sábado, 28 de fevereiro de 2015

PREVI - EMPOSSADO O NOVO PRESIDENTE



No dia 26 de fevereiro, fui recebido em encontro pessoal e reservado pelo novo Presidente da PREVI, Colega Gueitiro Matsuo Genso, empossado pelo Conselho Deliberativo na reunião do dia 27 de fevereiro.
Minha percepção é de que se trata de profissional qualificado, de fácil acesso, dotado de muita simplicidade e vontade de acertar.
Falamos sobre nossas expectativas, destacando, conforme divulgado pela PREVI os focos em resultado e Governança, por ele confirmados na conversa pessoal. Ressaltamos a necessidade de melhoria na comunicação com os participantes, verdadeiros donos da PREVI, assunto que venho debatendo, em todas as reuniões do Conselho, devendo ser conduzida com transparência, tempestividade e qualidade, reservando, por força da legislação, assuntos estratégicos e de negócios, respeitando, também, o código de ética da Instituição.
Antonio Jose de Carvalho

9 comentários:

Oracides Garbini disse...

desejamos sucesso ao novo Presidente. Esperamos que consiga nos beneficiar com alguma melhoria. A inflação está bem maior do que os nossos reajustes.

Blog do Ed disse...

Vamos ver se se inicia fase de caminho seguro para uma administração transparente, como manda a CONSTITUIÇÃO FEDERAL.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

O problema é que parecem existir várias éticas. A nossa, a deles, a de terceiros.
Fico surpreso com a boa impressão passada pelo novo presidente devido a conjuntura atual. A situação que o país atravessa exige do novo dirigente a defesa de interesses contrários aos nossos, para limpar a sujeira produzida anteriormente.

José Castro disse...

Boa tarde Carvalho.
Apesar de não conhecê-lo, sinto uma preocupação demasiadamente grande de sua parte, com relação a esse tal de "código de ética", termo que me irrita só em pronunciá-lo. Me parece que todos, os do lado de lá e os do lado de cá, se fazem valer desse maldito termo para tentar justificar uma enorme inércia. Me desculpe, mas se essas coisas continuarem dessa forma, os senhores encerrarão seus mandatos da forma que iniciaram, sem fazer absolutamente nada.
Abs

Anônimo disse...

SR. CARVALHO,

POR FAVOR, AGUARDO RETORNO, POIS O QUESTIONAMENTO FOI FEITO EM 23/FEVEREIRO/15.

1-COM A CRISE NA PETROBRÁS, A PREVI FOI AFETADA?
2-SE FOI, QUANTO FOI O VALOR?
3-SE FOI, QUAIS PROVIDÊNCIAS A DIRETORIA DA PREVI, ESTÁ TOMANDO PARA QUE OS ASSOCIADOS NÃO SEJAM PREJUDICADOS?
4-TENDO SIDO AFETADA OU NÃO, JÁ NÃO ERA TEMPO DE A DIRETORIA DA PREVI VIR A PÚBLICO, PRONUNCIAR-SE?

Abs.

Minas Gerais

Antonio Carvalho disse...

Prezado Minas Gerais,
Desculpe pela demora no meu comentário. São muitas frentes de atuação e meu tempo tem limites naturais (humanos).
Melhor seria se Você se identificasse. Tem receio de que???
Vamos aos comentários:
1 - Sim, a PREVI foi fortemente afetada no balanço de 2014. O saldo de Nossas reservas de contingências foi reduzido.
2 - O valor é relativo. Depende da data que se considera para avaliação, pois, a bolsa oscila todos os dias.
3 - Não há prejuízos realizados porque a PREVI não realizou vendas de ações no período de baixa. Sabemos que a Diretoria está acompanhando a situação e acredito que deve ou deveria divulgar informações aos participantes.
4 - Sim. Acredito que que já deveria ter se pronunciado.
Carvalho.
4 -

Paulo Celio disse...

Sr Carvalho, sugiro que v sa e os diretores eleitos pelo corpo de participantes na ativa e aposentados da Previ renunciem, como forma de protesto, aos cargos a que foram conduzidos com o nosso sufrágio. Já que não conseguem fazer nada pelos aposentados que os elegeram. tenham a decência de renunciarem aos polpudos salários e sejam seres humanos novamente.

Anônimo disse...

Colega Paulo Celio,

Permita-me discordar pois no caso de renúncia coletiva, aí mesmo é que estaremos entregando a PREVI, de bandeja, para o patrocinador.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Paulo,
Compreendo a sua aflição e agradeço sua sugestão.
Porém, entendo que a renúncia não é solução. Havendo renuncia haverá nova eleição mas a gestão continua compartilhada, por força do Estatuto e das Leis 108 e 109/2001. As decisões são por maioria de votos e havendo empate no Conselho é usado o voto de minerva. Continuarei apresentando propostas e lutando em defesa dos participantes. Nossa força será aumentada quando elegermos 3 Diretores e 3 Conselheiros independentes de partidos políticos, Sindicatos, Associações e Governo e comprometidos com os interesses maiores dos participantes.
Carvalho