quinta-feira, 5 de maio de 2016

ELEIÇÃO PREVI EM FOCO

No período de 13 a 27 de maio, haverá eleição na PREVI para renovar 2/3 do Conselho Deliberativo, 1/3 da Diretoria e do Conselho Consultivo e metade do Conselho Fiscal.
Voto e sugiro votar na chapa 2 –  PLURAL E INDEPENDENTE. Ela é formada por 6 participantes do Plano 1 e 5 do Previ Futuro. São 5 mulheres e 6 homens.

Respeito as opiniões, mas, entendo que, a chapa 2 é a que mais reúne condições para vencer a eleição.Diga NÃO à chapa 3,comprometida com a CONTRAF, CUT, PT.

É determinante elegermos em 2016 candidatos alinhados com os eleitos de 2014, dentre os quais eu me incluo, para defender a PREVI e os associados. A gestão é compartilhada. A metade é indicada pelo Banco, que tem o voto de minerva no Conselho Deliberativo. A outra metade elegemos.

O candidato a Diretor na chapa 2, o Ex-Conselheiro William Bento, denunciou em 2011 a não implantação do TETO de Benefícios para Diretores da PREVI, do Banco e suas participadas, aprovado em 2008 e ainda não implantado.

Já o candidato da chapa 3 mente, ao informar que teria aprovado o TETO para resolver de vez o problema. Na verdade, a Diretoria aprovou o novo Teto com divergências, conforme afirmado pelo Presidente da PREVI nas apresentações e que em breve será elevado ao Conselho, para decisão final, oportunidade em que, votarei pela implantação do que foi aprovado em 2008, nunca alterado e nem cancelado. Perguntem ao Marcel se ELE concorda com o teto aprovado no Conselho Deliberativo em 2008, ainda não implantado, mesmo após a denúncia e do nosso esforço?

William Bento, também denunciou o pagamento de 6 salários de PLR e mais 6 de Bônus, (2011 a 2013), com o meu voto contrário e utilização do voto de minerva.
Esclareço que a PLR e o Bônus foram extintos em maio de 2015, quando o Conselho desvinculou a remuneração dos Diretores da PREVI da remuneração dos Diretores do Banco. Foram criadas regras para eventual pagamento de remuneração variável, a depender do cumprimento de pré-requisitos e metas. Se estas regras tivessem sido aprovadas há anos, jamais Diretores da PREVI teriam recebido PLR e Bônus. Raramente teriam recebido remuneração variável, sempre inferior a 6 salários. Ocorreu que em junho de 2015 as regras foram alteradas, com o meu voto contrário e em setembro de 2015, também com o meu voto contrário, foi adiada a sua implantação e autorizado o pagamento de 6 salários de PLR.

Vote na Chapa 2 – PLURAL E INDEPENDENTE. LEIA MAIS CLICANDO EM:
http://www.pluraleindependente.com.br/campanha/previ/material/folder_previ.pdf
http://www.pluraleindependente.com.br/campanha/previ/material/revista_previ.pdf

Antonio J. Carvalho.

Blog do Carvalho: WWW.ajccarvalho.com.br

3 comentários:

Elisa Maniaudet disse...

ELEIÇÕES PREVI - DE 13.05 a 27.05.2016 - APOIO A CHAPA 5 - Não possuímos apoio financeiro de ninguém, a não ser a ajuda de custos da Previ. Contamos somente com a garra dos colaboradores imbuídos dos mesmos ideais.
Precisamos tirar os grupos que se instalaram na PREVI há alguns anos. Já comprovaram que só defendem os próprios benefícios (bônus, remuneração variável).
Para isto, precisamos de cada um de vocês. Divulguem, compartilhem no seu perfil do facebook, enviem e-mails para seus amigos. Telefonem, marquem algum evento com eles. INSISTAM.
"É tempo e oportunidade de fazermos a SEMENTE germinar antes que seja tarde demais."

CHAPA 5 - SEMENTE DA UNIÃO NA PREVI

Daisy disse...

Carvalho, respeitando sua opinião e dos demais colegas, gostaria de repassar mensagem recebida pelo colega Ernani Heberle, com a qual eu concordo e convido os eleitores a refletir sobre o texto: Repassando para reflexão. Fiquem atentos!
======================================= Carvalho,
Bom dia,
A respeito do aparelhamento da Previ, no posicionamento da Leila Penha, quero registrar minha concordância com a preocupação da colega em relação ao tema. Primeiramente, permito-me discordar da tua afirmação de que o aparelhamento seja apenas fruto da ingerência de governos. O aparelhamento também é fruto da atuação dos grupos existentes em nossas entidades representativas.
É sabido por grande parte dos associados que existem grupos de pessoas e entidades ligadas, os quais promovem uma indesejada "proteção mútua", sempre na busca da ocupação de espaços, ora numa, ora noutras entidades. Mesmo que seja um processo democrático, com escolha de nossos representantes através do voto, estamos correndo o risco da implantação de uma "ditadura democrática", onde os eleitos não representam os anseios dos associados, mas sim os interesses daqueles que querem perpetuar-se no poder ou gravitar ao redor deles. Aí estão incluídos os chamados "sindicalistas", os "governistas", os "partidaristas" e aqueles outros que revezam-se nas direções de nossas entidades representativas (Previ, Anabb, outras associações e os representantes nos Conselhos das representadas).
Em todos esses grupos, em meu entendimento, existe uma proteção mútua e um revezamento de pessoas. Como disse, faz parte de um processo democrático. Mas isso está criando um círculo vicioso, prejudicial aos interesses de nossa instituição. Ora, quando os mesmos grupos brigam pelo poder, sem propiciar a salutar democratização de acesso ao núcleo do poder, corremos o risco de comprometer o processo de escolha de nossos dirigentes. E isso reflete-se na gestão da entidade. Os resultados estão aí, pífios e indesejados.
Quanto ao alinhamento, não deve ter origem na atuação de mesmos "grupos" ou de seus representantes. Deve ser, sim, fruto do alinhamento em relação aos interesses de todos os associados, da Governança Corporativa estabelecida pelos órgãos competentes.
Ademais, a existencia desses "grupos de proteção mútua", respaldados com forte suporte financeiro e corporativo, inviabilizam a salutar democratização no processo de escolha de nossos representantes. Isso é tão prejudicial quanto as chamadas ingerências externas, entre as quais a influência indesejada de Governos e agora, recentemente, das mudanças na legislação sobre os Fundos de Pensão, tais como a retirada dos representantes dos associados da composição das Diretorias Executivas e a diminuição de nossa participação nos Conselhos. Para reflexão !
Abraço
Ernani Heberle

Antonio Carvalho disse...

Prezado Ernani,
Muito bom o seu relato.
O que mais interessa é que os eleitos atuem alinhados na defesa da PREVI e dos associados, pois 3 são indicados pelo patrocinador e 3 são eleitos. Unidos, os eleitos terão força para fazer o contra ponto nas decisões o que não ocorre hoje, quando o patrocinador nem se dá o trabalho de negociar e ou usar o voto de minerva, pois que, em decisões mais complexas do interesse dos associados o placar fica de 5 a 1 no Conselho e de 4 a 2 na Diretoria.
Optei pela chapa 2 PLURAL E INDEPENDENTE, porque, além de ter afinidade com alguns candidatos, reputo que ela é plural, não vinculada a partidos políticos e sindicatos e está muito bem composta. Dos 11 candidatos 6 são do plano 1 e 5 do plano previ futuro. São 5 homes e 6 mulheres.
Também tenho muito respeito pela chapa 5, onde tenho até amigos pessoais.
Abraço,
Carvalho.