segunda-feira, 29 de junho de 2015

PREVI – REMUNERAÇÃO DE DIRIGENTES – ESCLARECIMENTO

No dia 26 de maio, após o recebimento do relatório e parecer do Comitê de Remuneração, o Conselho Deliberativo aprovou, por unanimidade, mudanças na Política de Remuneração dos Dirigentes da PREVI, divulgadas dia 13 de junho no site WWW.previ.com.br e por mim comentado dia 14 de junho.  Na reunião do dia 26 de junho foram aprovadas as metas. Registrei discordâncias, pontuais.
Na essência, a remuneração dos dirigentes da PREVI foi desvinculada da remuneração dos dirigentes do Banco. Dentre outros efeitos, foi inibido o pagamento de Bônus.  Foram criados limites, pré-requisitos, indicadores de gestão, réguas de pontuação e metas, para eventual pagamento de remuneração variável. Solicitei formalmente ao Conselho a divulgação institucional completa, inclusive dos benefícios.
Dado os questionamentos, críticas e até acusações divulgadas em blogs, grupos da internet e redes sociais, apresento, abaixo, esclarecimentos mostrando/comparando como era a remuneração dos dirigentes até 2014 e como será após 2015:
1 - Antes das mudanças aprovadas em 26/05/2015:
- Até 2010 os dirigentes da PREVI recebiam honorários fixos, benefícios e remuneração variável anual de curto prazo (PLR de seis honorários) igual aos dirigentes do Banco.
 - A partir de 2011 o Banco passou a pagar aos seus dirigentes, além da (PLR de seis honorários) remuneração variável de Longo Prazo (Bônus de seis honorários), a depender do desempenho. O total de remuneração variável que era de seis passou para doze honorários.
 - No período de 2011 a 2013 a PREVI pagou os seis honorários de PLR e passou a discutir o pagamento dos seis honorários de bônus. Em julho de 2014, o Conselho, usando o voto de minerva e votos contrários dos eleitos, autorizou o pagamento de seis honorários anuais de Bônus, retroativo a 2011, 2012 e 2013, usando como parâmetro a AIG – Avaliação integrada de Gestão, ferramenta criada e usada pelo Conselho Fiscal. O ano de 2014 ficou pendente. Foi instituído o Comitê de Remuneração para emitir relatório e parecer, para envio ao Conselho.
2 – Depois da mudança aprovada em 26/05/2015:
- Os honorários fixos continuaram com os mesmo valores de antes. Porém, serão reajustados pelo INPC, a partir de abril de 2016.  Não mais seguirão parâmetros do Banco.
- A remuneração variável de curto prazo (que antes era PLR de seis honorários), passa a variar de zero até seis honorários, a depender da avaliação do desempenho dos dirigentes da PREVI.
- Criamos dois pré-requisitos, oito indicadores, réguas de avaliação, pesos por diretorias e 16 metas atreladas ao desempenho.
- A remuneração variável (PLR + Bônus) que antes era de 12 honorários, a partir de 2015 será de no máximo seis. Aplicando-se os critérios aprovados, será quase impossível conseguir-se pagar quatro honorários.
- Tivessem antes existido estes critérios, não teriam sido pagos seis honorários de PLR nos últimos 10 anos e muito menos, 12 honorários (PLR + Bônus), nos anos de 2011, 2012 e 2013.
- Para o ano de 2014, (transição), ao invés de pagar 12 honorários, conforme autorizado para os anos de 2011 a 2013, autorizamos o pagamento de seis honorários de PLR, em cumprimento ao contrato de cessão e normas da PREVI em vigor que agora serão alteradas.
3 - OBSERVAÇÕES:
- A Lei 108/2001 permite que os patrocinadores cedam funcionários aos fundos de pensão e determina o repasse dos custos.
- Cabe ao Conselho Deliberativo definir a remuneração e benefícios dos dirigentes. Conselheiros não recebem remuneração variável e benefícios adicionais.
- O Comitê de Remuneração é composto por quatro Conselheiros (dois indicados pelo Banco e dois eleitos). Emite relatórios e pareceres. Não tem poder de decisão.
- A gestão é paritária. O Banco tem o voto de minerva, previsto em Lei. Aprova o que deseja.
- Até a posse dos eleitos em 2014 pouco ou nada era divulgado na PREVI. Aprovamos na reunião de 17/04/2015 a divulgação institucional de assuntos tratados no Conselho, preservados os estratégicos e confidencias protegidos por Lei.
- Ganhar jogo com time desfalcado é muito difícil. Para ganhar de goleada é necessário combinar com os zagueiros, com o goleiro e contar com o apoio da torcida.
- Continuarei firme, lutando pelos direitos de todos que também são os meus.
- Otimizarei meu tempo e energias para enfrentar desafios. Continuarei me manifestando nos grupos e respondendo questionamentos dos participantes (donos). Porém, não alimentarei provocações e “bate bocas” infindáveis que não levam a nada.
- Como sempre, fica autorizada a divulgação por todos os meios, mantendo a fonte.
4 – Desejando, acesse, adicione e participe do meu blog: WWW.ajccarvalho.com.br.
Abraço,

Antonio J. CARVALHO.


18 comentários:

João Lopes Rodrigues disse...

Prezado Carvalho!

Não obstante seus inúmeros esclarecimentos, a pergunta que fica é simples e clara:
- como é possível uma entidade sem fins lucrativos pagar a seus diretores "participação nos lucros e resultados"?

Ainda, considerando a atual situação, de desvalorização de benefícios, é justo que haja "distribuição de bônus" à diretoria, enquanto os associados aposentados passam por severas dificuldades financeiras?

E por fim, deixo aqui o questionamento de que somos (?) "donos" da Previ, considerando até que ponto tomamos parte nas decisões que atingem a todos.

Era isso!

Ademar disse...

Sr. Carvalho,
Votamos na sua pessoa pelo seu histórico de integridade e caráter , acreditávamos que que V.sa. se empenharia firmemente nos interesses dos assistidos e fosse um batalhador defendendo a Previ e os assistidos contra a ganancia do patrocinador, ao que me parece não foi atingido o objetivo proposto. Veja que enquanto perdemos prematuramente o BET , voltamos a contribuir para a previ e amargamos as regras rígidas para renovação do ES, a diretoria é agraciada com um bônus em plena crise, conforme comentário no blog do Medeiros, abaixo. Não bastasse tudo isso agora estamos mendigando celeridade na implantação do ES-Capec , que pode ser uma armadilha para os assistidos, Eu pergunto: Onde esta a ética?
Comentário extraído do Blogo do Medeiros:
A Previ passa por diversas dificuldades, sim. A bolsa de valores está instável e abaixo do índice de conforto para os investimentos de renda variável. A Vale está com problemas. A Sete Brasil também. Não é um mar de rosas nem céu de brigadeiro, a meu ver

Marco Orlando disse...

Caro Carvalho,
Gostaria de obter sua opinião sobre a postagem que enviei hoje para os Blogs do Medeiros e do Ari, nesta data, devido aos inúmeros comentários dos participantes questionando a forma de correção do saldo/parcelas do empréstimo simples PREVI.
Segue a reprodução da postagem:

Prezado Ari,

Gostaria que o Gilvan consultasse os advogados que cuidam das ações jurídicas movidas pela ANAPLAB sobre a possibilidade de serem questionados juridicamente os juros cobrados pela PREVI no Empréstimo simples. Tem alguma coisa errada, senão vejamos:
A grande maioria dos beneficiários da PREVI se utiliza dos empréstimos há décadas e nunca se verificou o que ocorre agora, mesmo quando a inflação era galopante (100%, 200% 300%.... ao ano) nós conseguíamos renovar os empréstimos após 6 meses sempre com um bom "troco:
Agora o que se vê é que a cada prestação paga nada se abate do CAPITAL, é legal isto? o saldo devedor fica praticamente o mesmo ao vencer a parcela seguinte;
Veja o exemplo do meu caso.
Em agosto do ano passado contratei o empréstimo de R$ 145.000,00 para pagamento em 120 parcelas de R$ 2,032,51.
Se verifica que neste caso as parcelas já possuem juros embutidos, pois o total soma 2.032,51 X 120 = 243.901,12.
Efetuei desde então o pagamento de 10 parcelas de 2.032,51 o que totaliza R$ 20.325,10.
Meu saldo devedor corrigido hoje (30.06.2015) é de 143.830,60
Se eu considerar que devo 110 parcelas de 2.032,51 (que também serão corrigidas monetariamente/atuarialmente na 13 parcela) obtenho um total devedor de R$ 223.576,10.
Vamos supor então que eu pague parcela 11 e a parcela 12 e se mantenha os atuais critérios - eu teria então um saldo devedor de +- R$ 219.511,00 que seria corrigido pelo INPC mais 5% que daria R$ 251.230,00 que dividido por 108 parcelas daria uma prestação/parcela de R$ 2.326,20.
Dessa forma o saldo devedor (sem juros) que apareceria no extrato de empréstimos seria de R$ 165.952,50 e a partir daí não haveria mais condições de se renovar o empréstimo mesmo que o teto fosse reajustado pelo INPC anual.
Fiz os cálculos de forma bem simples, pois da forma como a PREVI age fica impossível de seu utilizar qualquer matemática para se chegar a um critério.
Não encontro em nenhum banco condições tão danosas aos tomadores como as que a PREVI vem praticando.
Solicito, caro Gilvan, levar ao conhecimento dos advogados da ANAPLAB tal fato para que se vislumbre uma forma de se protestar contra tal afronto aos participantes da PREVI que são os DONOS desse dinheiro que nós é emprestado de forma tão cruel, injusta e desonesta.

Marco Antonio Orlando

Anônimo disse...

Prezado Conselheiro Carvalho,

Estamos assistindo uma queda de braços entre o Diretor de Seguridade Marcel Barros e a Diretora de Administração Cecília Garcez, sobre mudanças da gestão da Previ.

São denuncias e mais denuncias a cerca do relatório que faz mudanças pontuais ou aponta novos caminhos para futuras administrações e certo enxugamento dos gastos com a administração.

Ate que ponto o Conselho viu essas mudanças como benéficas, gastar 1 milhão de reais para propor o caminho da terceirização, pois na pratica hoje muitas das funções da previ já esta terceirizada.

Tudo leva a crer que a Previ nada mais é que um elefante branco, cheio de gorduras e sem eficiência administrativa e operacional.

Aí vem a pergunta maior, porque pagar REMUNERAÇÃO VARIÁVEL, se o castelo de cristal esta prestes a ver suas vidraças espedaçar.

CPI NA PREVI URGENTE

Anônimo disse...

CARVALHO,

Você poderia debruçar 9 meses, para resolver a questão do EMPRÉSTIMO SIMPLES.

Não adianta falar que é competência da Diretoria de Seguridade, pois esta só sabe atacar a Cecília Garcez, e enquanto isso o ES-SIMPLES virou COMPLICADO.

Eu queria só descobrir,como pode pagar 12 parcelas de um empréstimo e o saldo não abater pelo contrario só esta aumentando e assustadoramente.

Vamos ter revisão destas anomalias em 2015, ou só mesmo as vésperas da próxima eleição, o ES É MESMO OBJETO DE BARGANHA EM TEMPOS DE ELEIÇÃO.

Anônimo disse...

Decisão do Conselho da Previ mostra que denúncia da Contraf era verdadeira
O Conselho Deliberativo da Previ publicou nota recente que comprova que a denúncia feita pelo diretor Marcel Barro e publicada pela Contraf de fato era verdadeira e trazia riscos aos associados da Previ.

A nota afirma que, do resultado do diagnóstico do modelo operacional e organizacional da Previ, realizado pela consultoria Accenture, encaminhado pela Diretora Cecília Garcez, "a única iniciativa analisada, aprovada e em fase de implantação é a revisão do modelo organizacional de tecnologia da informação, cuja melhoria irá gerar economia e maior satisfação aos associados. Todas as demais iniciativas propostas dependem de análise prévia e expressa aprovação da Diretoria Executiva ou do Conselho Deliberativo, conforme o caso."

O trecho mais importante na nota diz que "no tocante às propostas da consultoria de alterações na estrutura organizacional, uma das possibilidades apontadas pelo estudo seria a de avaliar a redução do número de diretorias, das atuais seis para quatro, respeitada a paridade entre eleitos e indicados". O Deliberativo determinou à Diretoria Executiva que providencie a revisão da proposta, sob a premissa de manutenção do número atual de diretorias, preserve as iniciativas que tragam eficiência operacional e reapresente o estudo ao Conselho.

A previsão de redução das diretorias, conforme denunciado pelo Diretor Marcel Barros, diminuiria a representação e atuação da área dos eleitos e, consequentemente a redução do quadro de funcionários da Previ, que retornariam ao banco descomissionados.

No 26º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil os delegados participantes de todo o país já haviam deliberado por cobrar esclarecimentos sobre a consultoria citada.

Diz o texto da resolução aprovada no CNFBB: "Cobrar esclarecimentos sobre os estudos realizados pela empresa de Consultoria Accenture. Os participantes da Previ tem o direito de saber quais são as propostas. Há forte preocupação no funcionalismo sobre a possibilidade de redução de representação de diretorias eleitas pelos funcionários. Além disso, pairam dúvidas sobre propostas de terceirização da gestão dos investimentos e da administração."

Para Wagner Nascimento, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, mais uma vez fica claro quem está do lado dos associados da Previ e de fato defende as instituições. "Vamos sempre defender a Previ de qualquer ataque que ponha em risco o modelo consolidado pelos associados e que traz solidez e segurança para nossas famílias."

Fonte: Contraf-CUT

Marco Orlando disse...

Caro anônimo(13:35)
A contraf-Cut está denunciando o quê? que a PREVI contratou uma consultoria?
Banco do Brasil contrata consultoria, Vale do Rio Doce contrata consultoria, Petrobrás contrata consultoria, qualquer grande empresa no Brasil e no mundo pode ou não contratar consultoria.
Efetuada tais consultorias, cabe aos administradores dessas empresas analisarem a sugestões/propostas e implantá-las ou não. A Decisão nunca é da consultoria contratatada.
Então porquê a Contraf-Cut(leia-se Marcel) está tentando jogar a opinião dos participantes contra a Diretora de Administração Cecília Garcez? Obviamente se implementadas algumas medidas muitos "companheiros" ficarão desempregados tamanho o cabide de empregos montado dentro da PREVI via terceirizados.
O corte de funcionários cedidos pelo BB seria pequeno e é obvio também que tanto a Diretora Cecília, quantos os demais diretores e o Conselho Deliberativo jamais concordariam com a redução de diretorias.
Quanto aos empréstimos simples e imobiliários, porque não terceirizá-los junto ao BB desde que se mantenham ou melhorem as atuais condições. Isso certamente traria uma grande redução de despesas por parte da PREVI.
Finalizando, toda consultoria deve ser estudada, debatida, modificada e por último aprovada ou reprovada, no caso da PREVI ou uma outra grande corporação por um colegiado, que é exatamente o que está acontecendo.
Entendo que a Contraf-Cut, esta sim, está precisando urgentemente de uma consultoria para que venha de fato defender e lutar pelos trabalhadores desse país.
Uma Boa noite!
Marco Antonio Orlando

Marco Orlando disse...

Ari, Cecília, Carvalho e Medeiros
No meu primeiro encontro com a Cecília, aqui em Belo Horizonte(MG), ainda em frente a sede do BB na Rua Rio de Janeiro, questionei sobre a candidatura de colega do plano Previ Futuro para cargo de direção, no caso o Décio.
Na ocasião a Cecília me convenceu da importância dos candidatos do Previ Futuro nas eleições. Acho que essa união de candidatos dos dois planos foi fundamental para a vitória da Chapa 3, pois a adesão dos colegas da ativa foi maciça, como nunca antes havia acontecido.
Hoje, sinto que a nossa principal bandeira nas próximas eleições deve ser a separação de diretoria por planos (seis diretorias para o plano 1 e seis diretorias para o plano Previ Futuro). Podem dizer que isso irá elevar os custos. Correto, mas nada impede também que os custos sejam também separados por planos, afinal estamos bancando também com NOSSOS RECURSOS toda a estrutura do PREVI FUTURO.
Fico receoso, que mais tarde, com todos os indicados e eleitos sendo do PREVI FUTURO, que venha a surgir um plano mirabolante de UNIFICAR as reservas.
Seria o FIM!
O que estamos vendo hoje, agora, nos leva a acreditar que isto venha acontecer, sejam quais forem os governantes ou partidos no poder.
Qual seria o interesse de eleitos do Previ Futuro em nos garantir melhorias? Nenhum! Talvez seja exatamente o contrário, para garantir com nossos recursos, melhorias para eles em um futuro próximo.
Com toda essa ganância hoje existente entre os que administram nossos recursos e sabedores que o plano Previ Futuro não lhes garante hoje uma aposentadoria polpuda, com certeza o "olho grande" estará atento.
Vamos sim, propor a separação das Diretorias por plano, se possível recorrer até a esfera judicial para isso.
Um grande abraço.
Marco Antonio Orlando

Luis-BH disse...

Concordo integralmente com Marco Orlando.
Desemprego para os "cumpanheiros"? Problema deles! Diminuição de diretorias? Ótimo! A máquina está inchada.
A paridade de representação é que obviamente teria que ser mantida.
A Contraf não quer é largar o osso!

Antonio Carvalho disse...

Prezado João Lopes,
Decidimos no Conselho a desvinculação da remuneração dos dirigentes da PREVI da remuneração dos dirigentes do Banco e em decorrência, criamos regras próprias para a PREVI, inibindo o pagamento de PLR e Bônus nos moldes do que a PREVI pagou historicamente conforme pagos pelo Banco.
Com extinção, lamentável, do corpo social, os participantes são representados pelo Conselho e particularmente pelos eleitos.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Ademar,
Entendo o seu desabafo.
Tenha certeza que nossa luta é intensa em defesa dos interesses dos participantes mas, nem sempre o desejável anda junto do possível.
A extinção do BET e o retorno das contribuições ocorreram na gestão passada e n ão era necessário terminar antes do prazo combinado, mesmo com o resultado da PREVI em queda.
Com relação ao pagamento do bônus não é como exploraram. Aprovamos mudanças nas regras de remuneração dos dirigentes da PREVI desvinculando do Banco e em decorrência inibindo o pagamento do Bônus.
Esta é a verdade.
Abraço,
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezados,
Decisões sobre empréstimos simples é de alçada da Diretoria, a partir de proposta formulada pela Diretoria do Marcel.
Nós, eleitos em 2014, discordamos das mudanças nas regras da forma como foram aprovadas.
Sei que o assuntou voltou a ser discutido na Diretoria.
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Sobre as denúncias publicadas sobre a Diretora Cecilia não são verdadeiras.
A PREVI divulgou informações em seu site, depois do projeto de eficiência ter sido apreciado pelo Conselho. O que desejamos e é necessário são melhorias no sistema e nos processos, com relevante redução de despesas, ou seja, fazer mais e melhor com menos recursos. É isso que estamos perseguindo e vamos consegui. Posteriormente comentarei mais sobre este assunto.
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Orlando,
Devemos fazer algo via estatuto para garantir a presença de participantes do plano 1 em extinção na gestão da PREVI. Está no oxigênio. Oportunamente pautarei este assunto no conselho.
Carvalho.

Antonio Carvalho disse...

Prezado Orlando,
Devemos fazer algo via estatuto para garantir a presença de participantes do plano 1 em extinção na gestão da PREVI. Está no oxigênio. Oportunamente pautarei este assunto no conselho.
Carvalho.

Anônimo disse...

Prezado Carvalho,

Gostaria que você desse alguma notícia sobre o adiantamento de 7%? É certo, está em estudo ou é apenas invenção e não existe nada a respeito?

Antonio Carvalho disse...

Prezado Anonimo,
Existe, sim, proposta defendida na Diretoria, por Cecilia Garcez e Decio, para conceder adiantamento de 7% por conta do reajuste de janeiro de 2016, para amenizar os efeitos da inflação que é galopante e nos atinge.
Caso este assunto seja elevado ao Conselho contará com o meu apoio e o meu voto. Devemos aguardar.
Carvalho.

Lemos disse...

Meu caro Carvalho,
A luta é dura e árdua mas, embora até aqui não tenha me envolvido com o assunto de forma mais determinada e direta, acredito que, como a maioria dos aposentados, quero dizer que estou satisfeito com a sua participação em defesa dos interesses dos associados que, ao longo de anos, lutaram em defesa da PREVI, que na época gozava de elevado padrão de qualidade, eficência e bons resultados, servindo, inclusive, de modelo para outras instituições congêneres.
De qualquer sorte me preocupam, sobremaneira os comentários que vi de outros colegas e das afirmações contidas no comentário do colega João Lopes Rodrigues.
a) Se não há a finalidade de lucro que participações são estas? E a distribuição de bônus? Onde encontram suporte nos estatutos ou na legislação pertinente?
b) Se somos sócios da PREVI e portanto (donos?))devemos ter voz... Porque temos tão pouco poder nas decisões que poderiam mudar o rumo desta nave?
Com um grande abraço
Lemos