigado.
Gostaria apenas de informar que minha ação já transitou em julgado, tendo retornado para a vara de origem, onde está em fase de execução com embargos da Fazenda Nacional. No meu caso não poderia se tentar a execução por valores incontroversos? A Anabb informa que já encaminhou minha solicitação aos advogados, mais já fiz duas solicitações e a primeira já tem mais de 8 meses, sem resposta/solução.
Aguardo.
Tenha um excelente dia.
Marco Antonio Orlando

Anônimo disse...

Antônio,
com o devido respeito, mas quero sugerir-lhe a leitura de:
SISTEMA FISIOLÓGICO NA PREVI (João Rossi Neto) – no blog de Ary Zanella, e gostaria de ver sua réplica.


Paulo Beno disse...

Ola Carvalho,

Li no site da ABRAPP (presidida pelo Pena, da Forluz) que estão propondo à Superintendência Previc pagamentos semestrais da TAFIC (hoje é quadrimestral e taxam sobre o patrimônio do Fundo de Pensão- amanhã , dia 10/9/14 vence-se a ÚLTIMA parcela de 2014- Tal Tafic é tão exagerada para o Plano 1, que em 2013 o total pago SUPEROU o valor que pagamos aos nossos Dirigentes!!!(Vide Balaço)-Pág.159.R$ 6,811 milhões.

Propõe também que sejam taxados em "função da modalidade"(???)do Plano e não sobre o seu patrimônio.
Informam, no site, que reduzirão o valor para muitas e SUBIRAM para algumas...
(Cuidado para não prejudicarem mais o Plano 1- CAMPEÃO DE PAGAMENTOS DA TAFIC-R$ 6,925 milhões EM 2013 !

Mande ver no CD e ao Diretor Competente.

Valdevino disse...

Senhores Ari, Medeiros, Carvalho, Cecilia e colegas
que visitam os blogs:
SUGESTÃO:
Poderíamos encaminhar e-mail para alguns senadores cientificando-os de nossas preocupações com nossa Caixa de Previdência, notadamente quanto à Resolução 26 de 29.09.2008 e o PDL 275/2012, este último, em andamento em comissão.
A finalidade é, apenas, convencer a alguns senadores a tocarem no assunto quando fazem seus pronunciamentos na tribuna do Senado Federal.
Podemos sugerir, ainda, a substituição do Sr. Senador José Pimentel da relatoria do PDL 275/2012 por ter sido o autor da Resolução 26, quando ministro do INSS.
Podemos dizer, também que, com o advento da Resolução 26 parte dos recursos da Previ foram para o patrocinador em prejuízo dos assistidos (suspensão do BET e volta da contribuição mensal para a Previ) e o conseqüente endividamento da maioria dos assistidos.
Sinto-me incompetente para redigir um texto padrão, no entanto, um dos vários colegas que têm conhecimento sobre o assunto poderia, voluntariamente, tomar a iniciativa e, se for o caso, pedir a colaboração do Sr. João Rossi Neto.
Se a idéia vingar, relaciono alguns e-mail extraídos do site www.senado.leg.br:

Paulo Bauer – PSDB – paulobauer@senador.leg.br
Aécio Neves – PSDB – aécio.neves@senador.leg.br
Ana Amélia – PP – ana.amelia@senadora.leg.br
Aloysio Nunes Ferreira Filho – PSDB – aloysionunes.ferreira@senador.leg.br
Fernando de Souza FLEXA RIBEIRO-PSDB – flexaribeiro@senador.leg.br
Mário Couto Filho – PSDB – mario.couto@senador.leg.br
Paulo Renato Paim – PT – paulopaim@senador.leg.br
Rodrigo Rollemberg – PSB – rollemberg@senador.leg.br

Se a idéia vingar, pelo menos, tomam conhecimento de nossa situação.
Atenciosamente
Valdevino

Fernando disse...

Colega Carvalho, no post de 03 de setembro, me manifestei, endossando o que colega Marco, e hj , agradeço sua preocupação com o assunto e pela resposta da ANABB, realmente, nao vai ser fácil , o fim de dessa ação. Pediria aos colegas, se alguem tinha ação coletiva na ANABB , e desistiu desta, e se quem sair da ação, pode requerer os últimos 05 cinco anos.

Goulart disse...

Colega aposentado Carvalho, volto a insistir, por favor na solicitação junto a Diretoria da Previ, quanto ao alongamento das prestações do ES, aumento de limite para 180/180, o mais urgente possivel, por favor, ou escalonamento das dívidas. por favor, em meu nome de muitos outros colegas aposentados e pensionistas. Obrigado, sei que existem mais assuntos importantes, mas, para nós, os Excluidos, este assunto é de suma importancia, questão de sobrevivência. Obrigado, aposentado de Cambé-PR.

Antonio Carvalho disse...

Anonimo - 08/09 - 7.26 hs
Acredito que somente os associados serão contemplados pela ação coletiva da ANABB.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Marco:
Copiei seu comentário e enviei para a ANABB, conforme abaixo:
"
Prezados Fabiano / Tereza:
Divulguei no blog WWW.ajccarvalho.com.br, a pedido do colega Marco, a informações sobre ações 1/3 PREVI.
Abaixo, comentário postado pelo Marco a respeito de sua demanda.
Gentileza prestar informações diretamente ao colega e se desejar poderei postar no blog.
Abraço,
Carvalho".

Antonio Carvalho disse...

Anônimo: 09/09 - 2.51 hs
De igual modo, com igual respeito, prefiro desconsiderar insinuações de colegas que desconhecem minha postura e minhas lutas, comprovadas, liderando movimentos, indo ao Congresso Nacional, participando de manifestações, denunciando, debatendo, apresentando propostas e sugestões e já como eleito votando contra os votos dos conselheiros indicados.
Continuarei atuando com isenção, independência, responsabilidade, firmeza, persistência, em defesa da PREVI e dos participantes.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Valdevino:
Os Senadores por Você relacionados já defendem o PDS 275/2012. Devemos continuar buscando apoio de outros, em especial dos que compõem a base do Governo. Mais de uma vez já elaborei minutas de pedido de apoio, sendo a última enviada aos Senadores que lideram a Comissão de Assuntos Econômicos por cerca de 10 mil Colegas. Agora é o momento próprio para nossos colegas demandarem os Senadores e outros políticos candidatos.
Passadas as eleições, voltaremos ao tema com toda força, enviando mensagens, visitando os gabinetes etc.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Fernando: 09/09 - 13.51 hs
Para os casos específicos, sugiro os colegas se dirigirem diretamente à ANABB.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Goulart: 10/09 - 9.41 hs
Conforme já comentei, a Diretoria de Seguridade concluiu ser inviável o alongamento dos prazos e foi orientada a divulgar no site da PREVI, ainda não providenciado.
Abraço,
Carvalho.

Valdevino disse...

Prezado Carvalho,
Obrigado por já manter tratativas com nossos representantes no congresso.
NOTICIA DO JORNAL ESTADO DE MINAS DE HOJE
"DECISÃO DO STJ DEFINE QUE INSTITUIÇÕES ESTÃO IMPEDIDAS DE CONFISCAR MAIS DE 30%DOS RENDIMENTOS DE ENDIVIDADOS.
"Em 1ª instância o Juiz entendeu que a cláusula de débito automático de empréstimo em conta corrente é legal, pois, uma vez depositado em conta, o valor é crédito, não é salário nem moeda"
EM RECURSO ESPECIAL NO STJ, o Ministro relator do caso afirmou que o entendimento firmado no STJ é o de que, mesmo com cláusula permissiva, a apropriação do salário do cliente pelo banco é ilícita e dá margem a reparação por dano moral"
Apenas para conhecimento dos colegas
Valdevino

Goulart disse...

Caro colega aposentado Carvalho, gostaria que me enviasse o seu email, para que eu possa encaminhar mensagens que recebo, principalmente do Blog dos Bancarios. Obrigado se for atendido, Goulart de Cambé-PR, bem pertinho de Londrina-PR.

Anônimo disse...

Prezado Antonio Carvalho, há assuntos que a nossa justiça brasileira não resolve, pois está atrelada ao governo! Mas a OEA, resolve, não seria o caso nas questões do nosso fundo de pensão? Esta semana teve notícia de um caso de racismo, onde uma pessoa não conseguiu nada aqui; porém procurou a OEA e a causa foi ganha. Grata!

Anônimo disse...

Pelo amor de Deus, é a ultima vez que venho aqui, por favor fazer algo emergencial, empréstimo, qualquer coisa, mas é para já, agora, o resto é importante mas tem tempo...a nossa conta não tem mais tempo.Obrigada

Anônimo disse...

AUTOPATROCINADOS

Notícias boas estão por vir.
Aguardem!!!

Anônimo disse...

Prezado Carvalho, sou associada da ANABB, logo faço parte da ação coletiva, me aposentei em 98 , devo procurar a ANABB?

Anônimo disse...

Pergunta que não quer calar:

1 - A ANABB, AFABB, ANAPLAB, Chapa 3, têm divulgado alguma matéria a respeito da segregação dos Funcis do BB pós 24.12.1997?

2 - Se o Complemento de Aposentadoria na PREVI-PB1 (vinculado ao Salário Bruto no BB) fazia parte do Contrato de Trabalho, é lícita a segregação/quebra de isonomia aos pós 97?

Agora a pergunta fatídica:

3 - QUAL FOI O REAL MOTIVO da segregação (além do pânico provocado pelo Fator Previdenciário) ?:

I – o SB dos Postos Efetivos de valor inferior ao TETO do INSS ? (Culpa do BB, FHC...)
II - criação da Parcela Previ ?
III - que passou a balizar o piso de Benefícios 70% da PP? . . .
IV - mais importante:
INSTITUIR UM PONTO DE CORTE, impedindo o ingresso de NOVOS Participantes a onerar a necessidade de MAIOR Reserva Matemática, com menor contribuição?

V - assegurar em poucos anos o Equilíbrio ou SUPERÁVIT ... A N C O R A D O na supressão de 25% do SB com o Tendencioso Regulamento de 24.12.1997?

VI - Superávit este que despertou a GULA do Governo e Diretoria do BB? Ou os Aportes do BB na PREVI e vice-versa eram acerto de dívidas pre-67, 80, etc.?

VII - em 24.12.1997 já se projetava/almejava esse TESOURO DE PIRATAS (Superavit)?

Por favor, CD, BB, ANABB, MPF calem minhas perguntas.
Preferentemente, calem com atitudes corajosas.
Perguntas que não se calam são feitas para meditar (martelam a mente).
O BB e a Previ (Inclusive a Chapa 3) poderiam empenhar-se em resgatar essas injustiças, via administrativa, desde logo. Depois com a Alteração do Regulamento em 2015.

Os D.D. Ary, Medeiros, Rossi & Cia já estão escaldados de tanto embate. Mas são nossos heróis e talvez consigam digerir esse assunto, essencial em futura Alteração dos Estatutos.

São muitas questões históricas que se misturam com ilegalidades desde os Nefastos Planos Econômicos que respingaram prejuízos no BB e na Previ.

Os Culpados: Os Anões, Delfim... FHC mais que o Collor, PSDB, PT, as Diretorias há décadas contaminadas pelas dificuldades impostas pelo governo ao BB, Previ, Petros... Desde quando ocorrem essas mazelas ?

Em que medida são culpados os atuais Diretores do BB e Previ?
Mais ou menos culpados seriam os Diretores que implementaram as Ilegalidades da Resolução 26?

Se o escopo da atual Diretoria do BB e Previ fosse exclusivamente assegurar a saúde financeira do Fundo, distribuindo o Superavit APENAS na Revisão de Benefícios aos Assistidos (não ao Patrocinador) é certo dizer que os Honorários de 50.000,00 mais os Bônus seriam merecidos.

É possível o BB e o CD(com a Chapa 3) fazerem uma trégua e negociar soluções para as ilegalidades do BET (7,5 BI que o BB pode devolver em 20 anos, e a PREVI reverte valores em Investimentos voláteis, para Fundos Exclusivos da Previ no BB. Questões a negociar.
Cada um cedendo um pouco (BB, Previ, Chapa 3), TODOS ganhamos mais.

Insisto que, para fazer Justiça contra as Ilegalidades do CD, são necessárias novas meia-ilegalidades (por ato Administrativo) como a Suspensão das Contribuições para os Aposentados, Revisão do ES com menos encargos e/ou menor PMA, compensados com maior carência(12 meses), com redução gradativa do prazo nas renovações anuais:
180.000,00 / 144 meses ou (cfe. idade) = PMA de 1,25% do Capital.
170.000,00 / 144 meses, depois de 1 ano, 138...132, 126, 120 meses.
- Exemplo: R$145.000,00 x 1,25% = R$1.812,50
Diminuindo 6 meses no prazo a cada 12 meses, em 10 anos restariam 84 meses (7anos).
O limitador do ES passa a ser a MC de 30%, com PMA de 1,25% - o resto se ajusta.

Considerando que a PMA de 1,25% do Capital seria inferior aos valores das PMAs atuais, que representam quase 1,50% do Capital, a PREVI poderia compensar isso REAJUSTANDO pelo INPC a PMA em Janeiro de cada ano, como faz com os Benefícios (essa implementação é fácil e poderia ocorrer em Novembro/2014, pelo menos em Janeiro/2015).
Lembrando sempre: o valor da PMA não pode ser inferior aos encargos mensais.

Colegas, bom fim de semana.

Marcelino MAUS
F6752890

Antonio Carvalho disse...

Goulart:
Meu email: ajccarvalho@bol.com.br

Antonio Carvalho disse...

Anonimo: 11/09 - 9.43 hs
Não sou da área jurídica. Caberia as nossas associações avaliar todas as possibilidades jurídicas. Desconheço ações neste sentido relacionadas ao BB, CASSI e PREVI
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Anonimo: 11/09 - 13.16 hs
Conforme divulgado no site da PREVI a Diretoria de Seguridade sinalizou ser impossível neste momento rever os critérios de empréstimo simples e não tratou de outras possibilidades para amenizar a situação decorrente da extinção do BET e retomada das contribuições.
Continuamos atentos e tentando outras alternativas.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Anônimo: 12/09 - 6.34 hs
Sugiro, sim, procurar a ANABB até para tirar dúvidas e saber se existe alguma pendência de documentos, etc.
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Marcelino:
Estes questionamentos e identificação de tantas distorções decorrentes de mudanças na legislação, estatutos e regulamentos já levantei, tempos atrás, comparei números e por algumas vezes compartilhei através de e-mails, blog e grupos de discussão. Tenho dito que pode até ser legal mas não é justo mudanças de regras com implicações de perdas. Existem milhares de ações contra a PREVI de toda ordem em que uns ganham e outros não e as discrepâncias continuam existindo. Na época da mudança do estatuto a alegação foi proteger a PREVI de ameaças de mudança na previdência em que os benefícios do INSS seriam reduzidos e os complementos da PREVI seriam elevados. Não houve mudanças neste sentido. A PREVI entre 2006 a 2008 teve chance de resolver ou amenizar as distorções quando em algum momento as reservas especiais passaram dos R$ 30 bilhões. Hoje não existem reservas especiais. Neste período houve alguns ajustes pontuais e que criaram outras distorções. Em 2010 houve o BET em que foram usados R$ 15 bilhões de reservas, dos quais foram repassados ao Banco R$ 7,5 bilhões por força da ilegal resolução 26/2008, questionada na Justiça e no Senado. Temos muito o que questionar, refletir e agir neste sentido mas para qualquer ajuste é necessário que se constituam reservas matemáticas para sustentar maiores desembolsos. Nós da chapa e divulgamos em nosso programa alguns temas sobre os quais iremos lutar durante nosso mandato. Já começamos a atuar mas eventuais melhorias não ocorrem do dia para noite.
Abraço,
Carvalho.

Anônimo disse...

Muito boas considerações, de assuntos que reconheço já terem sido abordados.
Peço desculpas extenso texto postado, mas é que foi fluindo desordenado.

Mas a intenção era de tentar demonstrar a complexidade do assunto que parece não ter solução Judicial nem Administrativa eficaz.

Tanto é que o que ocorreu desde 1997 foram MUDANÇAS PONTUAIS e os desatinos do BET idealizado na Diretoria do BB, Resolução 26, de interesse maior do próprio BB, não foram só 7,5 BI apropriados...

É preciso enxergar por cima do muro, do Regulamento, da Resolução 26, da LEI:
A Previ é rica muito por mérito da contundência do CD ao gerir o Fundo, amparado pelo gigantismo do BB, mas parece que extrapolaram com compensação/apropriação/distribuição de mais de 50 BI desde... 1980...

A cifra foi enorme e hoje, 7,5 BI seria muito pouco para manter o BET por mais 2 anos.
Os mega salários, os Bônus, tbm soman pouco nesse contexto e poderiam ser revistos.

Escrive tudo isso, ontem e hoje, pensando numa forma de justificar um PACTO da PREVI + Chapa 3, que traga melhorias NEGOCIADAS aos Participantes.

Fizeram tanta coisa aos arrepios da Lei, porque não rever o ES e suspender as Contribuições, pelo menos em Janeiro?

Grato pela resposta.

Marcelino
F6752890

Anônimo disse...

Carvalho, jah que a Previ vetou qualquer ajuda a nós q estamos sem margem consignavel ,condicao básica para se contrair o ES,sugira suspensao do pagamento das parcelas do emprestimo referente aos meses de dez/jan/fev/2015.É uma forma de captacao de recursos para aqueles,como eu, que nao tivemos ascesso ao ES.Ou, por que nao adotar procedimento igual a Cooperforte q suspende o pagamento da mensalidade do emprestimo q mantemos junto à aquela cooperativa,no mes do aniversário do mutuário.Nao resolve muita coisa,mas que ajuda,ajuda.Aguardo sua opiniao,Carvalho.Obrigada.

Goulart disse...

Caro colega Carvalho, referente ao comentario do Anõnimo, das 14:13 hrs, poderia se sugerir ao Diretor de Securidade, e também ao Sr. Dan Conrado, para que se suspenda as prestações do ES, nos meses dez-14, jan/fev/15, o que aliviaria muito a situação dos Excluídos/endividados, Obrigado pelo que for possivel fazer, lembrando que esta dívida sera acertada, e não tem como escapar dos aposentados e pensionistas, não honrarem seus débitos. É retorno garantido, aposentado Goulart, agradecendo toda sua atuação, e na esperança de dias melhores. Tudo de bom. No último comentario, cometi um erro de digitação, de palavra, e peço desculpas caso ocorra novamente, não foi intencional, desculpe-me caso ocorra novamente, são problemas da idade...

Anônimo disse...

É verdade Goulart...onde jah se viu escrever ascesso...vc está ficando velhinho...coisas da idade,mesmo!!
Anonimo das 14:13.Abraco.


Anônimo disse...

Sr Carvalho nós estamos desesperados e já que ainda não temos nenhuma novidade s/ algum aumento do nosso pagamento, se faz necessário suspender as prestaçãos do ES, creio ser a única alternativa possível no momento e vai nos aliviar um pouco, um pouco mesmo, mas é a única alternativa para o momento .