quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PREVI - RESULTADO DO TERCEIRO TRIMESTRE 2016

A PREVI já divulgou em seu site WWW.previ.com.br o resultado do terceiro trimestre de 2016 que no geral superou a meta atuarial.
No Plano 1, o resultado de setembro foi de R$ 551 milhões. No período de janeiro a setembro de 2016 o superávit foi de R$ 3,191 bilhões. Em decorrência, o déficit acumulado que em dezembro de 2015 era de R$ 16,1 bilhões foi reduzido para R$ 12,946 bilhões.
Os ativos totais que eram de R$ 148,4 bilhões em dezembro de 2015 aumentaram para R$ 161,7 bilhões em setembro de 2016. Já o ativo líquido que era de R$ 131,49 bilhões em setembro de 2015 e de R$ 119,731 bilhões em dezembro de 2015 ficou em R$ 130,841 bilhões em setembro de 2016.
A reserva matemática que representa o compromisso para pagar os benefícios até o final do plano, atualizada pelo INPC, era de R$ 132,06 bilhões em setembro de 2015, R$ 135,862 em dezembro de 2015 foi elevada para R$ 143,783 bilhões em setembro de 2016.
A rentabilidade de janeiro a setembro de 2016 foi 13,67%, superando a meta atuarial de 10,13% no mesmo período. As aplicações em Renda variável (47% dos investimentos totais) renderam 16,79%, enquanto que as aplicações em renda fixa (41,36% dos investimentos) rentabilizaram 13,03%.   No terceiro trimestre de 2015 a rentabilidade foi de 3,24%, sendo de 10,10% em renda fixa e de (-2,46%) em renda variável, inferior à meta atuarial que era de 12,67%.
No plano PREVI Futuro a rentabilidade de janeiro a setembro foi de 19,27%, sendo 15,64% em renda fixa e de 32,49% em renda variável.
É oportuno registrar que a VALE, INVEPAR e Neo Energia, onde o Plano 1 da PREVI tem elevada participação são avaliadas no final do exercício pelo valor econômico, fluxo de caixa descontado, ou seja, independe dos movimentos da Bolsa de Valores que tem se recuperado. As avaliações destas empresas podem impactar o desempenho de 2016 para mais ou para menos.
De igual modo é relevante registrar que, conforme determina o CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar - a PREVI é obrigada a elaborar um plano de equacionamento para cobrir R$ 2,9 bilhões do déficit de 2015, apurado conforme regras do referido CNPC, já divulgado pela PREVI. O Plano de equacionamento poderá ser acionado 60 dias após sua aprovação, ou seja, início de 2017, caso seja necessário, podendo haver elevação de contribuições extraordinárias em partes iguais, Participantes e Patrocinador.
Veja mais informações acessando ao site WWW.previ.com.br – Resultado, onde se podem conhecer informações das principais empresas participadas.



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PROPOSTA PARA SALVAR A CASSI EM DEBATE

Para tirar a CASSI da situação de falência, cujas despesas são maiores que as receitas desde 2011 e objetivando equilibrio financeiro, encontra-se em debate a proposta apresentada pelo BB, depois de 16 meses de negociação com a ANABB, AAFBB, FAABB, CONTRAF E CONTEC.
Em síntese a proposta consiste em:
A) - Realizar uma consultoria até dezembro de 2016, para elaboração de diagnóstico, projetos de melhorias, revisão de processos e sistemas, aperfeiçoamento do modelo de gestão e de governança, visando otimizar recursos, melhorar eficiência e investir em programas direcionados à prevenção da doença e à promoção da saúde dos associados, com implantação dos projetos até dezembro de 2017;
B) - Criar um sistema de acompanhamento dos Investimentos, com prestação de contas trimestral ao patrocinador e ao Corpo Social;
C) – Reestruturar o Comitê de Auditoria;
Para implementação da proposta foi prevista uma receita adicional, mensal de R$ 40 milhões, até dezembro de 2019, sendo R$ 23 milhões oriundos do Banco e R$ 17 milhões dos associados, através de contribuição extraordinariamente de 1% sobre salário/benefício.
Isso significa que, até dezembro de 2019, a contribuição do associado será elevada em 33%, em relação aos 3% pagos atualmente. Exemplo de impacto em nosso orçamento: Quem recebe R$ 5.000,00 de salário/benefício e paga hoje R$ 150,00 passará a pagar R$ 200,00, ou seja, R$ 50,00 a mais.
Atualmente o Banco contribui com 4,5% e o associado com 3% na proporção de 60% para o Banco e 40% para os associados. Na proposta apresentada a proporção é de 57,5% para 42,5%. O mais justo seria manter a proporção estatutária de 60% para 40%.
Embora não haja mudança no Estatuto da CASSI, haverá uma consulta ao corpo social para autorização do débito da contribuição extraordinária de 1% com duração até dezembro de 2019.
Para apreciar a proposta, a ANABB promoveu um Fórum no dia 15 de outubro, que contou com as presenças da Diretoria Executiva, Conselheiros convidados e Diretores Regionais da ANABB, Entidades representativas de funcionários, Coordenadores de Conselhos de Usuários, Gerentes Regionais e Diretores da CASSI. Também compareceu o Diretor do Banco, Carlos Célio, agora nomeado Presidente da CASSI.
Na oportunidade, a ANABB, AAFBB E FAABB declararam que apoiam a proposta. A CONTRAF disse que no dia 18 teria uma posição. Já a CONTEC terá uma posição entre 26 e 27 de outubro.
“A CASSI está hoje dentro de uma UTI, agonizando, precisando de recursos e alternativas para o seu futuro, disse o Diretor Eleito, Humberto Almeida”.
Continuo entendendo que um dos problemas da CASSI é de gestão (quadro de pessoal elevado, estruturas custosas, sistemas, processos e controles defasados), afetado pela queda de receitas desde 1996, decorrente da política salarial do Banco, com achatamento de salários e benefícios. Some-se a tudo isso a inflação médica, abusos de alguns usuários e até desonestidades de alguns prestadores.
Diante desta dura realidade e neste momento crucial, de extrema gravidade para a sobrevivência da CASSI, na expectativa de que a proposta, se aprovada, seja fidedignamente implantada e considerando a inexistência de alternativas sou favorável à aprovação.
Caberá a cada associado fazer uma reflexão, informar-se e debater o assunto para registrar o seu voto no momento oportuno, que acredito não vai demorar.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

BB APRESENTA PROPOSTA PARA SALVAR A CASSI DA FALÊNCIA

Conforme amplamente divulgado, há muito tempo a CASSI opera com déficits, (receitas menores que despesas), levando o Plano Associado à ameaça de insolvência.
Depois de 16 meses de negociações com Entidades, (ANABB, AAFBB, FAABB, CONTRAF E CONTEC), no dia 05/09/2016, o Banco apresentou proposta final para salvar a CASSI do caos em que se encontra.
Sob o aspecto financeiro, a Proposta consiste em se obter uma receita adicional, mensal de R$ 40 milhões, até dezembro de 2019, sendo R$ 23 milhões vindos do Banco e R$ 17 milhões dos associados. Com isso, se aprovada pelos associados, haverá uma contribuição extraordinariamente de 1% sobre salário/benefício, até dezembro de 2019. Isso significa que, embora provisoriamente, haverá a elevação de nossa contribuição em torno de 33%, em relação aos 3% que pagamos atualmente. Como exemplo, quem recebe R$ 5.000,00 de salário/benefício passa a pagar R$ 200,00, ao invés dos R$ 150,00 que paga atualmente, ou seja, desembolsará R$ 50,00 a mais.
Atualmente a contribuição é de 4% para o Banco e de 3% para os Associados, (60% BB e 40% Associados). Pela proposta o Banco vai arcar com 57,5% e os associados com 42,5%. 
Comenta-se que a Diretoria e o Conselho Deliberativo da CASSI já aprovaram a proposta, como apresentada pelo Banco e já foi aceita por Entidades.
Embora não haja mudança no Estatuto da CASSI, haverá uma consulta ao corpo social para autorização do débito da contribuição extraordinária de 1% com duração até dezembro de 2019.
A proposta prevê a realização de uma consultoria até dezembro de 2016, para elaboração de diagnóstico, projetos de melhorias, revisão de processos e sistemas, aperfeiçoamento do modelo de gestão e de governança, visando otimizar recursos, melhorar eficiência e investir em programas direcionados à prevenção da doença e à promoção da saúde dos associados.
A implantação dos projetos está prevista para ocorrer até dezembro de 2017 e contempla a criação de um sistema de acompanhamento dos Investimentos, com prestação de contas trimestral ao patrocinador e ao Corpo Social, nova estrutura do Comitê de Auditoria, melhoria nos processos de recrutamento e seleção de colaboradores e avaliação de desempenho operacional de todas as áreas da CASSI.
Não é de agora que venho me manifestando sobre a gravidade da CASSI que convive com problemas de gestão (quadro de pessoal elevado, estruturas custosas, sistemas, processos e controles defasados), receitas reduzidas desde 1996, com achatamento de salários e benefícios, decorrentes de reajustes ZERO e concessão de abonos, além de enfrentar a inflação médica, abusos de alguns usuários e até desonestidades de alguns prestadores.
Diante desta dura realidade e neste momento crucial, de extrema gravidade para a sobrevivência da CASSI, caberá a cada associado fazer uma reflexão, informar-se e debater com as Entidades representativas, para registrar o seu voto no momento oportuno, que acredito não vai demorar.


Antonio Jose de CARVALHO.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

PREVI DIVULGA RESULTADO DE AGOSTO


Conforme divulgado no site WWW.previ.com.br a rentabilidade de agosto de 2016 superou a meta atuarial tanto no Plano 1 como no Plano PREVI Futuro.
No Plano 1, a rentabilidade total acumulada até agosto foi de 12,64%. No segmento Renda Variável a rentabilidade foi de 15,72%, enquanto que em renda fixa foi de 11,96%.
É importante lembrar que a VALE, INVEPAR e Neo Energia, onde o Plano 1 da PREVI tem elevada participação são avaliadas no final do exercício pelo valor econômico, ou seja, independe dos movimentos da Bolsa de Valores.
Já no Plano PREVI Futuro a rentabilidade total acumulada foi de 18,13%. O segmento renda variável rentabilizou 31,74% e renda fixa 14,22%. Neste Plano, as empresas participadas são avaliadas pelo valor de mercado (Bolsa de Valores).
No mesmo período, (janeiro a agosto de 2016) a meta atuarial foi de 9,6%. O IBRX, que representa o desempenho das cotações dos 100 maiores ativos negociados no BOVESPA, acumulou rentabilidade de 32,5%. A Bolsa de Valores que ronda os 60 mil pontos fechou com 57.901 pontos no dia 31/08/2016.
Conforme já informado pela PREVI o resultado do Plano 1 em agosto de 2016 foi de R$ 950 milhões, levando a um superávit acumulado até agosto de R$ 2,64 bilhões.  Com isso o déficit acumulado que era superior a R$ 16 bilhões em dezembro de 2015 foi reduzido para R$ 13,49 bilhões em 31/08/2016. Para as empresas VALE, INVEPAR e Neo Energia foram consideradas as avaliações econômicas feitas no final de 2015.
Cabe lembrar que, conforme determina o CNPC a PREVI é obrigada a elaborar um plano de equacionamento para cobrir R$ 2,9 bilhões do déficit de 2015, apurado conforme regras do referido CNPC, que poderá ser acionado em março de 2017, podendo haver elevação de contribuições em partes iguais, Participantes e Patrocinador, caso o déficit acumulado no final do exercício de 2016 seja maior que R$ 11 bilhões (8% das provisões matemáticas).
Veja mais informações acessando ao site WWW.previ.com.br – Resultado, onde se podem conhecer informações das principais empresas participadas e entrevistas com Executivos.