quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

ACABOU 2014 - CHEGOU 2015 - o que nos espera ?




O Ano que se encerra foi conturbado. Na PREVI, tivemos dissabores. O resultado foi pífio, afetado  pelas crises nacional e internacional. A CASSI  enfrenta dificuldades. Está sob efeito tesoura, termo usado nas análises de balanços. Apresenta ameaças  para 2015. Devemos continuar atentos.

O cenário desenhado para o novo ano é desanimador. Mesmo assim, acreditamos que será mais virtuoso. Nossas lutas vão continuar.

Agradecemos a parceria, apoio e convivência em 2014. Agradecemos em especial a DEUS,  o grande CRIADOR, por nos permitir abrir mais uma página no livro da VIDA, neste ano que se inicia.

Desejamos a todos um 2015 com:

AMOR,

Saúde, prosperidade e felicidade.
Alegria, sorriso e compreensão
União, harmonia e fraternidade
Determinação, luta e realização
Esperança, tolerância, amizade

PAZ

Abraço,
Antonio J. CARVALHO.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

É NATAL



NATAL é Luz, é Vida, é Amor, é Jesus!
Natal é Reflexão, é Festa, é União, é Renovação!
Que neste Natal e no Ano que se inicia Reinem em seu Lar e em Sua Familia:

A Paz, Harmonia, Saúde, Felicidade, todos os Dias.
Muita Prosperidade, Esperança e amizade.
Ordem, compreensão, Sorrisos, União.
Realizações, Lembrança, Sorrisos e Esperança.

Abraço,
Antonio J. CARVALHO

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A SETE BRASIL E A CVM

Compartilho, abaixo, matéria divulgada pelo Estadão a respeito da Sete Brasil relacionada à CVM - Comissão de Valores Mobiliários.
Este nome 7 Brasil é em decorrência da empresa ter sido constituída por 7 acionistas, dentre os quais a PREVI, FUNCEF e PETROS, com objetivo de adquirir sondas para exploração de petróleo em água profundas (pré-sal), ao custo de muitos bilhões  e ceder os equipamentos para a Petrobrás, com remuneração de longo prazo.
Até 2013 o Diretor de produção era o ex-Gerente Executivo da Petrobras, Sr. Pedro Barusco, indiciado nas denúncias da Petrobrás. A Sete Brasil está passando por um processo de Auditoria.
A PREVI participa da empresa com R$ 185 milhões, equivalente  hoje a cerca de 2% do capital.
Abraço,
Carvalho.


"A Sete Brasil esclareceu neste sábado, 13, ter partido da empresa o pedido de suspensão do processo de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo a empresa, a solicitação foi enviada no dia 8 de dezembro de 2014.
Em nota enviada ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a companhia informa que não houve indeferimento do pedido por parte da instituição e sim desistência do processo por parte da Sete Brasil devido a procedimentos internos e estratégia de negócios da empresa.
No site da CVM, contudo, consta que o pedido de registro de companhia aberta da Sete Brasil Participações foi indeferido. A solicitação foi aberta no dia 26 de maio de 2014 para a categoria B, que permite a emissão de valores mobiliários, exceto ações, mas sem pedido de oferta pública de distribuição de valores mobiliários concomitante.
A Sete Brasil foi criada no final de 2010 por fundos de pensão, bancos e pela Petrobras para gerir sondas de perfuração em águas profundas para a estatal.
Fonte: Estadao Conteúdo"

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

FUNDOS DE PENSAO E A PETROBRAS

Disponibilizo, abaixo, matéria jornalística que trata de ação Americana contra a Petrobrás e as relações com Fundos de Pensão. Diante de denúncias do envolvimento com o caso Lava Jato, as ações da Petrobrás estão se desvalorizando bastante.
Abraço,
Carvalho.

 
"Fundos de pensão brasileiros podem definir destino da Petrobras

 Ação movida por investidor em Nova York deve ganhar adesão de fundos de pensão que detêm papéis da Petrobras: os maiores são o próprio Petros, a Previ e a Funcef Ana Clara Costa
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro (Leo Correa/VEJA)

Os fundos de pensão de estatais, Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa Econômica Federal), definirão o tamanho da ação que está sendo movida nos Estados Unidos contra a petroleira brasileira. Como são alguns dos maiores acionistas institucionais da empresa, podem requerer indenização para seus cotistas se aderirem ao processo que está em curso na Justiça americana.
Na noite de segunda-feira, o investidor americano Peter Kaltman protocolou uma ação no tribunal de Nova York pedindo ressarcimento pelas perdas que teve com a compra de ações da Petrobras na Bolsa de Nova York. Os títulos de empresas estrangeiras negociados nos EUA são chamados de American Depositary Receipt (ADR). Como se trata de uma class action, que na tradução literal pode ser chamada de 'ação de classe', outros investidores que também compraram ADRs da empresa podem aderir. Na segunda-feira, o site de VEJA adiantou que ao menos dez fundos estrangeiros e brasileiros já se preparavam para entrar no processo. Cerca de 30% das ações da Petrobras estão listadas nos Estados Unidos.

O papel dos fundos de pensão será definitivo. Segundo fontes que acompanham o desenrolar da ação, a expectativa é de que fundos de pensão americanos e canadenses entrem no processo até o final desta semana. Contudo, o que definirá se a indenização pedida será milionária ou bilionária é a participação dos fundos brasileiros que detêm ADRs por meio de gestoras de recursos estrangeiras, como é o caso de Petros, Previ e Funcef. Vale lembrar que uma class action de mais de 7 bilhões de dólares quebrou a petroleira Enron, nos Estados Unidos, após denúncias de fraudes em balanços.
No aspecto político, não há qualquer sinalização de que fundos cujo comando está nas mãos de membros do governo e aliados se prontifiquem a processar a Petrobras. Afinal, a estatal, tudo indica, tem sido um poderoso braço de captação de recursos para partidos políticos, como PT, PMDB e PP, conforme mostram os delatores recentemente ouvidos pelo juiz Sérgio Moro, que conduz as investigações da Operação Lava Jato.

Ocorre que os beneficiários do fundo podem requerer, em assembleia de costistas, que os administradores ajam em seu benefício - minimizando as perdas que tiveram com os investimentos nas ações da estatal. A pressão interna dos aposentados e pensionistas junto aos gestores, afirmam as fontes, será a única forma de viabilizar a adesão dos fundos no período limite determinado pela Justiça americana. Os investidores têm até o dia 6 de fevereiro para aderir à 'class action'.
Assim como os investidores pessoa física, os pensionistas também padeceram com a desvalorização das ações da estatal. Entre 2008, quando a empresa atingiu seu ápice na Bolsa, e 2014, as ações se desvalorizaram em 72%. A ação protocolada na Justiça americana prevê ressarcimento apenas durante o período de 2010 a 2014, quando as perdas chegaram a 46%.

Fundos privados brasileiros já começam a se movimentar para definir sua adesão. O problema, segundo as fontes, é que eles também temem represálias por parte do governo, apesar de nada terem a ver com o setor público. Uma das formas previstas pelos advogados para avaliar a tensão com o Palácio do Planaltose é aderir ao processo por meio de CNPJs dos próprios fundos, e não de bancos ou gestoras de recursos".

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

PREVI - ESCLARECIMENTOS DOS ELEITOS EM 2014



Transcrevemos, abaixo, Esclarecimentos prestados pelos eleitos em 2014. Com estes esclarecimentos pretendemos encerrar este assunto e retomar nossa agenda positiva. Desejando conhecer tudo o que foi divulgado pela imprensa, os apoios e os repúdios sobre este assunto, clique nos links disponibilizados no final dos esclarecimentos.

Abraço,

Carvalho.

“O Manifesto por nós assinado por ocasião do encerramento do 35o. Congresso da ABRAPP – Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, em conjunto com representantes eleitos de outros Fundos de Pensão, elencou uma série de ações destinadas a criar uma agenda positiva para aqueles que direta ou indiretamente dependem dos mencionados Fundos de empresas estatais e paraestatais, e também estabeleceu a criação de um Fórum Permanente de Debates sobre temas estratégicos.
Dito documento teve como único e determinado objetivo buscar alternativas para salvaguardar os interesses de milhares e milhares de brasileiros/as, via proteção das instituições de previdência complementar ali mencionadas.
A partir da repercussão na imprensa, especialmente por meio de nota publicada pelo Correio Brasiliense, a Previ se deixou levar por versões e não pelos estritos termos do Manifesto, chegando inclusive a censurar representantes do corpo de associados/as daquela Previ, por eles/as legitimamente eleitos/as.
 Idêntica atitude foi adotada, no mesmo tom, por dirigentes e conselheiros eleitos em 2012, num posicionamento que denotou inclusive uma inversão de papéis de representação para os quais foram designados.
Como seguem surgindo versões e interpretações que em nada contribuem para o fortalecimento da defesa de nossos representados, esclarecemos:
1 – No Manifesto, em nenhum momento foram mencionados aspectos específicos da PREVI.
2 – Os firmantes daquele documento exerceram o inalienável direito de livre expressão, manifestação e reunião, assegurado na Constituição Federal.
3 – Somos os primeiros a reconhecer a importância e a robustez da PREVI e todas as nossas ações são e serão no sentido de fortalecer a posição da Entidade no contexto nacional e internacional, na expectativa de que isto possa se reverter em benefício para os verdadeiros donos e donas da Entidade.
4- Lamentamos as severas e descabidas críticas feitas pela Previ e pelo grupamento de eleitos de 2012, que aparentemente não se deram nem ao trabalho de ler os termos do Manifesto, preferindo basear-se em interpretações jornalísticas ou de outra natureza. Nesse sentido, parece-nos conveniente reproduzir os sentimentos expressados por um colega bancário, nas redes sociais:
 “• A diretoria buscou desautorizar os conselheiros signatários do manifesto, mas apenas demonstrou desrespeito a um órgão superior e uma clara insubordinação. Subverteu a hierarquia, pois está subordinada ao Conselho Deliberativo, e só esse poderia emitir semelhante “nota” contrária a alguns de seus membros. • A nota está no sentido oposto das evidências e informações que são públicas, e não de hoje, de interferência do governo nos fundos de pensão”.
Por oportuno, para plena transparência e reestabelecimento da verdade, ao final desta mensagem de esclarecimento disponibilizamos alguns links relevantes sobre o assunto:
Finalmente, queremos aqui uma vez mais reafirmar nossos compromissos antes assumidos em favor da defesa permanente dos interesses dos donos e donas da Previ, a qual queremos sempre Livre, Forte e de Todos.
PREVI LIVRE, FORTE E DE TODOS - ELEITOS 2014”.
 PUBLICAÇÕES RELEVANTES SOBRE O ASSUNTO
1 - O MANIFESTO ORIGINAL:
- http://previlivre.com.br/wp-content/uploads/2014/03/manifesto.pdf
2 – DIVULGAÇÃO EM NOSSO SITE
3 –PUBLICAÇÃO NO CORREIO BRASILIENSE E REPERCUSSÕES:
- https://blogdosbancarios.wordpress.com/2014/11/19/revolta-nos-fundos-de-pensao/ -
4 – REPÚDIO OFICIAL DA PREVI:
5 – REPÚDIO DOS ELEITOS EM 2012:
6 – APOIO INSTITUCIONAL DA FAABB E REPERCUSSÕES:
8 - O GLOBO E REPERCUSSÕES:
- https://blogdosbancarios.wordpress.com/2014/11/24/previ-fundo-do-bb-diz-que-tem-gestao-autonoma/
9 - PUBLICAÇÃO EM BLOGS DOS ELEITOS EM 2014:
- Diretora Cecília Garcez.
- http://ceciliagarcez.blogspot.com.br/2014/11/seriedade-e-mais-respeito-com-os.html -
- Conselheiro Carvalho:
- Conselheiro Medeiros:
- Conselheiro Zanella:
http://arizanella.blogspot.com.br/2014/11/resposta-altura-de-mestres.html - See more at:
http://previlivre.com.br/manifesto-dos-eleitos-esclarecimentos/#sthash.iYGF1tFh.dpuf