quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PREVI: NÃO HAVERÁ CONTRIBUIÇÕES ADICIONAIS

Embora tenha sido aprovado o Plano de Equacionamento, previsto em Lei, não haverá contribuições adicionais em 2017, para equacionar parte do déficit de R$ 16 bilhões acumulados em 2015, conforme divulgado pela PREVI.
Relevante destacar que a rentabilidade apurada até novembro de 2016 foi de 15,75%, superando a meta atuarial de 11,3%, gerando um excedente capaz de neutralizar a necessidade de cobrança de contribuições adicionais para os participantes e patrocinador.
A PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar – divulgou posição dos Planos de Fundos de Pensão em setembro de 2016. Das 306 Entidades Fechadas de Previdência Complementar, com ativos de R$ 525 bilhões, sendo 57,3% ligados ao Setor Público, 72% dos ativos totais estão aplicados em Renda Fixa. Já no Plano 1 da PREVI predomina investimentos em Renda Variável.
Vejamos o que foi divulgado pela PREVIC sobre os Planos de Benefícios, posição de setembro de 2016:
- 435 Planos estavam em equilibrio técnico. A maioria destes Planos é da modalidade Contribuição Definida;
- 442 ficaram superavitários, com saldos positivos de R$ 19,3 bilhões;
- 237 estavam deficitários em R$ 78,8 bilhões.
Do total de 1.114 Planos, 29% são de Benefícios Definidos, como é o caso do nosso Plano 1 da PREVI.
Conforme divulgado, a PETROS, segundo maior Fundo, apresentou R$ 23 bilhões de déficit em 2015. Já a FUNCEF, terceiro maior Fundo, apresenta déficits desde 2011 e diferente da PREVI, deve fazer equalização em 2017.
Oportuno destacar que os Fundos de Pensão pagaram até setembro de 2016 R$ 44,8 bilhões em benefícios.
Acredito que em 2016 teremos melhores resultados.
Aproveito a oportunidade para desejar a todos UM FELIZ NATAL e UM ANO NOVO VIRTUOSO, repleto de saúde e paz.
Abraço,

Antonio J. CARVALHO.

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