terça-feira, 17 de abril de 2018

PREVI - ELEIÇÕES - DESEMPENHO/REALIZAÇÕES (2014/2018)


Conforme já evidenciamos, existem chapas com promessas equivocadas, requentadas, irreais e até enganosas e criticando os eleitos em 2014 onde me incluo juntamente com a Diretora Cecilia Garcez e o Conselheiro Fiscal Williams Francisco, candidatos a reeleição pela chapa 4 – AUTONIMA E INOVAÇÃO que conta com o meu apoio. Não há como negar que nos últimos 4 anos a gestão da PREVI foi positiva, fruto de uma Governança reconhecida, uma Política de Investimentos que é referência e de um quadro técnico de elevada qualificação.  
Refletindo os últimos 10 anos, constata-se que, no Plano 1, em 2007, havia um superávit acumulado de R$ 52 bilhões que propiciou suspensão de contribuições, ajustes de taxas de juros e pagamento do BET (Participantes e Banco). Os déficits de exercícios seguintes (R$ 56 bilhões) foram reduzindo o superávit acumulado, até que no exercício de 2015, diante de um déficit de R$ 28 bilhões, a PREVI registrou um déficit acumulado de R$ 16 bilhões.    De janeiro de 2016 a fevereiro de 2018 foi registrado um superávit de R$17,6 bilhões, valor esse que reverteu o déficit acumulado de R$ 16 bilhões em 2015, para um superávit acumulado de R$ 1,6 bilhões. Esse excelente desempenho impediu a cobrança de contribuições adicionais como ocorreu em outros grandes Fundos de Pensão, cujos associados amargam contribuições adicionais que chegam a passar de 20% mensal.
O PREVI Futuro, em 2008 tinha um ativo de R$ 1 bilhão e hoje soma mais de R$ 12 bilhões. Em 2017 a rentabilidade tanto do Plano 1 como do PREVI Futuro foi mais que o dobro da meta atuarial.
Além dos números que falam por se, evidenciamos, abaixo, em ordem cronológica, até porque fomos demandados, algumas Realizações da PREVI, no período junho 2014 a fevereiro de 2018. Nesse período, apresentamos propostas, embora algumas não contempladas firmamos posicionamentos, e registramos votos contrário, conforme já divulgadas no site da PREVI e em blogs:
- Julho de 2014, o Conselho, usando o voto de minerva, aprovou o pagamento do Bônus de 6 salários, retroativos a 2011, extensivo até 2014, pagos, além de outros 6 de remuneração variável.
- Em agosto de 2014, o Conselho reativou o Comitê de Remuneração, excluindo membros da Diretoria como participantes do Comitê. Antes as propostas de remuneração dos Diretores eram por eles encaminhadas ao Conselho para aprovação.
- Setembro de 2014 começamos a cobrar mais transparência e melhorias na comunicação da PREVI, que evoluiu muito, mas que precisa melhorar. A partir de 2015 os salários dos dirigentes da PREVI passaram a ser divulgados no Relatório da Administração.
- Em outubro de 2014, apresentamos no Conselho, proposta para garanti a permanência de participantes do Plano 1 na Gestão da PREVI e de não permitir o uso do voto de minerva para mudança do Estatuto e Regulamentos.  Continuamos defendendo essa e outras propostas, em defesa da PREVI e dos seus participantes. Continua em pauta.
- Em novembro de 2014 pautamos no Conselho apresentação sobre demandas trabalhistas originadas no Banco, com reflexo na PREVI. Esse assunto, apesar de ter evoluído no decorrer do tempo e culminou com a formação de um grupo paritário (PREVI e BB) em janeiro de 2017, para buscar o equacionamento dos impactos das revisões de benefícios. Foi objeto de ênfase em pareceres do Conselho Fiscal, por nós acompanhados no Deliberativo.  Veja mensagem do Conselho Fiscal no relatório da Administração de 2017. Continua em pauta. Temos o entendimento de que cabe ao Banco, que deu causa assumir a responsabilidade.
- Em 2015 o Conselho aprovou a revisão da Política de Investimentos, focada na gestão dos ativos e passivos, ALM, caixa mínimo, política e matriz de gestão de riscos, modelo matemático para o projeto ciclo de vida do PREVI Futuro. Nos anos seguintes foi sempre revisitada, fortalecida, agregando melhorias.
- Em fevereiro de 2015 fizemos manifestação destacando pontos relevantes que deveriam constar no Relatório da Administração. Os salários dos Dirigentes começaram a serdivulgados.  
- Em março de 2015, fomos demandados e viabilizamos encontro de Entidades e Lideranças com a Diretoria e Conselhos da PREVI para debates e entrega de demandas.
- Em abril de 2015 foi criado o novo modelo de relacionamento da PREVI com os associados. Na seqüência houve melhorias constantes na comunicação com os participantes. As informações que antes eram trimestrais, atualmente são mensais, com elevado nível de detalhamentos.
- Em maio de 2015, o Conselho autorizou publicar assuntos tratados em seu âmbito, exceto os confidenciais, protegidos por Lei. Apresentamos proposta para que os demais Órgãos divulgassem suas decisões em ambiente restrito aos participantes, protegidos por senha. O assunto não evoluiu e as informações do Conselho foram descontinuadas em janeiro de 2016. Merece continuar em pauta.
- Em maio de 2015, o Conselho aprovou a criação da Ouvidoria para receber denúncias e reclamações, com identificação ou não. Tem um bom funcionamento.
- Em maio de 2015, depois de 9 meses tramitando no Comitê de Remuneração, o Conselho desvinculou a Remuneração dos Diretores da PREVI da dos Diretores do Banco. Extinguiu o bônus. Estabeleceu regras rígidas (metas, indicadores, pontuações e gatilhos) para eventual pagamento de Remuneração Variável aos Diretores, limitando a no máximo 6 salários. Antes eram 12 salários. Naquela época tentamos acabar com o auxilio moradia, seguro e uso de carro próprio, finalmente extinto em outubro de 2017.
- Em junho de 2015, depois que o Conselheiro Suplente Medeiros anexou uma manifestação em ata, foi negado essa prática, com o meu voto contrário. A partir de agora, os Suplentes, além de ter voz no Conselho, assinarão pareceres nos Comitês e as atas das reuniões do Conselho.
- Em junho de 2015, e setembro de 2015 o Conselho, com o meu voto contrário, alterou os critérios aprovados em maio de 2015 para pagamento de remuneração variável aos Diretores. Tivesse vigorado essas regras não teria havido o pagamento de remuneração variável em 2015, 2016 e 2017 que continuei votando contrário. Caso essas regras tivessem sido aprovadas no passado não teria havido possivelmente, nos últimos 10 anos, pagamento de remuneração variável e muito menos de bônus.
- Em julho de 2015 o Conselho aprovou o Projeto Inovação Tecnológica e operacional, objetivando revisar processos e estruturas, na busca de eficácia e eficiência. Os projetos continuam em implantação e já se nota relevante redução de despesas voltando em 2017 ao patamar de 2009.  As inovações possibilitaram, também, avanços na comunicação, divulgação de resultados e até a votação em eleições, que em 2018 pode-se votar, também, pelo APP, com o uso do celular.
- Em agosto de 2015, o Conselho aprovou novos critérios mais rigorosos e transparentes, para seleção de conselheiros em empresas participadas, revisados, também em 2016.
- Em setembro de 2016, com o meu voto contrário, o Conselho voltou à vinculação da remuneração dos Diretores da PREVI a do Banco, como era antes.
- Em novembro de 2016, com o meu voto contrário, o Conselho aprovou teto de benefício para os dirigentes estatutários, no valor R$ 52.177,00. Os demais eleitos votaram pela proposta apresentada pelo Diretor Marcel, no valor de R$ 44.271,00, que teve origem nas bases sindicais, bem maior do que foi aprovado em abril de 2008, uma vez que foram considerados os salários dos Diretores empilhados em 2008, com verbas não passíveis de contribuições para efeito de benefícios, possibilitando, inclusive, o pagamento do décimo terceiro salário dobrado. Lutamos o tempo todo e votamos pela implantação do teto aprovado em 2008, cujo valor em novembro era R$ 36.733,00.  O teto de R$ 52.177,00 encontra-se na PREVIC, para aprovação final. Nesses 10 anos, o teto aprovado em 2008 não foi implantado porque o Banco discordou, após a posse do Presidente Bendine, o Dida, apesar de a PREVIC ter determinado a implantação, que gerou um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, também descumprido e ficou por isso mesmo. A PREVIC reconsiderou sua decisão inicial.
- Em fevereiro de 2017, o Conselho, em reunião conjunta com a Diretoria, aprovou o novo acordo de acionistas da VALE, viabilizando liquidez, valorização das ações, liberando mais de 50% das ações para comercialização a partir de fevereiro de 2018 e o restante a partir de 2020, obtendo prêmio de 10% sobre as ações da Valepar. Considero esta a decisão mais importante da PREVI nos últimos anos.
- Em junho de 2017, o Conselho autorizou a Neo Energia incorporar a Elektro, fortalecendo sua posição de líder brasileira de energia e viabilizando liquidez e valorização.  Outra importante decisão dentre tantas outras relevantes.
- Em novembro de 2017, o Conselho autorizou a venda do Sauípe, que se arrastava há cerca de 10 anos, pela melhor oferta, depois de exauridas todas as possibilidades de melhor negócio, inibindo, assim, a elevação de maiores prejuízos.
- Em 2016 e 2017, lutamos para aprovar o segundo turno em eleições da PREVI, votando contrário, a forma como o regulamento foi aprovado. Ciente da proposta apresentada à Diretoria para mudança mais ampla na eleição da PREVI os indicados repassaram o assunto para os eleitos. Porém, em reunião realizada, os eleitos em 2016 se posicionaram contrários às mudanças. O assunto deve seguir em pauta.
- Em janeiro de 2018 foi criado o Comitê de Auditoria, que a exemplo de outros Comitês, funcionará como Órgão de Assessoria ao Conselho. Comitês não tem remuneração.
- Em fevereiro de 2018, o Conselho aprovou alterações no Regulamento do PREVI Futuro, flexibilizando regras de contribuições e de entradas e saídas dos participantes.  Houve alterações do Regulamento em datas anteriores, inclusive isentando a taxa de carregamento sobre contribuições facultativas – 2 C,
Além do quanto aqui relacionado aprovamos o programa de integridade, fortalecimento da Auditoria Interna, dos Controles Internos, do Jurídico e lutamos, sem êxito, para que o Banco faça o ressarcimento do BET dos pré-67.
Por essas e outras razões apoio a chapa 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO – que dos 14 candidatos, 12 foram renovados e apresentou propostas consistentes.
A votação começa dia 18 e termina dia 30 de abril. Funcionários da ativa votam no SISBB. Aposentados, pensionistas, cedidos e licenciados podem votar pela internet, celular usando o aplicativo APP, terminais do Banco e pelos telefones: 0800-729-0808 ou 0800-031-0808.
Vamos votar consciente: CHAPA 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO.
Fica autorizada a divulgação desta mensagem, preservando o conteúdo e a fonte.

Antonio J. CARVALHO – Conselheiro em final de mandato.
Telefone: 47-984616105. Quem desejar adicionar no Wat Zap pessoal ou grupos.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

PREVI – ELEIÇÕES – ANÁLISE DAS CHAPAS


Analisei todas as propostas postadas no site da PREVI. Existem propostas comuns e muitos temas já estão sendo tratados no âmbito da PREVI.  Outras são válidas. Existem as requentadas, vazias, eleitoreiras e até enganosas. Devemos ficar atentos.

Apoio a chapa 4 – AUTONOMIA E INVOAÇÃO. As propostas são consistentes. Os candidatos têm excelentes formações e experiências. Dos 14 candidatos, apenas 2 concorrem à reeleição, para continuidade de projetos e ações positivas.

A chapa 1, além de outras propostas promete:

A) - Extinguir benefícios como automóvel com motorista: Proposta vazia. Já foram extintos em decisão da Diretoria de outubro de 2017.  

B) – Não Pagamento de Bônus aos Dirigentes da PREVI: Proposta requentada e ilusória, pois, em julho de 2014, em nossa gestão, o bônus de 6 salários pagos aos Diretores, além de mais 6 de remuneração variável foi extinto. Antes eram 12 salários.



C) - Controlar o uso do cartão corporativo: Outra proposta furada. O cartão corporativo já foi extinto em 2016.

D) – Propor Plano de Cargos e Salários para diretores e executivos, adequando aos praticados no mercado à PREVI: Proposta fora da realidade. Os Funcionários da PREVI, de elevado nível técnico, são cedidos pelo Banco.  Seguem o dissídio coletivo dos bancários e a mesma política de cargos e salários do Banco. A remuneração dos Diretores é aprovada no Conselho Em maio de 2015, defendemos e aprovamos a desvinculação da remuneração dos Diretores da PREVI da remuneração dos Diretores do Banco. Em 2016, com o meu voto contrário, o Conselho voltou a vincular o salário dos Diretores ao Banco. Eventual criação de um Plano de Cargos e Salários impõe-se devolver os funcionários ao Banco e contratar novos no mercado. Acredito ser melhor a PREVI ser gerida por associados preparados para as funções.

E) – Pugnar pelo estabelecimento de Teto de Benefício do Plano 1, limitando ao valor de remuneração da maior função privativa dos funcionários de carreira do BB: Mais uma proposta furada. O teto aprovado em 2008 não foi implantado porque o Banco não desejou. O teto aprovado em novembro de 2016, com o meu voto contrário está tramitando nos Órgãos Reguladores. Querem criar um terceiro teto? Em 2008, os Diretores do Banco passaram a ser estatutários. Com os salários empilhados, foi aprovado por todas as instância (PREVI, BB e Governo) como teto de contribuição 90% do maior salário de funcionários do Banco na ativa, NRF Especial. Logo, o teto de benefício aprovado foi de 90% da média dos últimos 36 salários de contribuições, menos a parcela PREVI. Esse teto nunca foi implantado, apesar das insistentes pressões dos eleitos, em particular os eleitos em 2014, onde me incluo. Isso porque o Banco desconsiderou sua decisão, após a posse do Bendine, o Dida. A PREVIC mais de uma vez emitiu parecer técnico para implantação do referido teto e por não ter sido acatado pelo Banco, editou um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, também descumprido e ficou por isso mesmo. Após a aprovação do teto de benefícios em 25/11/2016 no valor de 52.177,45, com o meu voto contrário, para me atingir, circulou uma mensagem sem identificação e que depois identifiquei ter origem no Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista, que de forma covarde, descarada, enganosa, desonesta, mentirosa, me fazendo acusações de ter ajudado o banco a criar teto maior e Informava que o Diretor Marcel propôs um teto R$ 44.271,45 igual ao NRF especial, votado pelos Conselheiros Wagner Nascimento e Carlinhos Guimarães.  Na verdade, o teto de benefício defendido por Marcel não condiz com aprovado em 2008. Induz ao erro. Não contou com o meu voto. Coerente e fiel votei pela implantação do teto aprovado em 2008, R$ 36.733.00, em novembro de 2016.

Em resumo:

- Teto de benefício aprovado em novembro de 2016, com o meu voto contrário: R$ 52.177,45, (90% do salário do Vice Presidente do Banco menos a parcela PREVI).

- Proposta apresentada por Marcel: R$ 44.217,00, considerando o salário de Diretor, empilhado por verbas não admitidas pelo regulamento para efeito de contribuições e benefícios-

- Votei pela implantação do teto aprovado em 2008: R$ 36.733.00; (90% do maior NRF, menos a parcela PREVI). Não alterei uma vírgula. 

A Implantação desse teto, historicamente foi defendida pelos eleitos, aí incluídos o Presidente do Conselho Fiscal Williams Francisco, a Diretora Cecília Garcez e a Ex-Conselheira Célia Larichia, ambos integrantes da chapa 4 AUTONOMIA E INOVAÇÃO.

F) Os Diretores da PREVI não deverão ser indicados para conselho nas empresas participadas, exceto quando houver interesse estratégico da PREVI ou determinados por acordos de acionistas: Esta Proposta contém exceções. Dar margem à subjetividade.  Existe candidato da chapa 1 que exerce cargos em Conselhos há muitos anos, atualmente na INVEPAR. Aqui não vai nenhuma crítica ao candidato Conselheiro. A pergunta é se vai deixar o conselho da INVEPAR, caso seja eleito. Há consenso entre as chapas de que leitos não devem ser conselheiros em empresas participadas. Acordos de acionistas não determinam indicações de Conselheiros específicos (eleitos ou não).

G) - Mudança no Processo Eleitoral: Proposta nesse sentido já foi apresentada e debatida entre os eleitos e não contou com o apoio dos eleitos em 2016. Desde 2016 voto contrário ao regulamento das eleições, na forma como aprovado. Esse assunto está sendo debatido no Comitê de Governança, que coordeno, dentro de uma visão mais ampla de reforma do Estatuto, que venho defendendo desde minha posse.

H) - Adotar a educação previdenciária como objetivo estratégico para os associados: A PREVI já adota esse sistema há algum tempo.

2) A chapa 2, além de outras propostas, promete:

A) - Defender a gestão paritária e fazer a gestão da Previ com funcionários cedidos pelo banco: Proposta enganosa. A gestão paritária na PREVI é praticada há muitos anos.

B) - Implantar teto de benefícios já aprovado pelo Conselho Deliberativo: O processo do teto aprovado em 2016 está tramitando no Governo e PREVIC. A chapa 2 concorda o teto de R$ 52.177,45, aprovada como o meu voto contrário, por ser 42% maior do que o teto aprovado em 2008, nunca implantado, por discordância do Banco.

C) - Atualizar as plataformas tecnológicas para aprimorar a gestão: Essa proposta Chove no molhado. Nós, eleitos em 2014, encontramos os sistemas da PREVI ineficientes e onerosos, defasados em cerca de 20 anos. O projeto Inovação Operacional foi aprovado em junho de 2015 e está em fase de implantação e já apresenta relevante resultado (redução de despesas administrativas que em 2017 chegaram ao patamar de 2010 e melhorias nos sistemas). A redução vai se intensificar, para propiciar a redução de taxa de carregamento e administração já mapeadas na PREVI.

D) - Cobrar do banco a integralização das reservas dos benefícios decorrentes de demandas judiciais. A chapa 4 apresenta Idêntica proposta. Esse assunto, relevante, vem sendo conduzido no âmbito dos Conselhos Deliberativos e Fiscal há algum tempo, focado nos processos judiciais da sétima e oitava horas que tem origem no Banco. Já foi objeto de ênfase no Parecer do Conselho Fiscal, por mim acompanhado no Conselho Deliberativo. Os entendimentos estão muito avançados. Sobre o estágio atual, vejam mensagem do Conselho Fiscal, presidido por Williams Francisco, candidato da chapa 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO, constante do relatório da administração de 2017.

E) - Desinvestir em renda variável. Ações nesse sentido já vem sendo adotadas na PREVI há algum tempo. Conforme consta na Política de Investimentos, nos próximos 5 anos a curva de investimentos fixos X variável irá se inverter. A diversificação dos ativos, também.

F) - Liberar BET dos associados ativos para amortizar empréstimo simples e financiamento imobiliário: Mais uma proposta enganosa. A PREVI já submeteu esse assunto à PREVIC em 2014 que respondeu não ser permitido o uso por funcionários da ativa porque contraria o disposto no Regulamento do Plano 1. A PREVIC esclarece que os recursos do SIBET já foram apropriados como patrimônio previdenciário individual dos participantes, e que a destinação deverá ser atrelada ao pagamento de benefícios, ao resgate ou à portabilidade.

3) A chapa 3, além de outras propostas, promete:

A) - Atribuir mais benefícios específicos à mulher e aposentadoria antecipada: Essa proposta é frágil. Há de se respeitar o princípio da mutualidade previsto em Lei. Para se elevar benefícios há de se fazer contribuições correspondentes. A menos que o plano seja revisto para todos, quando da existência de superávit (reserva especial), por 3 anos seguidos.

B) - Reverter o prejuízo acumulado, de quase R$ 10 bilhões: Proposta inconsistente. Fundos de Pensão não realiza lucro ou prejuízo. Registra déficits ou superávits que pode se alternar a cada ano, em função das valorizações ou desvalorização temporária dos ativos.

C) - Mudança da política de investimentos, revisão dos contratos atuais, redução de despesas, inclusive redução dos salários dos administradores, reversão do déficit, de quase R$ 10 bilhões, aumento dos benefícios para os associados e assegurar a perenidade da Previ.

Mudar a Política de Investimentos: Proposta questionável. Atualmente a PREVI adota uma política de investimentos (curto, médio e longo prazo) do mais elevado nível técnico e profissional, sendo referência nacional e internacional. A atual política que foi aperfeiçoada evitou que a PREVI perdesse bilhões, como ocorreu em outros grandes Fundos, como POSTALIS, FUNCEF e PETROS, cujos participantes, amargam o pagamento de contribuições adicionais que chegam a mais de 20% dos salários de benefícios. Na PREVI, embora os solavancos da Economia, decorrentes de crises internas e externas e até de pequenas perdas já divulgadas, não foi necessário elevar contribuições. Cabe destacar que o Ex-Gerente Executivo da DIPLA, Luiz Gonzaga, que tem um currículo invejável na área de ALM e riscos e é um dos integrantes da chapa 4 – AUTONOMIA E INOVAÇÃO e participou ativamente dos processo de revisão da Política de Investimentos.

Reversão do déficit. Proposta vazia. O déficit já está revertido a partir de janeiro de 2018.

Aumento e distribuição de benefícios: Para se aumentar benefícios há de se ter contribuições correspondentes. Para distribuir benefícios, há de se ter reservas especiais, ou seja, superávit maior que 25% das reservas matemáticas, durante 3 anos seguidos.

4 – A chapa 4, além de outras promete:

A) – Lutar pela criação de espaço no site para publicação das atas com os votos dos dirigentes a exemplo do que é feito nas empresas do Novo Mercado: Esse tema já foi por nós debatido no Conselho. Em junho de 2015 o Conselho acordou divulgar no site da PREVI as suas decisões, exceto as confidencias, protegidas por Lei. Após algumas divulgações a publicação foi descontinuada. Propus que também fossem divulgadas semanalmente as decisões da Diretoria em ambiente próprio do site, destinado aos participantes, podendo até ser protegido por senha. Esse tema, pela relevância, precisa ser retomado.

B) - Lutar para restabelecer a utilização do FGTS para amortização e quitação relativas ao empréstimo imobiliário. Esta proposta é recorrente e de remota possibilidade.

C) - No geral as propostas da chapa 4 consistem em aprimorar tudo que já vem sendo realizado de positivo e com bons resultados. Propostas nesse sentido também estão sendo apresentadas por outras chapas.

5 - A chapa 5 além de outras propostas promete:

A) - Redução racional e efetiva de despesas: Ações nesse sentido já vem sendo adotada desde 2015, quando a curva de despesas se inverteu. A redução vai continuar com maior intensidade em função da implantação de nova tecnologia, em andamento.

Os assuntos aqui comentados, de algumas forma, já foram divulgados em blogs, e-mails, face book, etc.

Quem desejar fazer parte do meu grupo pessoal de Wat zap para receber informações online gentileza informar o celular. O meu e: 47-984616105



Antonio J. CARVALHO – Conselheiro em final de mandato.


segunda-feira, 26 de março de 2018

CASSI – ELEIÇÃO – DESAFIO DOS ELEITOS


A votação para eleger novos dirigentes da CASSI termina às 18 horas do dia 28 de março. Até 26 de março, 70% dos associados ativos e 41% dos aposentados já votaram. Este é o maior percentual de votos de aposentados dos últimos anos. Parabéns a todos! Votar, mais que um direito é um dever. Não devemos permitir que outros votem por nós. O TAA é o único canal de votação. Uma pena. Muitos não votaram por limitações, aí incluídos os licenciados e os que se encontram no exterior. Pensionistas não votam.  Um absurdo.
Com raras exceções, considero que houve um bom nível na campanha. Parabéns a todos! Espero que na eleição da PREVI isso se repita. Campanha se faz mostrando os perfis dos candidatos e as propostas. Respeito à opção de todos. Porém, optei por votar e apoiar a chapa 3 VOCÊ NA CASSI, por entender que apresenta o melhor perfil para enfrentar as extremas dificuldades vivenciadas pela CASSI. Tenho repetido que não existem milagres nem milagreiros. Qualquer chapa que se eleger enfrentará dificuldades e muitos desafios e terá como bússola o Relatório de Consultoria recém elaborado. Seremos chamados a votar alterações no Estatuto da CASSI, que terá como barreira a Resolução CGPAR 23/2018, editada pelo Governo, que ameaça a sobrevivência dos planos de Saúde de empresas estatais. Respeitados os direitos adquiridos, a exemplo do que já houve na PREVI, a CASSI terá dois planos: O pré e o pós 2018. A malfadada CEGEPAR, de mais relevante, em síntese:  
a) – Limita ao menor valor entre 8% da folha de pagamento/benefícios ou ao acréscimo de 10% do percentual das contribuições dos patrocinadores em 2017 que no caso do Banco é de 4,5%. Isso significa que haverá pouca margem para eventual elevação de contribuição do Banco.
b) – Cria a paridade de contribuições, que serão cobradas de acordo com faixa etária e/ou renda;
c) – Concede benefícios à saúde somente na vigência do contrato de trabalho.
Como já anunciado é bom destacar que os direitos adquiridos serão respeitados. Porém, o plano CASSI dos pré 2018 entrará em extinção no decorrer do tempo, pois, não mais serão admitidos novos associados nas condições atuais, o que pode ser observado no edital de concurso do Banco em andamento.
Antonio J. CARVALHO.

segunda-feira, 19 de março de 2018

CASSI – VOTAÇÃO EM ANDAMENTO



A votação para escolha de dirigentes da CASSI que iniciou dia 16 termina dia 28 de março. Até 18 horas de HOJE, 19 de março, 42% dos ativos e 14% dos aposentados já votaram.
É importante e necessária a participação de todos. Não permita que outros decidam por Você. Exerça seu direito, votando.
Os funcionários da ativa votam no SISBB do Banco.  Aposentados votam nos terminais de auto-acendimento, usando a senha da conta corrente ou a biometria existente nos terminais. Pensionistas não votam.  Uma discriminação do Estatuto que precisa ser corrigida.
Diferente da CASSI que restringe a votação dos aposentados exclusivamente aos terminais do Banco, a PREVI disponibiliza quatro diferentes canais de votação, três dos quais possibilitando votar sem sair de casa.  A PREVI facilitou, também, a votação dos ativos em férias, cedidos ou afastados. As restrições na CASSI podem dificultar a votação, reduzindo a quantidade de votos. Considero isso um atraso, para não dizer um absurdo, diante de elevado nível tecnológico existente no Brasil.
Como amplamente divulgado, desde 2011, a CASSI enfrenta sérias dificuldades, registrando déficits crescentes, mesmo após a elevação de contribuições temporárias que teve início em janeiro de 2017 a vai até dezembro de 2019.
O grosso dos problemas da CASSI é de ordem estrutural. Somem-se a isso, problemas de ineficiência administrativa, inflação médica, abusos de alguns associados e prestadores, decorrentes de fragilidades na gestão e nos controles. Circulam denúncias de que o atual Diretor e candidato à reeleição, sequer comparece ao expediente de trabalho.
Independente da chapa que será eleita haverá mudanças no Estatuto, que podem ser amargas, a serem votadas pelos associados, em sintonia com recente consultoria realizada na CASSI e até por força da Resolução CGPAR 23 de janeiro de 2018, que abordaremos em outra postagem.
Existem promessas de campanha que sabemos não serão implementadas. Não existem milagreiros e nem milagres.
A gestão é paritária, colegiada e as decisões por maioria de votos. Nada ocorre sem a concordância do Banco.
Analisei todas as chapas, propostas e comentários da campanha e diante da qualificação e experiência dos candidatos, em especial do candidato a Diretor, que tem comprovada experiência administrativa e na área de saúde, optei por votar e apoiar a chapa 3 VOCÊ NA CASSI.
 Antonio J. CARVALHO

sábado, 17 de março de 2018

CASSI - ELEIÇÃO


Começou dia 16 de março e termina dia 28 de março, a votação para escolha do Diretor de Saúde e Rede de Atendimento e Conselheiros Deliberativos e Fiscais da CASSI. É importante e necessária a participação de todos. Não permita que outros decidam por Você. Exerça seu direito, votando.
Os funcionários da ativa votam no SISBB do Banco.  Aposentados votam nos terminais de auto-acendimento, usando a senha da conta corrente ou a biometria existente nos terminais. Pensionistas não votam.  Uma discriminação do Estatuto que precisa ser corrigida. Não observei movimento nesse sentido.
Diferente da PREVI que disponibiliza quatro diferentes canais de votação, três dos quais possibilitando votar sem sair de casa, a CASSI restringe a votação dos aposentados exclusivamente aos terminais do Banco. Os ativos em férias, cedidos ou afastados, deverão procurar uma agência do Banco. Essa restrição na CASSI pode dificultar a votação, reduzindo a quantidade de votos. Considero isso um atraso, para não dizer um absurdo, diante de elevado nível tecnológico existente no Brasil.
Como amplamente divulgado, desde 2011, a CASSI enfrenta sérias dificuldades, registrando déficits crescentes, mesmo após a elevação de contribuições temporárias que teve início em janeiro de 2017 a vai até dezembro de 2019.
O grosso dos problemas da CASSI é de ordem estrutural. Somem-se a isso, problemas de ineficiência administrativa, inflação médica, abusos de alguns associados e prestadores, decorrentes de fragilidades na gestão e nos controles. Circulam denúncias de que o atual Diretor e candidato à reeleição, sequer comparece ao expediente de trabalho. A Consultoria realizada recentemente, certamente diagnosticou com profundidade os problemas e apontou alternativas de melhorias.
Independente da chapa eleita acredito que haverá mudanças amargas no Estatuto, a serem votadas pelos associados, até por força da Resolução CGPAR 23 de janeiro de 2018, que abordaremos em outra postagem.
Existe uma chapa que se diz a única capaz de resolver o problema. Outra se apóia nos sindicatos. Há quem pensa que eleitos podem tudo.  Enganam-se ou tentam enganar os associados. A gestão é paritária e colegiada e nada ocorre sem a concordância do Banco.
Analisei todas as chapas, propostas e comentários da campanha e diante da qualificação e experiência dos candidatos, em especial do candidato a Diretor, que tem comprovada experiência administrativa e na área de saúde, optei por votar e apoiar a chapa 3 VOCÊ NA CASSI.
 Antonio J. CARVALHO

domingo, 18 de fevereiro de 2018

CASSI ACUADA: CONSULTORIA INDICA SOLUÇÃO



No dia 06/02/2018, em reunião conjunta, o Banco apresentou uma síntese da Consultoria, objeto do Memorando de Entendimentos firmado em 21/10/2016 entre o Banco e representantes de Entidades ligadas aos associados. Na oportunidade falou-se das providências para sanar desconformidades apontadas pela ANS – Agência Nacional de Saúde Complementar. O Banco adiantou R$ 323 milhões, conforme já foi divulgado, possivelmente para evitar intervenção na CASSI e para dar um fôlego, até que sejam definidas ações estruturantes de longo prazo, previstas para segundo semestre de 2018 para tirar a CASSI desse lamentável estado de insolvência (receitas menores que despesas), que perdura desde 2011.
Em síntese, a consultoria ao registrar a excelência dos benefícios da CASSI, aponta para a necessidade de adoção de várias ações, dentre as quais:
- Mudanças na arquitetura organizacional, com revisão de projetos e programas de assistência à saúde e da Política de Gestão de Pessoas buscando, a sustentabilidade;
-Melhorias na gestão, com manutenção da paridade (Patrocinador e Associados), sendo desejável que os Dirigentes tenham formação e conhecimento no segmento saúde;
- Investimentos em tecnologia para uma gestão eficiente eficaz;
- Melhor conhecimento da saúde dos associados, para mitigar agravamento de doenças, buscando a redução de despesas assistenciais;
- Revisão da gestão do risco populacional, para melhor planejamento de longo prazo;
- Integração de assistência à saúde oferecida pela Cassi com os programas de saúde ocupacional e de promoção e prevenção à saúde do Banco;
No Curto Prazo, para melhoria da gestão, com foco na redução de despesas, deverão ser adotadas ações direcionadas para:
- Aprimoramento de estratégias de Negociação com a Rede Credenciada;
- Otimização da Estrutura das CliniCassi;
- Revisão e criação de Programas de Saúde;
- Reorganização da Tecnologia da Informação;
- Revisão da Política de Gestão de Pessoas;
Finalmente, na reunião foi registrado que, em virtude da complexidade e abrangência, algumas ações poderão demandar mais tempo para implantação e necessitar de consulta ao Corpo social.
 De igual modo, deve necessitar, também, de consulta ao corpo social a implantação de novas regras impostas pela Resolução CGPAR 23 que abordaremos em outro momento.
Finalmente, por falar em consulta ao corpo social, é bom lembrar que está em curso o processo de eleição de Dirigentes para a CASSI. Foram inscritas quatro chapas com perfis e apoios diversos. Respeito opiniões e opções de todos. Porém, votarei e apoiarei a CHAPA 3 – VOCÊ NA CASSI, em virtude de ser independente com candidatos de elevada qualificação.

Antonio J. CARVALHO.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

CASSI AMEAÇADA DE INTERVENÇÃO RECEBE SOCORRO DO BB

Conforme já divulgado, o Banco do Brasil em janeiro de 2018  adiantou para a CASSI  R$ 323 milhões referente às suas contribuições do 13 salário dos próximos quatro anos, para livrar a CASSI de provável intervenção da ANS – Agência Nacional de Saúde – cujos desdobramentos seriam imprevisíveis, fora do nosso controle. A medida é paliativa. Não resolve o problema.
Sabe-se que, desde 1996, quando a CASSI se tornou empresa de Auto Gestão em Saúde, as receitas vêm caindo por conta da política salarial do Banco. Some-se a isso a elevada inflação médica, deficiência na gestão, falta de controles e abusos de associados e prestadores. Isso fez com que a CASSI consumisse todas as reservas e desde 2011 opera com déficits (Receitas menores que despesas), situação que vem se agravando a cada ano. Ressalte-se que, o Presidente e o Diretor de Administração e Finanças da CASSI são indicados pelo Banco.
Conforme foi amplamente divulgado, em 21/10/ 2016 foi assinado um Memorando de Entendimentos com Entidades ligadas aos associados, para salvar a CASSI da insolvência e foi aprovado pelos associados, para o período de janeiro de 2017 a dezembro de 2019, contribuições extras de 1% dos associados (R$ 17 milhões mensais) e R$ 23 milhões mensais do Banco, que contratou uma consultoria especializada para elaborar diagnóstico até dezembro de 2016, indicar soluções para o equilíbrio da CASSI e implantar projetos até dezembro de 2017, o que não ocorreu. O relatório da consultoria somente foi apresentado em fevereiro de 2018. Foi elaborado um plano de curto prazo até a definição de medidas estruturantes, que podem ser amargas. Comentaremos o relatório posteriormente.
É sabido que as receitas ordinárias para o custeio da CASSI provêm de contribuições de 3% dos associados, ativos e aposentados, e de 4,5% do Banco na razão de 40% dos associados para 60% do Banco, ou seja, para cada 1 de contribuição dos associados o Banco contribui com 1,5. Nas contribuições extras a razão ficou de 1 para 1,35. A regra atual deverá ser mudada em virtude da Resolução CGPAR 23 editada pelos Ministérios da Fazenda e Planejamento, publicada em 26/01/2018, que limita as contribuições dos Patrocinadores de empresas estatais, podendo implicar na mudança do Estatuto da CASSI, com reflexos imprevisíveis. Esta é mais uma ameaça à nossa combalida CASSI. Posteriormente comentaremos essa Resolução da CGPAR.  
Diante desse cenário e dessa realidade de uma CASSI cronicamente deficitária e cientes das ameaças que perduram, urge que, além das associações, todos fiquem atentos, debatendo e acompanhando as tratativas, pois, em algum momento seremos chamados a votar mudanças do Estatuto. E por falar em votar é bom lembrar que já está em andamento a eleição na CASSI com inscrição de quatro chapas, com os mais diversos perfis de candidatos e vinculações. Não tenho dúvidas de que devemos escolher os mais qualificados, com os nossos olhos voltados em especial para a qualificação e experiência do candidato a Diretor de Saúde e Rede de Atendimento.  Voltaremos a esse assunto posteriormente.


Antonio J. CARVALHO